A Editora Melhoramentos vai homenagear o grande artista com uma exposição de 85 cartunistas cujo título é:
"Ziraldo - Ao Mestre Com Carinho" (obras que fazem parte do livro que tem o mesmo nome, que a Melhoramentos publicou recentemente comemorando os 85 anos de Ziraldo).
A Abertura vai ser no dia 16/09/19 (Segunda-Feira), de 19:00 às 23:00,
na Casa Melhoramentos, Rua Tito 479, Vila Romana.
Obs: O blogueiro que vos fala está com uma de suas obras nessa exposição. Pena que não poderá comparecer por motivos geográficos.
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13.9.19
20.8.19
Ilustração para o livro de crônicas selecionadas de Cony publicado pela Confraria dos Bibliófilos do Brasil
Da boca do forno: conforme prometi, aqui vai mais uma ilustração que fiz para o livro "Carlos Heitor Cony - Seleção de Crônicas", que a Confraria dos Bibliófilos do Brasil acabou de lançar.
O título da crônica é "A cruz, a espada e o livro".
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O título da crônica é "A cruz, a espada e o livro".
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16.6.17
Cartunzinho distópico
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12.2.17
Caricatura de George Orwell
Do fundo do baú : caricatura de George Orwell (1903/1950), autor do livro "1984" (que foi escrito em 1948 e lançado em 1949). Existe também uma versão cinematográfica com John Hurt no papel de Winston Smith, um cara que acaba por sacar as malandragens do "Grande Irmão" (Big Brother).
O autor e o livro passaram a fazer um surpreendente sucesso nos EUA com a mudança de governo nos EUA.
Aproveitei e "postei" também capa de uma velha edição de "1984" que tenho aqui em casa. Ela é de 1970 e foi publicada pela Companhia Editora Nacional / São Paulo (com desenho da capa feito por Fajardo & Rezende).
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Nesse romance distópico, seu autor mostra o funcionamento de uma sociedade submetida a um governo de controle midiático total, orquestrado por um tal de "Big-Brother" que aparece numa "Tele/tela, e cuja fala e imagem está em todos os lugares. Figura e exibição que encarna os poderes totalitários.
A princípio se supôs que o tal BB seria uma referência a Stalin, o supremo tirano que ainda governava a URSS, mas aos poucos a crítica e o público começaram a identificá-lo mais como uma figura abstrata, uma criação - talvez um ícone inventado, que concentraria e na verdade encobriria o poder de um grupo, que tinha se assenhoreado do aparelho de Estado. Muitos então passaram a ver não Stalin e a URSS, mas a Inglaterra e o "establishment" inglês - especialmente as tendências totalitárias que engatinhavam naquele tempo. (vistas na propaganda, nos discursos políticos, nos editoriais e textos dos articulistas e cronistas da mídia daquela época ).
Nessa sociedade ficcional, de vigilância e controle total rolava o uso da chamada "Novilíngua", um artifício que podava a linguagem de palavras problemáticas, ou alterava seus sentidos num processo de manipulação constante, que tolhia a possibilidade do pensamento crítico atingir as massas. Uma "pollyanização" da população daquele país "perfeito".
O autor e o livro passaram a fazer um surpreendente sucesso nos EUA com a mudança de governo nos EUA.
Aproveitei e "postei" também capa de uma velha edição de "1984" que tenho aqui em casa. Ela é de 1970 e foi publicada pela Companhia Editora Nacional / São Paulo (com desenho da capa feito por Fajardo & Rezende).
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Nesse romance distópico, seu autor mostra o funcionamento de uma sociedade submetida a um governo de controle midiático total, orquestrado por um tal de "Big-Brother" que aparece numa "Tele/tela, e cuja fala e imagem está em todos os lugares. Figura e exibição que encarna os poderes totalitários.
A princípio se supôs que o tal BB seria uma referência a Stalin, o supremo tirano que ainda governava a URSS, mas aos poucos a crítica e o público começaram a identificá-lo mais como uma figura abstrata, uma criação - talvez um ícone inventado, que concentraria e na verdade encobriria o poder de um grupo, que tinha se assenhoreado do aparelho de Estado. Muitos então passaram a ver não Stalin e a URSS, mas a Inglaterra e o "establishment" inglês - especialmente as tendências totalitárias que engatinhavam naquele tempo. (vistas na propaganda, nos discursos políticos, nos editoriais e textos dos articulistas e cronistas da mídia daquela época ).
Nessa sociedade ficcional, de vigilância e controle total rolava o uso da chamada "Novilíngua", um artifício que podava a linguagem de palavras problemáticas, ou alterava seus sentidos num processo de manipulação constante, que tolhia a possibilidade do pensamento crítico atingir as massas. Uma "pollyanização" da população daquele país "perfeito".
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18.11.15
Novo livro saindo do forno: "Emoções e Saúde - um novo olhar sobre a prevenção"
Foi publicada ontem, dia 17 de setembro, na coluna Gente Boa do jornal "O Globo" (Rio de Janeiro) uma nota que fala do lançamento do livro "Emoções e Saúde - um novo olhar sobre a prevenção" escrito pelo Dr. Gilberto Ururahy e por Éric Albert (Editora Rocco). Na nota está um dos cartuns que fiz, com muito prazer, para esta nova edição do livro que vai ser lançado na próxima quinta-feira.
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2.9.15
É hoje - 2 de setembro - Lançamento da "Autobiografia poética e outros textos" de Ferreira Gullar
Além do lançamento, vai rolar um bate-papo com o jornalista e escritor Geneton Moraes Neto
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14.11.14
Livro de Caricaturas de J.Bosco. Um show de bola!!!
Recebi meu presente de Natal antecipado ao verificar minha caixa de correio. Enfim chegou o magnífico livro de caricaturas de um craque, o mestre J.Bosco, que dribla e faz gols tanto na área da charge como do cartum e da caricatura.
J.Bosco Caricaturas( RM Graph Editora/ Belém do Pará-2013) é um livro para a gente admirar e demorar em cada desenho por muito tempo. Um livro para se deliciar e aprender, um show da arte de buscar a alma na expressão do rosto das figuras de diversos campos: da música, do cinema, da literatura, da poesia, do pensamento.
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8.11.14
Do fundo da estante: Capa de "Anjos Caídos", de Harold Bloom
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros.
Esta foi para a capa do livro "Anjos Caídos", de Harold Bloom, publicado em 2008, pela Editora Objetiva - capa dura, edição de "luxo", letras da capa impressas com tinta dourada (o que dificultou "escaneá-la", pois o "escanner" não capta bem o dourado). O "design" da capa e da parte interna do livro - que contou com várias ilustrações e capitulares desenhadas por mim (que vou "re-postar" aqui)- foi planejada pela Designer Andrea Vilela de Almeida. Gostaria de destacar também que a tradução foi feita pelo meu querido amigo, o Professor e Jornalista Antonio Nogueira Machado e agradecer a Julia Michaels, por ter acreditado na minha arte.
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7.11.14
Do fundo da estante: Capa do premiado livro "Idade da Paixão"
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros.
Esta foi feita por encomenda do meu amigo Rubem Mauro Machado. A ilustração foi realizada com lápis de cor. O livro, com esta capa foi lançado no Rio de Janeiro em 1985, pela José Olympio Editora e ganhou o Prêmio Jabuti do ano de 1986.
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6.11.14
Do fundo da estante: de Subterrâneos para "Histórias do Futebol"
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta foi feita para um livro de João Saldanha, que originalmente tinha por título "Subterrâneos do Futebol". Foi publicado pela Editora Revan, no ano de 1996. O desenho foi construído com lápis de cor e pastel seco. O editor procurou, numa nota introdutória, explicar a mudança do título, pois segundo ele, o nome "Subterrâneos do Futebol" tinha sido uma brincadeira com seu companheiro de partido, Jorge Amado - pois, o mestre baiano tinha lançado antes uma grande obra (uma trilogia) cujo título era "Subterâneos da Liberdade". Com o passar de mais de trinta anos, tal brincadeira, segundo o editor, tinha perdido o sentido - "se perdeu no tempo"- e além disso, longe da escuridão que subterrâneo carrega, as histórias narradas no livro, na sua maioria, eram "alegres e engraçadas". Daí lançar o livro com o título "Histórias do Futebol". De qualquer modo, me senti muito honrado por ter feito a ilustração de um livro de João sem medo.
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5.11.14
Do fundo da estante: Capa de "O Primo Basílio" e seus desencontros
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros.
Esta foi uma das primeiras ilustrações de capa de livro que fiz e tem uma curiosa história de desencontros por trás.
Ela foi feita em meados dos anos 70 quando eu engatinhava na profissão de ilustrador e encontrei a pessoa iluminada de Jiro Takahashi, editor da Ática (naquela época), que generosamente dedicou seu tempo para olhar meu magro portfólio, que nesse momento juntava alguns artigos que eu havia ilustrado para o jornal Movimento e uns outros, publicados no Jornal da Tarde. Ah, exibi também umas HQs e ilustrações coloridas feitas só para impressionar os editores que imaginava encontrar pela frente. Cabe informar que eu tinha saído dos trilhos de uma "promissora" carreira de sociólogo para me aventurar na esfera das artes...
A minha sorte foi que Jiro, depois de conferir meus trabalhos iniciais, confiou em mim, e me passou o desafio de ilustrar a capa do livro do Eça de Queirós. Fazia parte da "Série Bom Livro/ Edição Didática". Por isso, deveria criar também o material pedagógico que acompanharia o livro - uma história em quadrinhos apresentando os principais momentos da obra. O objetivo era orientar a leitura dos alunos (o livro servia como apoio para professores de literatura). Nessa arte, trabalhei com lápis de cor , aquarela e guache.
Para fazer a HQ do material didático em P&B usei um "episcópio" artesanal que existia numa grande editora de Sampa, cujo pessoal foi muito gentil, ao permitir o uso desse instrumento ótico por horas, atrapalhando o fluxo da diagramação das revistas que ali eram produzidas. ( o episcópio e o aerógrafo estavam na moda nos anos 70 - computador era um sonho).
Confesso que trabalhei duro nessa arte. O contexto era particularmente confuso. Nesse tempo, meu filho estava para nascer, a mãe dele e eu vivíamos numa dureza danada e estávamos aprontando as malas para mudar para o Rio. Pode-se dizer que esta capa literalmente foi feita em trânsito. Comecei seus esboços em Sampa (no bairro do Paraíso) e terminei na rua Djalma Ulrich, em Copacapana.
Durante o processo de sua "gestação"eu aguardei uma inserção no mercado de trabalho, o que de fato aconteceu. Após longa negociação, consegui trabalho num grande jornal carioca (o old JB). Fui contrado para ilustrar um suplemento em forma de tablóide, que na época tinha por nome "Serviço Completo". Passei ilustrar também o caderno de "Livros" e uma revista dominical. E assim, começou uma jornada incrível na qual aprendi muita coisa: passei mais de 30 anos pintando o 7 , inclusive escrevendo textos neste antigo habitante da avenida Brasil, 500.
Importa dizer que no meio dessa agitada migração inicial, o livro foi enfim para a impressão, e não demorou para chegar às minhas mãos um exemplar com aquele cheirinho bom de tinta de gráfica. Encantado, coloquei o "Primo" na minha estante e sempre que podia, eu o admirava, feliz da vida.
***
O tempo passou na janela , só Carolina não viu e eu - em meio aos acidentes da vida ( mudanças de imóvel, separações etc) acabei perdendo meu " Primo Basílio".
Décadas depois, um amigo da Editoria de Arte achou o danado do "Primo" numa livraria da Rodoviária , e quando viu o meu nome na página dos créditos comprou o livro e me deu de presente.
Corta/
Na cena seguinte, estou num departamento de criação de uma agência de publicidade carioquíssima, onde uns sujeitos engravatados me entrevistaram e olharam meu portfólio que, nessa época já era um senhor obeso e incluia dentro dele o livro que meu amigo tinha encontrado na Rodoviária .
Eu -" não sabe de nada, inocente"- pensava que aqueles publicitários - "aceita um cafézinho, água?"- queriam contratar meus serviços de ilustração e eles "raposamente", na verdade, estavam mais ineressados em sondar a minha esbelta figura a respeito de um cliente para o qual eu fazia uns pequenos anúncios. Era um curso de inglês com o qual eu trocava trabalho por aulas.
Muita conversa mole depois, o pessoal da agência viu meus trabalhos, cercou Lourenço, tomou informações sobre meu cliente e me descartou (ainda não se falava deletou) com aquele papo de que a gente te liga, se esbarra na praia, etc e tal... Aí, aconteceu a segunda perda do "Primo", acabei esquecendo o ilustre parente lá na agência, mas só percebi isso muito tempo depois e nem me lembro se telefonei para perguntar se algum dos publicitários tinha se interessado por literatura portuguesa.
Desde este dia andei a procura dele nas "feirinhas de livros" ou sebos que costumo frequentar. Necas, nunca mais o encontrei em terras de Estácio de Sá.
***
Tempos depois , precisei enfrentar os 450 km da Dutra, num retorno a Sampa e passar pelo maior engarrafamento do mundo (que lá ocorre dia sim dia sim), para achá-lo logo alí, na passagem subterrânea da Consolação - onde ninguém consola ninguém (perto do Cine Belas Artes e do antigo Bar Riviera - hoje fechado). Neste local existia um sebo coletivo denominado "Via Libris").
Lá estava ele , meu escorregadio "Primo" olhando para mim. Não se encontrava em bom estado e estava sem o material didático que o acompanhava originalmente- decerto foi usado e abusado, e repousa em algum lixão dos campos de Piratininga....Comprei na hora, feliz da vida saí do subterrâneo e entrei na confusão da Paulicéia desvairada,
Obs: A tempo: o projeto gráfico é do craque Ary Almeida Normanha.
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4.11.14
Do fundo da estante: Capa de "Aleluia para uma mulher-jardim"
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros.
Esta foi para um livro do escritor haitiano René Depestre. "Mulher jardim"- de acordo com informações da contracapa - é a preferida entre outras do "harém" do camponês do Haiti, que é polígamo. Esta obra foi publicada pela José Olympio Editora em 1988. A capa foi planejada por mim e ilustração foi feita com lápis de cor.
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30.10.14
Do fundo da estante: Capa do livro "O Bicho Homem"
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta é do divertido livro "O Bicho Homem - um estudo bem-humorado sobre o animal mais complexo do planeta", de Cristina Moutella e Glicia Van Linden. O livro foi publicado pela Objetiva. Para ele eu fiz também várias vinhetas que serviram para marcar os capítulos.
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29.10.14
Do fundo da Estante: Livro com caricatura de Grande Othelo
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta tem uma história bonita e triste. Uma turma resolveu fazer uma homenagem ao nosso magnífico ator Grande Othelo, publicando um livro com seus poemas, pois ele andava triste. Sim, o ator também era poeta, com grande produção. Eu entrei com a caricatura que seria utilizada na capa do livro. Este foi publicado pela Topbooks, com prefácios de Antônio Olinto e Jorge Amado. Fui ao lançamento com minha filha Julia, que era criança e o conhecia dos programas humorísticos da TV . Chegamos a tirar uma foto com ele na ocasião - registro que foi feito por uma ex-fotógrafa do JB, que hoje não me recordo o nome. Ela prometeu me entregar um desses instantâneos, mas nunca o fez. Mas a foto ficou na nossa memória afetiva. Pouco tempo depois, Othelo foi contemplado por um prêmio no Festival de Cinema de Brasília e ganhou como bônus uma viagem para Paris. Nessa travessia do Atlântico, ele fez sua passagem para o andar de cima - virou a estrela mais brilhante de uma galaxia de super astros. Esta caricatura foi feita com lápis de cor e pastel seco, aplicado sobre papel texturado.
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28.10.14
Livro sobre cinema venezuelano saindo do forno
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Tenho o prazer de informar que saiu da gráfica o livro de minha querida amiga, colega de mestrado, a pesquisadora Renata Máximo Magalhães . Trata-se da publicação do resultado de sua pesquisa sobre o cinema venezuelano que tem por título "Caracas em Cena"- Estado e Cinema na Venezuela" (Editora Multifoco- selo Luminária/academia)
Pode ser adquirido clicando no seguinte link:
http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=1795&idProduto=1827
Tive a honra de escrever o texto da contracapa desse valioso livro. Escrevi o seguinte:
"Cruzar fronteiras, muitas vezes invisíveis barreiras que nos separam dos nossos vizinhos da América Latina, foi a "missão" que norteou esta pesquisa de Renata Máximo.
Corajosamente ela foi a campo e lançou seu olhar agudo de historiadora para penetrar o processo cultural e político venezuelano no momento crítico e tensionado de implantação do que se denominou "revolução bolivariana".
Procurou trazer para o nosso conhecimento os modos específicos e os conteúdos da produção cinematográfica contemporânea desse país, localizando na cidade o território privilegiado do conflito.
Buscou, assim, explicitar a relação complexa que ata ideologia, cultura e a reconfiguração da violência - esta última que, de acordo com o pensador Ariel Dorfman, está inscrita na formação das sociedades latino-americanas."
Obs:
Ariel Dorfman é escritor, dramaturgo e professor universitário. Sua obra ensaística-crítica mais famosa por aqui é "Para ler al pato Donald (que escreveu com Armand Mattelart. Trabalho no qual denuncia o caráter ideológico da mídia e particularmente de certo gênero de HQ). Uma de suas peças, "A morte e a donzela" , escrita em 1972 teve uma versão cinematográfica dirigida por Roman Polanski em 1994. A afirmação sobre ser a violência constitutiva da formação latino-americana está em seu livro "Imaginación y violencia en America" publicado pela Editorial Anagrama - Barcelona - 1972 (sendo que a primeira edição foi publicada no Chile pela Editorial Universitaria, em 1970.
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24.10.14
Do fundo da estante 3- Capas que cometi
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta foi par ao livro "Ser como eles", de Eduardo Galeano, publicado pela Editora Revan.
Usei a técnica de pastel seco na construção da figura e adicionei elementos por meio de colagem.
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Do fundo da estante 2 - Capas que cometi
Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta foi para o livro de Elmore Leonard, "Bandidos" - para a Coleção Negra da Editora Record. Curti muito também ao fazer esta ilustração, usei nanquim, ecoline,lápis de cor e apliquei uma técnica de manchar o desenho utilizando a pintura em cima do verniz recém pulverizado com spray fixador opaco. Aprendi esta técnica olhando os maravilhosos trabalhos do fabuloso caricaturista argentino Hermenegildo Sábat.
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19.12.13
Livraço: Dorival Caymmi, acontece que ele é baiano
Fiquei muito contente ao receber hoje de tarde o livraço de arte: Dorival Caymmi, acontece que ele é baiano, da 19 Design e Editora, patrocinado pela Rpsol Sinopec Brasil.
O volume tem 216 páginas , acaba de sair do forno, tem o formato de 31,8 de largura por 31 de altura e foi impresso em papel Eurobulk 150g/m2.
Contém depoimentos de Nana, Dori e Danilo Caymmi, textos de Stella Caymmi, Júlio Diniz, Caetano Veloso e João Ubaldo Ribeiro.
O projeto teve a coordenação de Heloisa Weinscheck e Julio Diniz.
O livro (de capa dura) é um primor; ricamente ilustrado por fotos históricas (muitas do acervo da família), desenhos, pinturas e gravuras do próprio Caymmi e de um punhado de artistas, entre eles, Carybé, Di Cavalcanti, Augusto Rodrigues, Clóvis Graciano, Belmonte, Livio Abramo. O leitor também poderá curtir além de fotos de esboços de letras do compositor, as partituras originais de algumas suas músicas.
Tive o prazer a a honra de participar desta obra com uma caricatura (na página 140) que fiz no ano de 1984 para ilustrar uma crônica de Carlos Drummond de Andrade (publicada no Jornal do Brasil), intitulada "Caymmi perto da gente" ( ilustração retirada do livro que reproduzo abaixo)
Saravá!!!
7.4.12
Ilustração: "Minha querida Irlanda"

Ilustração: "Minha querida Irlanda" - (nanquim com uso de aerosol fixador para provocar as manchas que simulam gravura). Foi capa do Caderno Ideias do JB de um sábado, dia 19 de julho de 1997- ilustrou uma resenha do livro "As cinzas de Ângela" de Frank McCourt (Editora Objetiva)
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