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21.2.11

Programe-se: Dia 23/2 - Tato Taborda, Alexandre Fenerich e Carlos Malta encerram os Concertos no Jardim com instrumentos reais e virtuais




Um espetáculo único em que as composições surgirão em tempo real. Esta é a proposta do recital de encerramento da série Concertos no Jardim,  nesta quarta-feira, 23/02, no Espaço Tom Jobim, com entrada franca, às 20.30 horas.
Iniciativa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com patrocínio da Light e apoio da Secretaria de Estado de Cultura, o ciclo musical se encerra com a a apresentação dos multiinstrumentistas Tato Taborda, Alexandre Fenerich e Carlos Malta. O encontro promete revelar toda a alma da música do Brasil com instrumentos, no mínimo, inusitados.
Taborda levará ao palco a Geralda, uma estrutura multiinstrumental, construída por ele em 1993. Desde então, “a máquina de fazer música” tem  evoluído  segundo os diferentes projetos em que é utilizada. Instrumentos são acrescentados, retirados, amplificados, processados, fragmentados.
A colaboração de Alexandre Fenerich começou em 2005. Ele armazenou no laptop as principais sonoridades da Geralda, criando assim um outro instrumento,  uma Geralda virtual, que dialoga com a similar física. A combinação da faceta real e virtual  do mesmo instrumento  resulta em uma entidade instrumental surpreendente e única: uma Geraldona, metade alumínio e cordas, metade algoritmos e dados.
Carlos Malta, conhecido como o Escultor do Vento, por sua maestria com múltiplos timbres nos diferentes saxofones barítono, tenor, alto e soprano e nas flautas em sol, dó, baixo, piccolo e  étnicas tornou-se parceiro em 2008 e transformou o duo em trio, pronto para voos sonoros  mágicos e sem prévias partituras.
SERVIÇO: 

CONCERTOS NO JARDIM 

Tato Taborda, Alexandre Fenerich e Geralda


Participação especial: Carlos Malta


DATA: 23/02 às 20:30h

LOCAL: Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro 

ENDEREÇO: Rua Jardim Botânico, 1008. Tel.: 2274-7012. 

CLASSIFICAÇÃO LIVRE 

ENTRADA FRANCA  com senhas distribuídas na bilheteria do Espaço Tom Jobim a partir das 19:30h
 

20.1.11

Carlos Malta convida Rosa Reis, que leva o Maranhão ao Bola Preta, nesta quinta, em show "pifado" do soprista carioca




Prezados amigos,
 
        O Centro Cultural Cordão da Bola Preta ("flyer" acima) dá seguimento, neste feriado de São Sebastião, à série Quintas Pifadas, levada pelo sopro funcional e marcante do carioca Carlos Malta. Ao lado do contrabaixista Itiberê Swarg, do baterista Márcio Bahia e do pianista Jovino Santos Neto, ele é "cobra criada" do "butantan" de talentos instrumentais que, por longos anos, acompanhou Hermeto Pascoal em discos e shows, vivenciando todo o rico universo inventivo do bruxo alagoano dos sons. Esculpindo o vento em carreira solo, Carlos Malta ostenta um leque variado e aprumado de CDs já lançados, entre os quais pontifica o "Pimenta", todo consagrado à memória da gaúcha Elis Regina, com arranjos que, reconstituindo atmosferas do repertório da cantora (como em "Nada Será Como Antes",  de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, e "Ladeira da Preguiça", de Gilberto Gil, do qual Malta foi "sideman" por longa temporada), "espanam a obviedade", segundo a observação do crítico Tárik de Souza.
        Carlos Malta e o Pife Muderno recebem, nesta quinta, como convidada especialíssima, a maranhense Rosa Reis (foto acima), que adentra o QG do carnaval carioca com o fascinante e empolgante rufar polirrítmico do Maranhão, tão bem representado em seu trabalho. Certamente, estará disponível a interessados o mais recente e ótimo CD dessa cantora de forte presença no palco. Trata-se de um disco com faixas alimentadas pela criação de grandes compositores desse estado do Nordeste, como Sérgio Habibe (autor de "Ponteira") e Ubiratan Sousa, autor de "Tempo Certo" (em parceria com Sousa Neto).         
        Um bom dia a todos. Grato pela atenção à dica.
 
        Um abraço,
 
        Gerdal
  
Pós-escrito: 1) Carlos Malta e o Pife Muderno executam "Ponteio", de Edu Lobo e José Carlos Capinam; 2) Rosa Reis, com o seu conjunto, em ritmo de maracatu; 3) novamente Rosa Reis, cantando "A Ema Gemeu", de João do Vale, Alventino Cavalcante e Ayres Viana..     .  
  
 
         http://www.youtube.com/watch?v=Fl-Ymwc8fhk&feature=related ("Ponteio", com Carlos Malta e o Pife Muderno) )
 
         http://www.youtube.com/watch?v=dtnnOPqftnA&feature=related (maracatu com Rosa Reis)
 
         http://www.youtube.com/watch?v=vh6v1xBO2SE&feature=related ("A Ema Gemeu", com Rosa Reis)

18.8.10

Gerdal indica: Tomás Improta recebe Carlos Malta, nesta quarta, no Lapinha: encontro de virtuoses em mais uma etapa do Bossanovíssima!




Defendendo, em grande estilo, a "gaita" da sobrevivência com a exuberância do sax e da flauta, no seu sopro internacionalmente apreciado, o virtuose Carlos Malta (foto acima) dá largas à improvisação nesta quarta, 18 de agosto, a partir das 20h30, no Lapinha (Av. Mem de Sá, 82 - sobrado - tel.: 2507-3235), tocando com outro virtuose, o pianista Tomás Improta (foto acima), ex-Doces Bárbaros e filho do pianista e renomado crítico de música clássica Eurico Nogueira Lima e da pianista erudita Ivy Improta. Com o seu valoroso quarteto - ainda formado por Tony Botelho (baixo), Dado (sax e flauta) e Victor Bertrami (bateria) -, Tomás, pai do destacado violonista Gabriel Improta, dá continuidade ao Bossanovíssima!, antes levado a efeito no TribOz, também na Lapa, uma série de bossa "free" que revaloriza "standards" e acentua o frescor de novos temas. 
        Assim, egresso, como o baterista Márcio Bahia, o contrabaixista Itiberê Swarg e o pianista Jovino Santos Neto, do grupo de instrumentistas que, por anos a fio, colaborou com o mago da experimentação Hermeto Pascoal, o carioca Carlos Malta, autodeclarado cantor de banheiro com ganas de soltar a voz em disco próprio de carreira, está, portanto, no Bossanovíssima!, muito à vontade, "à la Donato", para proporcionar, logo mais, aos presentes momentos de enlevo, no exercício lúdico da sua criatividade ritmicamente "nordestinada". A "mudernidade" do seu pife não engana: é firme na execução da brasilidade e não pifa na universalidade da intenção.
        *** 
 
Pós-escrito: nos "links" abaixo, 1) Tomás Improta, entre outros músicos, acompanha o violonista e compositor Jorge Bonfá, sobrinho-neto de Luiz Bonfá, em "Suburbana" (de Jorge Bonfá); 2) dois virtuoses, Carlos Malta, à flauta, e Ricardo Herz, este radicado na França, ao violino, tocando "Feira de Mangaio", de Sivuca e Glorinha Gadelha; 3) mais um grande músico em ação com Malta, o pianista e ex-médico homeopata Leandro Braga.             

 
   http://il.youtube.com/watch?v=CWi0if9vd8E&feature=related
 
   http://www.youtube.com/watch?v=AbIsfDwd8dU
 
   http://www.youtube.com/watch?v=Mt5PsFtRyvI&NR=1

21.4.10

Dica do Gerdal: O sopro de Carlos Malta é nota de relevo em mais uma noite do "Bossanovíssima!", nesta quarta, no TribOz


Genial autodidata que, de 1981 a 1993, fez parte da usina multitímbrica de Hermeto Pascoal, integrando com outros excelentes músicos, como o pianista Jovino Santos Neto, o contrabaixista Itiberê Swarg e o baterista Márcio Bahia, o grupo do bruxo alagoano, o carioca Carlos Malta (foto acima), também maiúsculo na composição, abrilhanta com o seu sopro mágico e de extensão internacional mais uma etapa do "Bossanovíssima!" no aconchegante TribOz. Como consequência de recente inundação no Rio de Janeiro, esse show não pôde ser levado a efeito na data inicialmente marcada, realizando-se esta semana, nesta quarta-feira, 21 de abril, de acordo com informação seguinte. De torrencial, agora, neste Tiradentes, só a beleza da música tocada por inspiração dessa bela iniciativa de Tomás Improta.
         Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 ***
             A tempo: no "link" abaixo, com imagens extraídas do Amazonas Jazz Festival de 2006, Carlos Malta apresenta-se com o Pife Muderno, com destaque para a dança do zabumbeiro Durval Pereira, bem casada com o ritmo.    
 
   http://www.youtube.com/watch?v=UlVHSuTEZU8

Serviço:
Bossanovíssima! – Convidado especial: Carlos Malta

Com direção musical de Tomás Improta, o projeto Bossanovíssima! traz nomes consagrados de nossa música e também novos artistas e novas tendências desse ritmo. O quarteto básico é formado por grandes instrumentistas, e a ele se juntam convidados especiais e músicos canjeiros. A história da Bossa Nova está sendo relembrada e recriada com novidades trazidas por esses talentosos músicos - seja testemunha!

Tomás Improta - piano, Dado - saxes e flauta, Tony Botelho - contrabaixo, Zazá Desidério - bateria. Convidado especial: Carlos Malta - sax e flauta.

Horário: das 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 15,00 (dinheiro, cheque ou VISA)

TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália
www.triboz-rio.com
Rua Conde de Lages 19, Off-Lapa (quase esquina com Rua Taylor)
Estacionamento rotativo na Conde de Lages 44 – R$ 5,00
Informações e reservas: 2210 0366 / 9291 5942

2.11.09

Dica do Gerdal : Chico Salles e Carlos Malta, nesta terça, no Sete em Ponto: nordestino carioca e carioca nordestino entre o sopro da tradição e o pif


Cordelista com vários títulos já lançados, como "Manel Xicote", "Matuto Apaixonado" e "A Saga do Cordel em Poesia", o engenheiro Chico Salles (foto acima), recém-empossado membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel,  na cadeira primeiramente ocupada por Catulo da Paixão Cearense, é grata aparição no Sete em Ponto (19h) desta terça, 3 de novembro, no Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes, 19 - tel.: 2224-3602) , dividindo o palco com o multissoprista Carlos Malta. Natural de Sousa, no sertão da Paraíba, Chico reúne em seu trabalho o coco, o xote e o xaxado, por exemplo, da referência sonora original, com influências da música urbana carioca, sobretudo o samba. Vindo para o Rio de Janeiro nos anos 70, teve no humorista Mussum, além de amigo, vizinho em condomínio e parceiro - em vários sambas e num xote, "Pinto no Xerém" -, um cicerone cultural, que o levou a conhecer o Buraco Quente, na Mangueira, e a concorrida roda no Cacique de Ramos, apresentando a Chico, em lugares ritmicamente bem representativos, o internacional cartão de visita da cidade. Já o maestro Anselmo Mazzoni injetou nesse frequentador assíduo dos "happy hours" que animava na Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá ânimo para cantar as próprias músicas, a que Chico logo corresponderia com canjas que se transfigurariam em rematados shows.
         Juntos num palco, Chico Salles e Carlos Malta, de certo modo, encarnam duas expressões musicais que se afinam em sentidos geograficamente opostos, porém complementares no efeito de relevo e beleza.  Um "nordestino carioca", que alia no que canta e no que compõe a região de origem com a cidade de adoção, e um "carioca nordestino", cuja flauta não raro esculpe o vento nos ares do frevo e do baião. Um encontro que ainda pode promover outro tipo de sonora complementaridade: entre os conjuntos Chabocão, de Salles, e o Pife Muderno, de Malta. Tradição e renovação forrozando, num agarradinho só.
         Um bom feriado a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 *** 
 Pós-escrito: a jovem Joana Queiroz não só encanta - com seu clarinete e sua música -, como também canta. Disso eu já sabia, mas pensava que os trinados da moça fossem ouvidos apenas entre amigos. Outra jovem de valor, Clarice Magalhães, pandeirista do Choro na Feira e que prepara o seu primeiro CD solo, escreve-me para observar que é pra valer, ou seja, que Joana, em show bem recente de dica passada, soltaria a própria voz no repertório de "Canções". Feito o registro, agradeço à Clarice o oportuno e fundamental adendo ao que escrevi.