Mostrando postagens com marcador Clarisse Grova. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clarisse Grova. Mostrar todas as postagens

24.9.10

Cristovão Bastos e Clarisse Grova nesta sexta no Lapinha- piano e voz com todo o sentimento da canção brasileira


Nesta sexta-feira, 24 de setembro, no Lapinha, o pianista Cristovão Bastos e a cantora Clarisse Grova constituem uma maravilha de atração - entre si, musicalmente, e para o público, naturalmente - a partir das 22h30 ("flyer" acima). Tanto Cristovão quanto Clarisse provêm do subúrbio carioca - ele, de Marechal Hermes; ela, do Méier - e, como tantos outros colegas de profissão, desenvolveram a aptidão natural para a música pelos bailes da vida. Ela, ainda mocinha num coreto do Méier, inicialmente motivada por impressões elogiosas à sua interpretação de um hit da Jovem Guarda (lançado pela mineira Wanderlea), deixando para trás, pela sedução do canto, anos de estudo de piano clássico e teoria; ele, já aos 15 anos, ao acordeom, mandando brasa para a alegria dos casais na pista e, aos 17, tocando piano na mesma boate de Cascadura. Clarisse integra o excelente conjunto vocal Nós Quatro (com Célia Vaz, Fabyola Sendinno e Márcio Lott), e, entre tantos festivais no currículo, ganhou, há quase um ano, o prêmio de melhor intérprete no I Festival Ataulfo Alves de Samba e Culinária de Botequim, em Miraí (MG), com "Cem Anos da Minha Querida Portela", de Irinéa Maria e Paulo César Feital. Cristóvão, arranjador premiado e professor da Escola Portátil de Música, levou, por incrível que pareça, 30 anos para gravar o primeiro disco solo, o CD "Avenida Brasil", e é coautor com Chico Buarque e Aldir Blanc, respectivamente, de duas joias bem conhecidas do público: "Todo o Sentimento", inesquecível na voz de Elizeth Cardoso, e "Resposta ao Tempo", talhada para o denso registro de Nana Caymmi - a segunda prefixo e sufixo dos capítulos da minissérie "Hilda Furacão, da TV Globo, em 1998.. 
     *** 
Pós-escrito: também compositora, Clarisse Grova prepara CD com músicas próprias e uma delas, o samba "Clara Carioca", feito com Leo Nogueira - com citação, no final, de "Rio", de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli -, pode ser apreciada no primeiro dos "links" seguintes. No segundo, acompanhada pelo mineiro Tavito, canta, deste e de Aldir Blanc, "Privação de Sentidos". No terceiro, o bandão com o alunado da Escola Portátil de Música, na Urca, toca "Gafieira Suburbana", de Cristovão Bastos, com dois de seus regentes, de costas, destacados na imagem, Oscar Bolão (ocupando-se da percussão) e Pedro Aragão (com os sopros e as cordas). No último "link", o próprio Cristovão, ao piano, toca "Folia na Chapada", dele mesmo, acompanhado por Bororó (baixo), Jurim Moreira (bateria) e Zé Canuto (sax).   
 
        http://www.youtube.com/watch?v=W7O2Rpkoldg&feature=related
 
        http://www.youtube.com/watch?v=4TnrUlE_ZK4&feature=related
 
        http://www.youtube.com/watch?v=tZU7CmlAq-E
 
        http://www.youtube.com/watch?v=ePV1PqfmlB0&NR=1

6.5.10

Dica do Gerdal: Clarisse Grova e Irinéa Maria em show nesta quinta no Leblon - um retrato do Rio pela lente subjetiva da canção


Presenças marcantes e vitoriosas em vários festivais de música popular pelo Brasil, Clarisse Grova (cantora, compositora e violonista) e Irinéa Maria (compositora, violonista e arranjadora que, recentemente, ajuntou o Ribeiro, do RG, ao nome artístico) obtiveram, em outubro do ano passado, no pequenino Miraí de Ataulfo Alves, um resultado expressivo com a escolha de Clarisse como melhor intérprete do primeiro festival de samba e culinária de botequim lá realizado. Reluziu, como de hábito, na voz dela, a composição "Cem Anos da Minha Querida Portela", de Irinéa e Paulo César Feital, em escolha feita por júri presidido por Armando Aguiar, o Mamão, autor de "Tristeza Pé no Chão", um dos primeiros sucessos de Clara Nunes. Elas fazem nesta quinta-feira, 6 de maio, a partir das 21h, no bar do Hotel Panorama ("flyer" acima), no Leblon, um show simpático, talhado para um "dopo lavoro" em que amigos se reveem com leveza d`alma e descontração. Por meio de canções referentes ao Rio de Janeiro, essas duas cariocas afagam o ego municipal, recentemente abalado por intempérie chuvosa, e compõem um retrato cantado da cidade pela telessubjetiva de compositores variados. 
          Nos "links" seguintes: (1) Irinéa acompanha Luanda Jones, sua filha, cantora e compositora residente no Canadá, em "Disseram Que Eu Voltei Americanizada", de Luiz Peixoto e Vicente Paiva; (2) da própria Irinéa, em parceria com a constante Sueli Correa, Luanda (também com o apoio instrumental de Rodrigo Villa, ao baixo, e Cassius Tepherson, à percussão) canta um delicado e envolvente "Chorinho"; (3) com o amigo baixista Jimmy Santacruz aparecendo inicialmente ao fundo e tendo ao lado, no palco, Abel Silva, Clarisse canta "Mundo Delirante", deste e de Sueli Costa, pelo projeto É Poesia e É Canção; (4) um "sambossa", "Clara Carioca", na voz de Clarisse.
                        
             
        
http://www.youtube.com/watch?v=EW6ABroXoVU
 
        
http://www.youtube.com/watch?v=7FaZvW15D4g&NR=1
 
        
http://www.youtube.com/watch?v=RJcwFiIQysc&feature=related

 
        
http://www.univision.com/uv/video/Clarisse-Grova---Clara-Carioca---Uma-Hom/id/361513540
 
         
http://www.gazotube.com/RJcwFiIQysc.html