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5.5.11

Sanny Alves recorda Ary Barroso, nesta quinta, na Gávea, em bar que abre as portas à MPB de bom palad



A
querida Sanny Alves, admirada por ouvintes ilustrados e exigentes, faz, nesta quinta, 5 de maio, às 21h, no musicalmente nascente Prado Emporium & Grill ("flyer" acima), no Jockey Club, na Gávea, a sua reverência interpretativa a um patrimônio da nossa canção popular, Ary Barroso. Não será, é claro, a lembrança de um compositor meramente interiorano, recortado pela observação rural e até mesmo exaltação dos fatos e das vissicitudes da sua terra e da sua gente de origem, como fizeram, em 1998, em gracioso CD da Revivendo, "Ary Mineiro", as cantoras gêmeas Célia e Celma, igualmente ubaenses. O Ary predominante em Sanny será aquele consagrado por tantas músicas de sucesso e regravações, "à la carte" para o paladar sentimental urbano, um Ary já muito bem aquarelado por uma toda mel Gal Costa, em 1980, em elepê da Philips que contou com belos arranjos do pianista Perna Froes - conterrâneo desta e ainda médico como outros dois baianos, Tuzé de Abreu e José Carlos Capinam - e do violonista Roberto Menescal. Um Ary de todos, do agrado geral, que nunca é demais ouvir, aquele dos clássicos que também reservam um momento de visitação ao "luxo só" da voz de Sanny. Já era tempo. 
           Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 
 
Pós-escrito: 1) no show de hoje no Prado, também lá reapresentado na próxima quinta, 12 de maio, no mesmo horário, Sanny canta ainda músicas do seu belo e mais recente CD, lançado pela Fina Flor. A programação do bar conta com o bom gosto de José Augusto Cunha;
                      2) nos "links" seguintes, dois momentos de Sanny, um em disco (o primeiro da carreira, lançado apenas no Japão) e o outro em show (no bistrô da extinta Modern Sound): 1) "Fiz um Samba", de Vasco Debritto, compositor e produtor paulista radicado há muito no Japão; 2) "Inquietação", de Ary Barroso.
 
 
                       http://www.youtube.com/watch?v=y8ndpYd4now ("Fiz um Samba")
 
                       http://www.youtube.com/watch?v=QqvXfD6PrvA&feature=related ("Inquietação")
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2.4.10

Dica do Gerdal: Sanny Alves canta nesta sexta no Lapinha em show inspirado por joias de Ary Barroso


Destacando, no último domingo, 28 de março, como gosto de fazer em relação aos nossos músicos - do passado e do presente -, parte da trajetória do violonista, compositor, arranjador e produtor musical Ruy Quaresma, esqueci-me de informar aos interessados onde se situa o Lapinha, promissora casa noturna no Centro, também talhada para piano-bar, da qual esse talentoso carioca é um dos sócios. Tal informação consta do "flyer" acima, que já inspira uma incursão boêmia no lugar, onde a amiga Sanny Alves, admirada por ouvintes ilustrados e exigentes, faz a sua reverência interpretativa a um patrimônio da nossa canção popular, Ary Barroso.
           Não será, é claro, a lembrança de um compositor interiorano, recortado pela observação rural e até mesmo exaltação dos fatos e das vissicitudes da sua terra e da sua gente de origem, como fizeram, em 1998, em gracioso CD da Revivendo, "Ary Mineiro", as cantoras gêmeas Célia e Celma, igualmente ubaenses. O Ary de Sanny, creio, será aquele consagrado por tantas músicas de sucesso e regravações, "à la carte" para o paladar sentimental urbano, um Ary já muito bem aquarelado por uma toda mel Gal Costa, em 1980, em elepê da Philips que contou com belos arranjos do pianista Perna Froes - seu conterrâneo e ainda médico como outros dois, Tuzé de Abreu e José Carlos Capinam - e do violonista Roberto Menescal. Um Ary de todos, do agrado geral, que nunca é demais ouvir, aquele dos clássicos que também reservam, no show desta sexta-feira, 2 de abril, um momento de visitação ao "luxo só" da voz de Sanny. Já era tempo. 

10.11.09

Dica do Gerdal: Sanny Alves canta nesta terça-feira em Copacabana - novo CD com brilho solar na interpretação



"Sunny" na palavra, no sorriso, no canto e no gesto, a bela morena Sanny Alves é presença ensolarada na noite carioca e também na nossa discografia popular, como já demonstrou no primeiro CD - "Da Cor do Pecado", em 2003, produzido pelo músico paulista Vasco Debritto e lançado apenas no Japão - e volta a demonstrar no segundo, "Samba e Amor", pela Fina Flor, com produção e arranjos do competente Ruy Quaresma. Este um disco com lançamento nesta terça-feira, 10 de novembro, às 19h, na Modern Sound, em Copacabana ("flyer" acima), em show de que também participarão, especialmente, o contrabaixista Luiz Alves, referência no acústico nacional e pai da moça, e o compositor e escritor Nei Lopes, de quem recomendo - não apenas como uma história de vida, mas também pelas reflexões que suscita - uma biografia muito bem escrita pelo jornalista Oswaldo Faustino para a recente série Retratos do Brasil Negro, da Selo Negro Edições.      
       Inicialmente revelada, em 2002, em faixas de "Saudade Demais", CD que marcou o retorno do grande Arthur Verocai ao disco solo após longa ausência, Sanny teve, no ano passado, após outros espetáculos em teatro, um desempenho bastante apreciado e aplaudido como Elizeth Cardoso na peça "Divina Elizeth". Brilho próprio, portanto, para uma carreira bem-sucedida aqui e ensolarada até mesmo no exterior é o que não lhe falta: o "the Sanny shine in", bem brasileiro, aliás, na iluminação interpretativa das canções.
       Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.