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21.7.17

Emiliano Castro traz seu "violão de fronteira" para o Rio de Janeiro. Imperdível!

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Meu querido amigo, o grande músico Emiliano Castro vem com tudo e traz seu "Violão de Fronteira" para mostrar no Rio de Janeiro.
O evento vai rolar no Bar Semente, na Lapa, nesse sábado, dia 22 de Julho, a partir das 22 horas.
Emiliano vai apresentar: Flamenco, Choro, Música Latino-americana e Canção Brasileira.
É preciso dizer que esse músico faz com seu 7 cordas um misto entre o violão brasileiro, o violão latino-americano, a guitarra flamenca e os tambores negros para emoldurar suas composições vividas de corpo e alma nestas culturas.
Diz ele : "A viola caipira aparece como consequência destes passeios e a voz cantada… aparece porque não precisa mesmo ser convidada".
Todo mundo lá!

13.11.14

Saíram do forno o DVD e o CD "Luizinho Lopes ao vivo"

Acaba de sair do forno o DVD e o CD "Luizinho Lopes ao vivo". O primeiro show de lançamento desse DVD/CD ocorreu em Juiz de Fora, no sábado passado, 08/11, no Bar da Fábrica, reduto tradicional de MPB e JAZZ na cidade. Os próximos shows de lançamento ocorrerão somente em 2015, com previsão para acontecerem primeiramente em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e por fim em São Paulo. “Olhos do Oriente”, uma das músicas que funciona como carro-chefe do DVD/CD ( que se encontra como extra no DVD), pode ser acessada no YouTube, no seguinte endereço www.youtube.com/watch?v=t1Y49fgdejY. Importante: A venda do álbum através da Internet está sendo organizada ainda. Por enquanto, essa obra pode ser encontrada na loja Planet Music (Av. Itamar Franco, 1522 – Centro – Juiz de Fora) e em algumas bancas de jornal de Juiz de Fora. Em Belo Horizonte, está à venda na AFFEMG (Associação dos Funcionários Fiscais de Minas Gerais), localizada na Rua Sergipe, 893 – Savassi. O interessado tem ainda a opção de entrar em contato com o autor através do e-mail luizinho.lopes@gmail.com Escrevendo para Luizinho Lopes. você pode se informar a respeito do custo da remessa do álbum pelos correios. Seguem algumas fotos (abaixo) da gravação: Na 1ª aparece Luizinho Lopes, cantor, violonista e compositor/ Na 2ªDaniel Drummond, Luizinho Lopes, Bré e Dudu Lima/ Na 3ª Daniel Drummond, Luizinho Lopes, Bré e Dudu Lima.
Agora, publicamos aqui, o texto precioso do jornalista e pesquisador Jorge Sanglard, que fala desse novo trabalho de Luizinho Lopes. O artigo tem por título Sopro de vida na MPB
O cantor, compositor e violonista mineiro, Luizinho Lopes, acompanhado pelo percussionista Bré, pelo guitarrista Daniel Drummond e com a participação especialíssima de um dos maiores contrabaixistas brasileiros, Dudu Lima, está lançando o álbum DVD/CD “Luizinho Lopes Ao Vivo”, onde a palavra dá o tom. Um autêntico sopro de vida na MPB. Reconhecido como um dos mais consistentes compositores mineiros, suas canções atestam o compromisso com a qualidade e a inventividade.    As letras das composições de Luizinho Lopes soam como sinopses de filmes, com início, meio e fim, não necessariamente nessa ordem, subvertendo a atmosfera da música, com suas harmonias inusitadas, fruto da busca incessante por acordes preciosos, novos desenhos sonoros, cuidadosamente esculpidos ao longo do leito do violão. E, se não bastasse isso, o compositor ainda tem como parceiros ilustres escritores mineiros contemporâneos, como o poeta e contista Iacyr Anderson Freitas e o escritor Luiz Ruffato.    A valorização da palavra, impregnada de sentidos, sutilezas e imagens poéticas é a senha para desvendar a trajetória do compositor mineiro Luizinho Lopes e mergulhar em sua obra musical.    A escolha do repertório do álbum DVD/CD partiu das músicas que o compositor considera essenciais em seu universo “...e parte do repertório saiu do que venho regularmente cantando em meus shows, e também o que ainda não foi gravado por mim ou por outros intérpretes”, afirma Luizinho Lopes. O álbum tem como introdução “Ar de Árvore”, de Bré, Daniel Drummond e Dudu Lima, seguida de “Eu nem sei”, “Dossiê”, “Ar”, “Chá” e “Anoiteceu”, todas de Luizinho Lopes. Já “A sola do palato” é uma parceria entre o compositor, Roberto Lazzarini e Iacyr Anderson Freitas. O músico mineiro também é autor das faixas “Til”, “Dinastia dos Escombros” e “O Dom de Quixote”. E a faixa “No Retrato” é outra parceria entre Luizinho Lopes e o poeta Iacyr Anderson Freitas. A canção “Não se deve duvidar de uma ilusão” é mais uma composição com letra e música do autor. Outra parceria com um escritor de peso da literatura contemporânea brasileira é a canção “Em Mim”, com o premiado romancista Luiz Ruffato. A seguir, o músico volta a assinar três canções: “Compasso dos Camelos”, “Olhos do Oriente” e a faixa que fecha o álbum “Corpo de Incêndios”.    Luizinho Lopes iniciou sua carreira musical no fim da década de 1970, como um dos líderes do grupo Vértice, que marcou presença no Som Aberto, durante o Circuito Universitário na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Em 1990, lançou o seu primeiro disco, um LP, denominado “Nem tudo eu nasce é novo”. O seu segundo registro foi o CD “Sertão das Miragens”, de 2002, na companhia da cantora Marcela Lobbo. Depois surgiu o CD “Noiteceu”, lançado em 2008, com participações de grandes músicos como o genial acordeonista Toninho Ferragutti e o cantor Renato Braz, ambos de São Paulo. Ao seu trabalho, incorporaram-se ao longo dos anos importantíssimos e talentosos parceiros musicais, dentre os quais, o maestro, compositor, arranjador e pianista, Roberto Lazzarini.    O álbum foi gravado ao vivo, em maio de 2012, no Teatro do Centro Cultural Pró-Música, em Juiz de Fora, com direção geral e produção totalmente independente de Luizinho Lopes. Carlos Henrique Pereira foi o engenheiro de captação e gravação de áudio, Ricardo Itaboray foi o engenheiro de edição de áudio e mixagem, Luiz Tornaghi foi o engenheiro de masterização no estúdio Batmastersom, no Rio de Janeiro, Mauro Pianta foi o diretor de fotografia e Chris Bolt foi o editor de imagens e autor do projeto gráfico.    O DVD traz também a versão do clip da faixa “Olhos no Oriente”, com direção de Victor Zaiden e filmado na Zona da Mata Mineira, próximo às áreas rurais do santuário ecológico de Ibitipoca, retratando um rei, interpretado pelo ator Pedro Gui, diante da solidão do poder e de uma mulher, vivida pela atriz Felissa Queiróz, que instaura em seu imaginário a tirania do desejo.    Ao lançar mão de dois versos de Iacyr Anderson Freitas, o compositor constrói "A sola do palato", uma poderosa vertente musical: "Palavras como frutos proibidos / palavras com vontade de não ser de não dizer / palavras com desejo de silêncio / palavras que têm medo de pisar na língua / com a sola do palato / com a sola do palato /.../ palavra camuflada na sentença / palavra que não sabe vir à tona ou se esconder / palavra sitiada por um mote / até o instante em que o poeta vira cobra e dá o bote / com a sola do palato / com a sola do palato".    A partir do poema "No retrato", também de Iacyr, Luizinho Lopes recriou, com malícia e ironia, o ambiente familiar de preparação para uma foto: "Toda a família se espreme / no retrato ao lado do oratório / família toda espremida / comungando a breve aura do flash".    Já a parceria com Luiz Ruffato na canção "Em mim" é uma das provas da força da palavra na música mineira: "E a solidão que ora sinto / abismos abissais / não é montanha após montanha / é algo mais / céu sobre as minas / mãos sobre as minhas /.../ talvez não entenda / a lenda silenciosa em mim / não é costume após costume / é muito mais / não está em mim só / está em mim / em mim / em mim / em mim / nas gerais". Autêntico mergulho nas profundezas das coisas de Minas Gerais, a canção é uma obra-prima e um desafio aos que insistem em dizer que não há nada de novo na MPB. Há sim. E estas parcerias atestam o vigor da nova música brasileira forjada neste início de século XXI.    "Não se deve duvidar de uma ilusão", adverte o autor numa das faixas do álbum DVD/CD: "Ela é tão distante e bela quanto estrela / quando me aproximo dela ela já foi / pele de mercúrio escorre pelas mãos / ela é uma mina / de explorar o ouro da canção / tudo nela é passageiro como tem que ser pra ser paixão".    E é exatamente ao explorar o ouro de cada canção que Luizinho Lopes vai se insinuando como um farol que brilha no horizonte da boa música brasileira contemporânea.
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11.11.14

Do fundo da estante: Capa do CD "Chiquinha com Jazz"

Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta foi para o CD "Chiquinha com Jazz" , de Antonio Adolfo, dentro de um projeto gráfico do mestre Egeu Laus. A ilustração foi feita com lápis de cor, ecoline, pastel seco, efeitos de fundo com aplicação de tinta de aquarela sobre camada de verniz fixador opaco. (Aprendi essa técnica observando as caricaturas do genial Hemenegildo Sábat). O CD foi lançado pela Kuarup Discos/ selo Artezanal, em 1997 (Na comemoração dos 150 anos do nascimento de Chiquinha Gonzaga) Clique na imagem para ampliar e VER melhor

23.10.11

Lembrando os Mutantes - Qualquer Bobagem



Esta música é sensacional, tem uma ironia, uma hesitação, uma gagueira (que lembra o The Who - My generation) que ainda hoje me comove. Mutantes para sempre, sempre mutantes!

26.12.10

Reportagem musical sobre Noel Rosa amanhã - dia 27 na TV Brasil


"Noel Rosa - poeta da Vila e do povo" é uma reportagem musical, em 5 capítulos de 26 minutos, que estréia amanhã, dia 27, e vai ao ar diariamente - até dia 31 - às 23 horas na TV Brasil. O roteiro e a direção geral é de Dacio Malta.
O narrador é o Martinho da Vila, o diretor musical é o Zé Renato, conta com a participação da Mariana Baltar.Roberto Faissal foi o produtor e a reportagem teve o auxílio luxuoso do pandeiro de Rogério Reis que entrou com suas fotos.
Além disso vão rolar muitas de entrevistas e um monte de gente vai interpretar Noel: desde Aracy de Almeida, Braguinha, Ismael Silva e Marília Batista, até Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, João Bosco, Mart'nália e outros.
Enfim, um programa imperdível, vou ligar na TV Brasil, sem dúvida.