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21.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


Diretamente da bigorna imaginária de Guilherme Mansur, o último poema
da série CRUZEIROS/CRUZADAS.

11.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


Diretamente de Ouro Preto segue mais um cruzeiro da oficina imaginária de pedra de cantaria de Guilherme Mansur.

10.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


Retornado do deserto Atacama, agora em seu ateliê repleto de invenções, Guilherme Mansur cria o mil nil.

9.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


Do alto do Atacama Guilherme Mansur faz um corta-luz.

7.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


Cacto do jardim de Guilherme Mansur do alto do Atacama.

6.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


Mais um petardo cactoso lançado do alto Atacama. Dá-lhe Guilherme Mansur

5.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


No ataque, direto do deserto do Atacama, Guilherme Mansur dispara mais um cacto-míssil.

4.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


E a forja imaginária não para nem no deserto do Atacama. Mais um cacto de Guilherme Mansur para a coleção.

3.3.09

Da Série CRUZEIROS/CRUZADAS


Nosso bravo poeta Guilherme Mansur manda do alto Atacama mais uma de suas invenções cruzadas. Ela vem espetando feito cacto.