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20.8.11

Gabi Buarque e sua música bem recomendada, neste sábado, na Tijuca, em lançamento de CD




Prezados amigos,

          Egressa da Escola de Música Villa-Lobos e da Escola Portátil de Música, nesta aprimorando o dedilhado ao cavaquinho e ao violão, a carioca Gabi Buarque é, especialmente, uma cantora e compositora de talento, muito bem recomendada por dois poetas e admiradores de alto relevo: Hermínio Bello de Carvalho e Sergio Natureza, em vídeo-release abaixo (terceiro "link"). Com a suavidade consistente do seu canto, conquistou o Troféu Elizeth Cardoso de Melhor Intérprete no II Festival das Rádios Públicas do Brasil - Arpub - e, em 2007, na Rádio Nacional e na Sala Baden Powell, apresentou-se em shows de lançamento do CD "Onomatopeia Não è Palavrão", de cujo espetáculo homônimo também participou. Nos dois primeiros "links", respectivamente, "Não Sonho Mais" e "A Violeira", ela dá o seu bonito recado em músicas de Chico Buarque, e melhor do que isso é vê-la em ação, neste sábado, 20 de agosto, no palco do Centro Municipal de Referência da Música Carioca (foto e "flyer" acima), a partir das 19h, lançando o seu "Deixo-me Acontecer" e mostrando, em particular, as faixas de sua autoria nesse CD de estreia. Participação especial de outro talento destes novos tempos canoros na MPB, Alfredo Del-Penho.
         Um bom dia a todos. Grato pela atenção à dica.

         Um abraço,

         Gerdal

Pós-escrito: o CMRMC situa-se na Tijuca, na Rua Conde de Bonfim, 824 - tel.: 3238-3832. Do show de Gabi, participam ainda os seguintes músicos: Miguel Martins (violão), Joana Queiroz (clarineta), Rodrigo Ferreira (baixo), Helbe Machado (bateria) - filho do baterista César Machado - e Anderson Balbueno (percussão).


               http://www.youtube.com/watch?v=0019wCQrnVI
("Não Sonho Mais")

               http://www.youtube.com/watch?v=PjeuEjpjjRc&NR=1
("A Violeira")

               http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=RpyAbPTxJpw (Gabi Buarque - vídeo-release)

6.5.11

Adauto Guerra toca nesta sexta na Tijuca: um guitarrista feito no bom conjunto de baile




 
        "Conjunto de baile já deu muito músico bom..." E, entre essas criaturas instrumentais, está o amigo Adauto Guerra (foto acima), cuja guitarra suave, influenciada pela bossa e pelo jazz, sem estridência - não se trata, portanto, de uma "gritarra" - concorreu para a animação de muitos bailes, festas e reuniões dançantes. Ex-discípulo de Celia Vaz e Ian Guest em harmonia e improvisação e ainda
com passagem - no bom sentido da expressão - por várias orquestras, o mineiro Adauto, tocando com outros músicos de valor, é a agradável atração da vez dentro da série Sextas Instrumentais, do Centro Municipal de Referência da Música Carioca ("flyer" acima), neste 6 de maio, às 19h30.  
        Nos "links" seguintes, ele, com conjunto, toca "Feira do Oriente"; 2) "Lugar Comum", de João Donato e Gilberto Gil; 3) "O Pato", de Jayme Silva e Neuza Teixeira, com o Toque de Bossa, conjunto que integra ao lado de Cynthia Lobato (violão e voz), Marco Bachur (baixo) e Riso Alcântara (bateria). 
        Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 
       
 
         http://www.youtube.com/watch?v=EdEi-eutYds&feature=related ("Feira do Oriente")
 
        http://www.youtube.com/watch?v=twODqHuojZk&NR=1 ("Lugar Comum")
 
        http://www.youtube.com/watch?v=1jC2IGaf9So&feature=related ("O Pato")

15.1.11

Orlandivo faz um passeio pelo samba de balanço, neste sábado, na Tijuca, a convite de Amanda Bravo




Prezados amigos,
 
      Aproveitei o final do ano passado, em casa, para ouvir, ainda no giro do prato do antigo toca-discos, algumas bolachas dos anos 60, e uma delas, de 1965, "Samba em Paralelo" (`Só ando em par, em paralelo..lelo.."), da memorável Musidisc (gravadora do falecido cantor e compositor Nilo Sérgio, criador da orquestra Românticos de Cuba), ouvi-a, curiosamente, em elepê importado, reeditado na Alemanha e relançado em 2003. Graças à "pirataria do bem" - como a da Rua Pedro Lessa, no Centro do Rio, em que qualquer mortal bem aquinhoado e de bom gosto musical pode ter acesso a joias fonográficas esgotadas ou não relançadas regularmente em CD por falta do chamado "apelo de mercado", um equívoco conceitual longamente forjado e fomentado pela indústria com o endosso dos "mass media" -,  o catarinense Orlandivo (foto acima) pôde sair do limbo para ganhar as pistas londrinas de "night clubs" e, de lá pra cá, reconduzir a carreira com shows diversos e até mesmo um ótimo CD relativamente recente, "Sambaflex", de 2006, produzido por Henrique Cazes. Este um disco cujo título - bolado pelo percussionista Beto Cazes, irmão do virtuoso cavaquinhista, com inspiração no cigarro Free Flex - sugere a adaptabilidade do samba a batidas diferentes da tradicional e formas diversas de cadência e requebro.
      Criado no Rio, a partir dos 11 anos, no Hotel Rio-Minas, na Praça da República, Orlandivo logo chamou a atenção, em fins dos anos 50, de tantos quantos o viam mostrar, informalmente, à porta das boates Drink, de Djalma Ferreira, e Arpège, de Waldir Calmon, na companhia do parceiro Roberto Jorge (filho da atriz Gracinda Freire), os seus sambas bem suingados, ao som de uma inovação rítmica: o acompanhamento de um molho de chaves, as suas sete chaves do sucesso. Ouvido por Miltinho, "crooner" da Drink, nela estreou em noite em que o pianista dono da casa era substituído por Ed Lincoln, e, bem-sucedido, já nos anos 60, lançava, em disco, com o anasalado da voz, sambas de balanço - sua marca registrada -, como "Samba Toff" e "Sambadinho" (com Roberto Jorge), Tamanco no Samba (com Hélton Menezes) e "Bolinha de Sabão" (com Adílson Azevedo, irmão do saudoso guitarrista Neco), este aquele "tuplec-tuplim" que foi um estouro, em 1962, na carreira de uma sobrinha de Ademilde Fonseca, a cantora Sonia Delfino. Já nos anos 70, com um também saudoso cantor, compositor e humorista pernambucano de Serra Talhada, Arnaud Rodrigues, conterrâneo de Lampião, Orlandivo emplacaria o sucesso de "Vou Batê pa Tu" - que Arnaud e Chico Anísio, no hilário Baiano e os Novos Caetanos, cantavam em "Chico City", na TV Globo - e, ainda nesse decênio, se destacaria como criador de "jingles" e ator em comédias eróticas, como "Eu Transo, Ela Transa", de 1972, dirigida por Pedro Camargo - parceiro de Durval Ferreira na delicada "Chuva", um primor do lirismo bossa-novista.               
      Em companhia da cantora e produtora Amanda Bravo, Orlandivo faz show neste sábado, 15 de janeiro, às 19h, no Centro Municipal de Referência da Música Carioca ("flyer" acima), quando será gravado um DVD.
      Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 
      Um abraço,
 
      Gerdal
 
Pós-escrito: nos "links" abaixo, 1) "Samba Toff", de Orlandivo e Roberto Jorge, pelo Sexteto Moderno de Jazz (do qual Fats Elpídio, ao piano, e Aurino, ao sax, por exemplo, faziam parte), em elepê de 1963; 2) o próprio Orlandivo canta, de sua autoria e de Beto Cazes, "Sambaflex"; 3) Ele em mais um sucesso de carreira, "Bolinha de Sabão"; 4) desta vez, em "Na Onda do Berimbau", lembrando um grande compositor do Bafo da Onça", Osvaldo Nunes; 5) "Tamanco no Samba", com a banda Balaco, de Ribeirão Preto; 6) Orlandivo e Amanda Bravo em "Falaram Tanto de Você",  que ele compôs com Durval Ferreira, pai dela. No acompanhamento, um ótimo trio formado por Paulo Midosi, ao piano, Haroldo Cazes (irmão de Beto e Henrique Cazes), ao baixo, e Rubinho, à bateria. 
 
    http://www.youtube.com/watch?v=RJMWS59oUKA ("Samba Toff")

    http://www.youtube.com/watch?v=IP0HyzSHum0 ("Sambaflex")
 
    http://www.youtube.com/watch?v=Wr68jZiFXbw&feature=related ("Bolinha de Sabão")
 
    http://il.youtube.com/watch?v=lkwJ20aTXa0&feature=related ("Na Onda do Berimbau")
 
   http://www.youtube.com/watch?v=SZyLmipanyY ("Tamanco no Samba")
 
  http://www.youtube.com/watch?v=NQhvcquNXkk&feature=related ("Falaram Tanto de Você") 

2.12.10

É hoje! Rui Carvalho e o Grupo Samba na Cabeça fazem homenagem a Noel


HOJE - DIA 2/12 às 19h (QUINTA-FEIRA) SHOW NO CENTRO DE REFERÊNCIA DA MÚSICA CARIOCA, RUI DE CARVALHO E SAMBA NA CABEÇA – Abertura das comemorações do Centenário de Noel Rosa e dia Nacional do Samba - Participação especial: Camerata Tocante do ECTVR. Conde de Bonfim, 824 (esq. com à Garibaldi) Tel: 3238-3831
Imperdível!!!!!

20.11.10

Micheline Cardoso grava "Cascadura Samba ao Vivo" (CD e DVD) neste sábado em show suingado na Tijuca



Repasso acima "flyer" com uma dica musical interessante, de muita vibração, com a gravação do CD e DVD "Cascadura Samba ao Vivo", da cantora e compositora Micheline Cardoso, neste sábado, 20 de novembro, às 19h, em show no Centro Municipal de Referência da Música Carioca ("flyer" e foto acima), na Tijuca. No "link" abaixo, um pouco do "swing-simpatia" dessa amiga carioca naturalmente alegre e de ótimo astral.
        
        http://www.youtube.com/watch?v=fivSR6xYPzc&feature=related

Mais Micheline nos seguintes links:

http://twitter.com/michelinemusic

http://www.myspace.com/michelinecardoso

http://www.oinovosom.com.br/michelinecardoso

http://www.michelinecardoso.com.br

7.8.10

Gerdal Indica: Sidney Mattos retorna ao palco do CMRMC, na Tijuca, neste sábado, para dar asas instrumentais a encontro do forró com o jazz


 Curiosidade na nossa fonografia, pois, em 40 anos com os pés nessa estrada da música popular, concentra quase todos os seus discos nos últimos onze anos, lançando, nesse período, pelo menos, um CD por ano, Sidney Mattos (foto acima) foi integrante do MAU (Movimento Artístico Universitário) no início da carreira, juntamente com Luiz Gonzaga Jr., Ivan Lins (de cuja banda fez parte), Cláudio Cartier, Aldir Blanc, César Costa Filho e Tavynho Bonfá, entre outros, e, desde então, entre os diversos trabalhos em palco de que participaria, destacam-se, por exemplo, "O Velho e o Moço", ao lado do saudoso violonista baiano Codó, em 1976, no Teatro Gláucio Gil; a direção musical de "Zumbi", encenada por Gianfrancesco Guarnieri, e, em Paris, no mesmo ano, de show da dupla Les Étoiles, no Olympia; além de turnê, no ano seguinte, com a jazzística maranhense Tânia Maria pela Suíça. Na antiga TV Educativa do Rio de Janeiro, hoje TV Brasil, musicou programas como "República dos Bichos" e "Canta Conto", este uma excelente atração para a audiência mirim apresentada por Bia Bedran. Xico Chaves, Ana Terra, Tibério Gaspar, Euclides Amaral, Cacaso, Luiz Alfredo Milleco, Maurício Duboc e dois outros do MAU - os letristas "do bem" Ivan Wrigg e Marco Aurélio (com quem fez sua primeira composição gravada, "Antiga Voz", em 1971, pelo Quarteto Forma) - figuram entre os parceiros desse nome consistente e gabaritado da MPB, primo do pianista e arranjador Luiz Avellar (vivendo há anos em Portugal) e ex-integrante do conjunto de baile Som Maior. Sidney também é musicoterapeuta, com formação primeiramente feita no Conservatório Brasileiro de Música e, por muitos anos, diretor do NEAE (Núcleo Experimental de Arte-Educação).  
       Conhecido pela tendência acentuada ao improviso no seu trabalho de expressão musical, o que, aliás, faz reconhecidamente bem, sem "embromation", Sidney (teclado e voz), ao lado do baixista Rubens Leite e do baterista Elly Werneck, exercita o talento em show neste sábado, 7 de agosto, às 19h, no Centro Municipal de Referência da Música Carioca (Rua Conde de Bonfim, 842 - Tijuca - tel.: 3238-3831), no qual promove uma estimulante interseção do jazz com o forró - e suas fontes legítimas, como o xote e o baião - em voo de livre execução, particularmente ligado, como sempre esteve ao longo da carreira, nas ricas possibilidades de manifestação rítmica do país, inclusive folclóricas. Ainda com suas asas instrumentais (além do piano, toca flauta e violão), revisita a própria inspiração autoral e, previsto no roteiro da função, faz uma leitura moderna e especial de gemas de Villa-Lobos, Gonzagão e Hermeto Pascoal.   
      ***
      
Pós-escrito: no primeiro dos "links" abaixo, 1) Sidney Mattos aparece em curta entrevista sobre o seu trabalho, quando de show feito no Conservatório de Tatuí (SP). Em sequência descendente, 2) canta e toca, em quarteto, "Rapaz de Bem", de Johnny Alf; 3) em "Eu Sou Assim", com letra de Luiz Alfredo Milleco; 4) na belíssima "Maison du Brésil", esta de 1978 e inspirada na casa homônima, situada na Cité Universitaire, na Cidade Luz, que acolhia estudantes brasileiros lá chegados; 5) em mais uma das suas, "Os Mares", novamente com letra de Luiz Alfredo Milleco; 6) em outra curta entrevista, discorre sobre a sua longa experiência, como arte-educador, com crianças, visando despertá-las para possibilidades bem mais amplas de percepção e expressão musical do que a grande mídia, reducionista e banal, o mais das vezes, lhes oferece. Também destaca festivais de que elas participam, como uma extensão benfazeja desse vínculo inicial com a música. Afinal, de pequenino se torce o pepino.   
 
 http://www.youtube.com/watch?v=YKqVcCiEqAk&feature=related
  
 http://www.youtube.com/watch?v=oHtbkQd1FU0&feature=related
 
 http://www.youtube.com/watch?v=_lEOp2aqcJM&feature=related

 
  http://www.youtube.com/watch?v=rLa4YGsgf2E&feature=related

 
  http://www.youtube.com/watch?v=lt9O9LtZpuo
 
  http://www.youtube.com/watch?v=C5vyw3P-yAc&feature=related

17.7.10

Dica do Gerdal: Vidal Assis e Muiza Adnet cantam a música de Sidney Miller, neste sábado, na Tijuca, no show "Pede Passagem"



No primeiro dos "links" abaixo, pode-se ver a imagem histórica de Sidney Miller (foto acima) e Nara Leão defendendo, da lavra dele, "A Estrada e o Violeiro", em 1967, no III Festival de Música Popular Brasileira, na TV Record, uma composição muito bem regravada, há pouco, pelo conjunto mineiro Viola Urbana. Por ter levado ao disco, com frequência, músicas de Sidney e Chico Buarque - extraindo deles quase toda a substância do elepê "Vento de Maio", do mesmo ano -, ela acentuou na imprensa a observação de traços comuns a ambos os compositores, no plano artístico, sobretudo a inspiração acendrada e o reflexo desta em letras de elevada qualidade. Carioca de Santa Teresa e tímido como o então iniciante Chico ao mostrar a sua criação no palco, Sidney ganharia, em 1968, com a sua "Sem Assunto", interpretada por Cynara e Cybele, o I Festival de Música Popular de Juiz de Fora e diversificaria o sentido da sua produção, também voltada para o cinema (a trilha de "Os Senhores da Terra", por exemplo, longa de 1969 do amigo de infância Paulo Thiago) e para o teatro (em outro exemplo, a trilha de "Alice no País do Divino Maravilhoso", de 1970, feita em parceria com Sueli Costa). Morto em 16 de julho de 1980, ele é lembrado por um jovem talentoso, Vidal Assis, cantor, compositor e violonista, parceiro de Hermínio Bello de Carvalho e do bandolinista gaúcho Luis Barcelos, por exemplo, e pela cantora Muiza Adnet, irmã de Mário Adnet, entre outros musicais Adnet, e "crooner" da Orquestra Leviana. Neste sábado, 17 de julho, às 19h, fazem show no Centro Municipal de Referência da Música Carioca (flyer acima), a cujo roteiro decerto não faltarão títulos bem conhecidos da obra de Sidney, como os dos demais "links": 2)"É Isso Aí", samba regravado por Paula Lima e aqui ouvido na voz do próprio autor; 3) "Maria Joana", com Teresa Cristina, então "future maman" nas imagens do Youtube, acompanhada do Semente; 4) "Alô, Fevereiro!", com Roberta Sá cantando no Circo Voador; 5)  por último, imagens do universo infantil embaladas pelo canto suave de Nara Leão, em "O Circo", que, na abertura dos capítulos da novela "À Sombra dos Laranjais", da TV Globo, era ouvida por Marília Barbosa em marcante gravação.
           Um bom sábado a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 
         *** 
 
        
http://www.youtube.com/watch?v=MsY0QsgTQyQ&feature=related
 
http://www.youtube.com/watch?v=f5B0YorimXE      
         
http://www.youtube.com/watch?v=kTONsE_uQP8&feature=related 
 
http://www.youtube.com/watch?v=jK45zOTxJfQ&feature=related
 
http://www.youtube.com/watch?v=CFKtWFodjqY

        
 
Ficha técnica:
Banda:
Muiza Adnet - voz
Vidal Assis - voz
Denize Rodrigues - sax tenor, sax soprano e flauta
Ítalo Simão - violão e arranjos
Sergio Castanheira - baixo
Antonio Neves - bateria
 
Direção Cênica: Inez Viana
Direção Musical: Ítalo Simão
Direção de Produção: Girassol Produções
Produção Executiva: Renata Borges

Concepção: Daniel e Jussie Caverna.

4.7.09

Dica do Gerdal: Marvio Ciribelli e Thaís Motta neste sábado na Tijuca


Um dos lugares no Rio de Janeiro que se podem frequentar com a certeza de encontrar grandes atrações da nossa música popular é o Centro Municipal de Referência da Música Carioca - Rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca -, agora sob a gestão do destacado violonista e compositor Cláudio Jorge. E neste sábado não será diferente com a presença de uma dupla dinâmica, o pianista Marvio Ciribelli e a cantora Thaís Motta, que estão sempre em movimento pelas linhas sinuosas e estimulantes da canção, fazendo shows em pontos diversos. Também compositor e arranjador de alto quilate, o niteroiense Marvio Ciribelli, de dedos ágeis e determinados ao teclado, tem vários CDs lançados e algumas passagens brilhantes por festivais de jazz, como o de Montreux, na Suíça; por seu turno, a iniciante Thaís Motta, num ótimo CD já lançado, "Minha Estação", o primeiro da carreira, demonstra cabalmente por que é uma carioca que tem conquistado a atenção de ouvintes exigentes e pode ser considerada uma das vozes mais impressionantes já surgidas entre as da sua geração. O show de ambos, "Influência da Bossa", hoje, 4 de julho, começa às 19h ("flyer" acima).
Um bom sábado a todos. Muito grato pela atenção.