O jornalista e escritor Mouzar Benedito, vai lançar no dia 5 de fevereiro (segunda-feira) o livro "O mistério do obelisco".
O evento vai começar a partir das 19h, no Empanadas Bar - rua Wisard, 489 - Vila Madalena.
O livro tem 240 páginas e, no lançamento, custará apenas R$ 30,00.
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2.2.18
18.12.14
Dia 20 de dezembro, sábado, 15h - Tarde de autógrafos do livro “Paca, Tatu, Cutia! – Glossário Ilustrado de Tupi” com o escritor Mouzar Benedito e o cartunista Ohi.
É isso aí: Publico aqui o release, sem cortes do pessoal do "Autor na Praça".
O AUTOR NA PRAÇA apresenta tarde de autógrafos do livro “Paca, Tatu, Cutia! – Glossário Ilustrado de Tupi” com o escritor Mouzar Benedito e o cartunista Ohi./***
O Natal está chegando, quer uma boa opção para presentear: um livro, melhor ainda se for um Glossário ilustrado de Tupi ou Nheengatu como é conhecida a língua da maioria dos índios brasileiros. A oportunidade de comprar o livro com a dedicatória de seus autores será no próximo sábado, dia 20 de dezembro, no projeto O Autor na Praça, quando os autores Mouzar Benedito e o cartunista Ohi estarão no Espaço Plínio Marcos em tarde de autógrafos do livro “Paca, Tatu, Cutia! – Glossário Ilustrado de Tupi”, lançado recentemente pela Editora Melhoramentos.
Sobre o livro - Você sabe o que Bauru, Jurema, jacaré e pereba têm em comum? Todas são palavras originadas das línguas faladas no Brasil na época do descobrimento. Os indígenas do litoral brasileiro falavam dialetos muito parecidos de uma língua brasílica, que era só oral. Os jesuítas tentaram unificar esses dialetos por meio da criação de uma escrita, o “nheengatu” (“língua boa” ou “falar bem”, em tupi). Com o objetivo de valorizar nossa cultura e linguagem, Mouzar Benedito compilou os vocábulos do nheengatu neste glossário. Além de muito importante para estudantes do ensino fundamental e do ensino médio, este livro é também de interesse dos adultos. O autor procurou levantar o máximo de palavras do cotidiano (adjetivos, substantivos e verbos) e uma pequena parcela dos muitos nomes de cidades e bairros, rios e serras, estados e antropônimos. O leitor vai conhecer essas palavras, seus significados e muitas curiosidades sobre elas. Para completar a bela apresentação o livro traz ilustrações do cartunista Ohi. “Paca, Tatu, Cutia – Glossário Ilustrado de Tupi”, Editora Mehoramentos, 128 páginas, R$ 49,00.
Sobre Mouzar Benedito – É jornalista e geógrafo. Nasceu em Nova Resende (MG). Atualmente é colunista das revistas Fórum Digital e Revista do Brasil. É sócio-fundador da Sociedade dos Observadores de Saci (SOSACI), autor da coleção infanto-juvenil Mitologia Brasílica (Saci, Iara, Curupira, Boitatá, Caipora e os “Importados”: Mula sem cabeça, Cuca e Lobisomem), dos livros Anuário do Saci, Anuário do Saci e seus amigos – Mitologia Brasílica e Saci e os amigos da Natureza. Participou ativamente da imprensa alternativa – foi um dos fundadores dos jornais Versus e Em Tempo, colaborou no Pasquim, Brasil Mulher, Mulherio, Movimento etc. – e trabalhou ou colaborou em cerca de trinta jornais e trinta revistas. Fez, com Henfil, versão brasileira da Revista Mafalda e traduziu vários livros. Tem 44 livros publicados. Entre eles, Santa Rita Velha safada (1983, Editora Busca Vida), Pobres, porém perversos (1992, Editora Scritta), 1968, Por ai... Memórias Burlescas da Ditadura (2008, Publisher Brasil), Ousar Lutar (2000, em co-autoria com José Roberto Rezende, Boitempo Editorial), Trem Doido (2012, Limiar Editora) e a série Ferrer, Bill Ferrer – Detetive Heterodoxo (Boitempo Editorial)
Sobre José Luiz Nogueira Ohi – Mais conhecido como Ohi, é jornalista e artista gráfico. Nasceu em 1953 em Campo Grande (MS). Estudou e começou a vida profissional em São Paulo. Antes de se tornar jornalista, foi cenógrafo e figurinista. Entrou na Editora Abril em 1974, onde trabalhou na Revista Placar por oito anos. Também trabalhou nos jornais alternativos da época, entre eles o Jornal Unidade do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo. Foi também um dos fundadores da Associação dos Artistas Gráficos e Fotógrafos (AGRAF). Atualmente trabalha como ilustrador de livros, revistas e jornais. Em parceria com o jornalista Mouzar Benedito escreveu e ilustrou os livros: Roendo o Osso, Anuário do Saci, Anuário do Saci e seus amigos – Mitologia Brasílica, Saci e os amigos da natureza, O Reino da Água e a coleção Mitologia Brasílica. No momento desenvolve alguns projetos, entre eles o Batalha de Mitos, o primeiro Trade Card Game (TCG) – jogo de cartas colecionáveis – brasileiro, utilizando nossos mitos como personagens do jogo. É um dos fundadores da Sociedade dos Observadores de Saci (SOSACI). Conheça as “ilustras” do Ohi: http://ohitine3.wix.com/ohi-ilustras.
Serviço:
O AUTOR NA PRAÇA apresenta tarde de autógrafos do livro “Paca, Tatu, Cutia! – Glossário Ilustrado de Tupi” com o escritor Mouzar Benedito e o cartunista Ohi.
Dia 20 de dezembro, sábado, 15h.
Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros
20.10.14
Lançamento de "Paca, tatu, cotia - Glossário Ilustrado de Tupi" - dia 25 de outubro nos campos de Piratininga (Sampa)
Mais uma produção do meu amigo (jornalista e escritor) Mouzar Benedito (junto com o ilustrador Ohi) vai para as livrarias. Trata-se do livro Paca, tatu, cotia - Glossário Ilustrado de Tupi.
É um livro para adultos e para crianças.
Na contracapa do livro está escrito o seguinte:
Você sabe o que Bauru, Jurema, Jacaré e pereba têm em comum?
Todas são palavras originadas das línguas faladas no Brasil na época do descobrimento.
Os indígenas do litoral brasileiro falavam dialetos muito parecidos de uma língua brasílica, que era só oral. Os jesuítas tentaram unificar esses dialetos por meio da criação de uma escrita, o “nheengatu” (“língua boa” ou “falar bem”, em tupi).
Com o objetivo de valorizar nossa cultura e linguagem, Mouzar Benedito compilou os vocábulos do nheengatu neste glossário.
Além de muito importante para estudantes do ensino fundamental e do ensino médio, este livro é também de interesse de adultos.
O autor procurou levantar o máximo de palavras do cotidiano (adjetivos, substantivos e verbos) e uma pequena parcela dos muitos nomes de cidades e bairros, rios e serras, estados e antropônimos.
O leitor vai conhecer essas palavras, seus significados e muitas curiosidades sobre elas.
Lançamentos:
Em São Paulo, dia 25 (sábado), das 16h às 19h ,na Livraria da Vila - Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena.
Em São Luiz do Paraitinga, dia 1 de novembro (também sábado), ao meio-dia, na Festa do Saci.
O livro pode ser adquirido desde já diretamente na Editora Melhoramentos: https://www. livrariamelhoramentos.com.br
Clique na imagem para ampliar e VER melhor
15.8.12
Mouzar Benedito lança sua Mitologia Brasílica dia 18
O jornalista e escritor Mouzar Benedito vai lançar, junto com o cartunista Ohi, uma coleção inteira sobre mitologia brasileira. Cada volume vai ser dedicado a um (ou mais) mito ligado e a uma questão ambiental. Teoricamente é infanto-juvenil, mas serve para pra gente grande também.
Os livros estão muito bonitos, com uma diagramação maravilhosa de Tadeu Araújo e as ilustrações do Ohi, muito caprichadas.
Ah, o Quarteto Pererê vai se apresentar lá (das 16h30 às 17h), com participação especial da cantora Letícia Torança.
O lançamento vai ser no Sábado, dia 18, das 15h às 18h, na Livraria da Vila - rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena
Veja os títulos dos livros (o do Saci tem 64 páginas os demais têm 48, todos eles são em quatro cores, estão bonitos pra chuchu como já foi dito acima).
A coleção chama-se Mitologia Brasílica:
O Saci - guardião da floresta
O Curupira - nosso gênio das matas
A Iara - encanto das águas
O Boitatá - esse mito é fogo!
O Caipora - amigo dos bichos
Lobisomem, Cuca e Mula sem Cabeça - importados e naturalizados
Todo mundo lá!!!
18.3.11
Mouzar Benedito no programa do Jô

Meu amigo Mouzar foi falar sobre o livro de causos dele "Trem Doido", no Programa do Jô e parece que acabou não falando necas de pitibiribas da tal obra.
Para ver essa performance, clique no link que você chega lá no blogue dele, onde está "postado" o vídeo da entrevista, que rolou numa madrugada dessas.
Mouzar é um jornalista e escritor de fina ironia e voz de locutor que tem muitas, mas muitas histórias para contar e merece ser conhecido de "perto". Portanto, amigos navegantes, esta é uma oportunidade rara. Aproveitem!
Lá vai o link: http://revistaforum.com.br/blogdomouzar/?p=125#comments
12.1.11
Blog do Mouzar

Caros navegantes, vocês precisam visitar o blog do Mouzar Benedito.
Mouzar sempre tem uma boa história para contar - é jornalista, escritor e fundamentalmente um cientista curioso a procura da filosofia pedral.
O link é :http://revistaforum.com.br/blogdomouzar/
14.10.10
Programe-se: Lançamento do livro" Pobres, porém perversos" - de Mouzar Benedito dia 19 de outubro

O livro Pobres, porém perversos do meu amigo Mouzar Benedito vai ser lançado no dia 19 de outubro, a partir das 18,30 horas no Sushi da Villa na Rua Wisard, 574 na Vila Madalena - esquina com a Mourato Coelho (ou será Morato Coelho?). Por essas e outras que vou acabar mudando para Sampa.
Mouzar dispensa apresentações, mas esse texto límpido de Márcio de Souza ninguém poderia dispensar. Fala mestre:
Romances sobre matutos na grande cidade não são muito comuns hoje em dia. Foi, até os idos dos anos sessenta, um tema recorrente no teatro, no rádio e na literatura. É por isto que o novo livro de Mouzar Benedito surpreende.
Pobres, Porém Perversos é todo uma novidade só. Primeiro, é um livro sobre migração interna, sobre aturdimento cultural e a arte de sobreviver do fraco que se faz forte. É tudo isto e é também o sempre articulado e singelo senso de humor do autor. Aliás, leitor, o humor é a grande virtude deste romance de formação, um caso raro em se tratando de história de gente simples, jovens de um país de poucas perspectivas, já calejados na arte de levar a vida sem grandes tropeços.
Considero este romance um belo exemplar de maturidade estilística, de domínio do assunto, escrito por alguém que tem compaixão por esses sofredores ingênuos, malandros, basbaques perante um mundo sem contemplação e sem piedade.
Pobres, Porém Perverso vai enriquecer os leitores. E fala de esperança num tempo que a esperança virou apenas uma utopia a mais.
Márcio Souza
6.4.10
Programe-se: O jornalista e escritor Mouzar Benedito autografa "Meneghetti, o gato dos telhados" no projeto O Autor na Praça no sábado. dia 10


(Recebi por e-mail o lançamento do livro do meu amigo Mouzar Benedito e soube que o Luiz Gê também vai estar na dita praça com a HQ dele sobre a figuraça que foi Meneghetti - botei no ar o release inteiro)
Nosso convidado no próximo sábado, dia 10 de abril é o jornalista e escritor Mouzar Benedito, um dos fundadores do projeto O Autor na Praça, autografando seu livro mais recente “Meneghetti, o Gato dos Telhados”, publicado pela Boitempo Editorial. Contaremos também com a presença do quadrinista Luiz Gê. Já no século passado, sobre políticos corruptos, dizia Meneghetti uma frase muito apropriada para os dias de hoje: “Sempre detestei homens que malbaratam o dinheiro público”, embora tenha sido considerado "o maior ladrão" da Pauliceia, Meneghetti nunca usou de violência ou roubou dinheiro público. O livro traz ainda a história em quadrinhos, criada em 1976 por Luiz Gê para o jornal Versus, que inspirou argumento e roteiro do curta metragem de Beto Brant sobre a história do italiano. Mais informações sobre o livro e o autor abaixo.
Serviço
O Autor na Praça com Mouzar Benedito autografando “Meneghetti, o Gato dos Telhados”.
Dia 10 de abril, sábado, a partir das 11h.
Espaço Plínio Marcos - Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros.
Informações: Edson Lima – 9586 5577 - edsonlima@oautornapraca.com.br
Realização: Edson Lima e AAPBC – Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto.
Apoio: Max Design, Cantinho Português, Jornal da Praça, TV da PRAÇA, Enlace-media.com, Restaurante Consulado Mineiro e Bar do Jeová
Sobre o livro “Meneghetti, o Gato dos telhados” - Boitempo Editorial, 136 págs. R$ 29,00. - "Minha primeira visão do mundo foi a cidade de Pisa, com sua torre inclinada. Tal como a torre, também o meu destino estaria sempre inclinado, cai-não-cai". (Gino Amleto Meneghetti).
Na Pauliceia de meados do século XX, Gino Meneghetti era um artista - um artista na arte de roubar. Ele chegou em São Paulo pela onda de migração dos muitos italianos que vieram ao Brasil em busca de trabalho. Mas logo ficou claro que sua trajetória teria pouco de comum com a de maior parte de seus conterrâneos. Esta obra apresenta o perfil desse anti-herói italiano que ganhou notoriedade por seus roubos e fugas espetaculares. Com uma linguagem irreverente, o jornalista Mouzar Benedito resgata a lendária "carreira" de Meneghetti, que foi avidamente acompanhada pela sociedade da época e gerou muitas histórias transmitidas até hoje na capital. Conhecido por roubar somente dos ricos e sua politização contestadora, Meneghetti fez sua fama ao empreender assaltos, fugas da polícia, por suas passagens pela prisão e protagonizar muitos "causos" na cidade no início do século XX. A pesquisa biográfica de Marcel Gomes e Antonio Biondi complementa o retrato de um dos maiores larápios que São Paulo já conheceu. Saiba mais
Trecho da orelha por Heródoto Barbeiro - Por causa do “gato dos telhados” levei muitos tapas da minha mãe. Não me lembro se a primeira vez que o vi foi antes ou depois do IV Centenário de São Paulo, mas nenhum menino que ouvia suas histórias era capaz de esquecer ou deixar de admirar o velhinho baixinho, com forte sotaque italiano e uma boina de aba. Meus olhos brilhavam quando Gino Meneghetti vinha ao bar do meu pai, na baixada do Glicério. Ficava no balcão e contava como pulava muros, saltava telhados, enganava a polícia e descobria onde os ricos guardavam suas joias. Era como um personagem que tinha saído do gibi e ali estava em carne e osso.
Sobre o autor - Mouzar Benedito, jornalista, nasceu em Nova Resende (MG) em 1946, o quinto entre dez filhos de um barbeiro. Trabalhou em vários jornais alternativos (Versus, Pasquim, Em Tempo, Movimento, Jornal dos Bairros - MG, Brasil Mulher). Estudou Geografia na USP e Jornalismo na Cásper Líbero, em São Paulo. É autor de muitos livros, dentre os quais destacamos “João do Rio, 45” (2009, Limiar Editora), “O anuário do Saci” (2009, Publisher Brasil), “O tropeiro que não era aranha nem caranguejo” (2008, co-autoria com Bira Dantas pela Limiar Editora), “1968, Por ai... Memórias Burlescas da Ditadura” (2008, Publisher Brasil), “Saci, o Guardião da Floresta” (2007, co-autoria com Ohi pela Editora Salesianas), “Barão de Itararé” (2007, Expressão Popular), “Luiz Gama” (2006, Expressão Popular), “Ousar Lutar” (2000, Boitempo), em co-autoria com José Roberto Rezende, e “Pequena enciclopédia sanitária” (1996, Boitempo).
Sobre Luiz Gê: http://oglobo.globo.com/blogs/Gibizada/posts/2009/11/14/o-aguardado-retorno-de-luiz-ge-hq-perfis-4-241233.asp
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29.1.10
Meneghetti nos telhados de Sampa de novo

O lançamento foi ontem, mas por uma série de trapalhadas deste blogueiro, só consegui noticiar hoje. O que importa é que Mouzar Benedito nos brinda com mais uma obra, e desta vez escreve sobre as aventuras do fabuloso ladrão que aterrorizou Sampa na meiuca do século XX.
Vai para o ar então o e-mail que recebi sobre o livro Meneghetti - o gato dos telhados
Ele chegou em São Paulo pela onda de migração dos muitos italianos que vieram ao Brasil em busca de trabalho. Mas logo ficou claro que sua trajetória teria pouco de comum com a de maior parte de seus conterrâneos. Na Pauliceia de meados do século XX, Gino Meneghetti era um artista, mas um artista na arte de roubar. Esta obra apresenta o perfil desse anti-herói italiano que ganhou notoriedade por seus roubos e fugas espetaculares.
Com uma linguagem irreverente, o jornalista Mouzar Benedito resgata a lendária “carreira” de Meneghetti, que foi avidamente acompanhada pela sociedade da época e gerou muitas histórias transmitidas até hoje na capital. Conhecido por roubar somente dos ricos e por sua politização contestadora, Meneghetti fez sua fama por empreender assaltos, fugas da polícia, por suas passagens pela prisão e por protagonizar muitos ‘causos’ na cidade no início do século XX.
A pesquisa biográfica de Marcel Gomes e Antonio Biondi complementa o retrato de um dos maiores larápios que São Paulo já conheceu. O resgate desta história é completado ainda por frases extraídas de entrevistas publicadas e de cartas enviadas por Gino aos jornais. O livro traz também a história em quadrinhos, criada em 1976 por Luiz Gê para o jornal Versus, que inspirou o curta metragem de Beto Brant sobre a história do italiano.
Trecho da obra Meneghetti era isso: uma lenda, até então viva. Seu nome virou sinônimo de ladrão em boa parte do Brasil. Na minha infância no sul de Minas, por exemplo, eu me lembro que, para xingar alguém de ladrão, chamava-se a pessoa de Meneghetti ou de Sete Dedos. Eram os ladrões mais famosos da história de São Paulo. Os dois chegaram a conviver na prisão, numa das passagens de Meneghetti. Sete Dedos era um mulato bem falante, que tinha mesmo apenas sete dedos. Era famoso também. Mas aqui na Pauliceia, embora Meneghetti e Sete Dedos fossem sinônimos de ladrão, os dois xingamentos tinham sentidos diferentes. Chamar alguém de Sete Dedos equivalia a xingá-lo de ladrão. Mas de Meneghetti era diferente. Era ladrão, mas não um ladrão ruim. Era esperto, humano, adepto da não violência, anarquista, contestador da sociedade capitalista, da burguesia e da aristocracia... Enfim, um herói popular. Um sujeito que fazia com a burguesia o que muita gente tinha vontade de fazer: roubá-la e gozá-la. O mesmo em relação à polícia, que ele provocava pelos jornais. Era uma polícia violenta e extremamente preconceituosa contra imigrantes pobres, como a maioria dos italianos. Meneghetti, enfim, “era isso”, “era aquilo”... Parecia uma figura da literatura, resultado da imaginação de um escritor policial e incorporado ao imaginário popular.
Sobre o autor Mouzar Benedito, jornalista, nasceu em Nova Resende (MG) em 1946, o quinto entre dez filhos de um barbeiro. Trabalhou em vários jornais alternativos (Versus, Pasquim, Em Tempo, Movimento, Jornal dos Bairros - MG, Brasil Mulher) e publicou diversos livros, entre eles Pobres, porém perversos (Scritta) e Pequena Enciclopédia Sanitária pela Boitempo. Estudou Geografia na USP e Jornalismo na Cásper Líbero, em São Paulo , e também um pouquinho de chinês e de tupi. É um exímio observador de sacis e valoriza a cultura nacional.
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11.11.09
Anuário do Saci , mais informações

Botei no ar material de divulgação do Anuário do Saci, mas lamentavelmente esqueci de dizer que o nosso craque do cartum, João Zero está nele. Zero fez os desenhos relativos ao mês de agosto . O Anuário do Saci, na verdade é uma agenda Trienal que pode ser usada em 2010, 2011 e 2012.
Vou botar o texto todo sobre o lançamento:
Em terra de Saci, "raloín" não tem vez e até o
anuário é folclórico. No Anuário do Saci e seus
amigos, a cada mês você conhecerá um pouco de
personagens e lendas do folclore brasileiro, além de
muitos acontecimentos que marcaram cada um dos dias do nosso
calendário. Uma das histórias é a do deus Jurupari,
filho e embaixador do Sol, que sumiu após nascer da virgem
Tenuiana, e só reapareceu quinze anos depois, acabando com
o poder das mulheres que governavam nossas terras.
Lendas regionais não ficaram de fora, como a da Cotaluna,
nossa sereia paraibana, que apesar de também ter os mesmos
encantos sobre o sexo masculino como as sereias
tradicionais, só se transformam na estação chuvosa,
sendo mulheres normais no resto do ano.
Essas e outras lendas, contadas com o humor leve e a
narrativa envolvente de Mouzar Benedito e acompanhadas pelas
ilustrações de Ohi e Zero, recuperam a mitologia
brasileira e fazem-nos aprender que nossa cultura é muito
mais rica do que pensamos.
Além de mostrar cada uma de nossas lendas, esta Agenda tem
a peculiaridade de ser útil por 3 anos, trazendo em cada
mês os três calendários correspondentes
(2010/2011/2012). Fatos importantes e marcantes da nossa
história foram também cuidadosamente selecionados e aqui
estão publicados, para que sejam relembrados.
Anuário do Saci e seus Amigos
Mitologia Brasílica
(Agenda Trienal – 2010/2011/2012)
Editor: Renato Rovai
Texto: Mouzar Benedito
Ilustrações: Ohi e Zero
Projeto Gráfico: Carmem Machado
Revisão: Mauricio Ayer
Edição limitada
1ª Edição - lançamento outubro de 2009
São Paulo – 2009
Editora Publisher Brasil
3.11.09
23.9.09
O Autor na Praça com o mineiro Mouzar Benedito, o muralista Eduardo Kobra e o ilustrador Ohi em Sampa no Sábado


Recebi por e-mail de Edson Lima, a notícia que meu amigo Mouzar e uma turma da pesada vão aprontar artes lá em Sampa. Segue abaixo o que vai acontecer neste próximo sábado.
O Autor na Praça com Mouzar Benedito, Ohi, Kobra e 20 anos do Museu da Voz
Continuando a comemoração dos dez anos no próximo sábado, dia 26 de setembro, receberemos um dos fundadores do projeto, o jornalista e escritor Mouzar Benedito, autografando seu livro mais recente “João do Rio, 45” e outros títulos de sua autoria. O cartunista Ohi, também participa do evento, com seu livro “Roendo o osso. As máximas (e mínimas) do cachorrinho.” Ohi é co-autor (Ilustrador) do livro “Saci, o guardião da Floresta” junto com Mouzar Benedito. O Artista do Grafitti e Muralista Eduardo Kobra e sua equipe também participam do evento, O Studio Kobra presenteia o projeto pelos 10 anos, com um novo painel de cenário de fundo da tenda do Espaço Plínio Marcos. Kobra também é considerado um dos fundadores do projeto e, junto com sua equipe vai finalizar (completar área em branco) o painel no muro da Associação dos Amigos da Praça, que reproduz uma caricatura de Paulo Caruso, entregue na ocasião dos 20 anos da Feira, em 2007. Caruso está preparando imagens de algumas pessoas importantes na história da Feira, que Kobra reproduzirá no Muro, é mais um presente deste artista para cidade. O cartunista Junior Lopes participa do evento realizando caricaturas. No mesmo dia também será comemorado os 20 anos do Museu da Voz, a Barraca foi inaugurada na Feira de Artes da Praça em junho de 1989. Os fundadores são Jorge Narciso Caleiro Filho e Luiz Ernesto Kawall. Na inauguração em 1989, estiverem presentes alguns amigos e personalidades como o jogador de futebol Leônidas da Silva e sua companheira Albertina, Carlito Maia, Padre Godinho, o radialista Tico-Tico, o artista plástico José Antonio da Silva e sua esposa Graciette, Julio Amaral de Oliveira (o “Julinho Boas maneiras”). O Jorge cuida da Banca na Feira e o Kawall criou a Vozoteca LEK, que reúne mais 4.000 vozes e funciona em seu apartamento na Praça. A comemoração começa às 11h na Barraca do Museu da Voz e no Espaço Plínio Marcos a partir das 14h, além da intervenção do artista Kobra e sua equipe no painel/muro da Associação, na Praça, nº 112. Para finalizar o dia de comemoração, haverá uma festa-show com músicas, leituras e performances no Espaço Cultural Alberico Rodrigues, a partir das 20h, na Praça Benedito Calixto, 159.
O Autor na Praça com Mouzar Benedito, Ohi, Kobra e 20 anos do Museu da Voz
Dia 26 de setembro, sábado, a partir das 14h. (Na Barraca do Museu da Voz começa as 11h)
Espaço Plínio Marcos - Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros.
Informações: Edson Lima – 3739 0208 / 9586 5577 - edsonlima@oautornapraca.com.br
Realização: Edson Lima e AAPBC – Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto.
Apoio: Gontof Comunicação, Max Design, Jornal da Praça, TV da PRAÇA, Pablo Orazi Webdesign, Restaurante Consulado Mineiro, Cantinho Português e Vozoteca LEK.
Sobre Mouzar Benedito, jornalista e geógrafo, é mineiro de Nova Resende. Quinto entre os dez filhos de um barbeiro e uma dona de casa ex-professora rural, nasceu em novembro de 1946. Foi engraxate, aprendiz de barbeiro e seleiro, caixeiro, caculista, técnico em contabilidade, pesquisador de cultura popular, tradutor de teatro e de livros etc. Trabalho ou colaborou com cerca de 30 jornais e trinta revistas. Participou da fundação dos jornais Versus e Em Tempo e colaborou em vários outros jornais alternativos. Tem 18 livros publicados e participou de três coletâneas. Casado com Célia Talavera, sem filhos, vive em São Paulo desde os 16 anos de idade.
Sobre o livro “João do Rio, 45”, romance folhetinesco de Mouzar Benedito, produzido com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo - Proac - Programa de Ação Cultural 2008. Tal qual um quebra-cabeça que se compõe à medida em que suas peças são colocadas, este livro se constrói de pequenas histórias, como bilhetes deixados na geladeira de uma república. Aqui, vários amigos, tendo Valadares à frente, dividem o mesmo teto, algumas mulheres, problemas e sonhos em comum, formando um rico painel da Vila Madalena e do país nos anos que antecederam à redemocratização. É a época em que surge o PT, presos políticos são libertados, o Brasil joga, mas não ganha no futebol, os hippies envelheceram, mas um pouco de seu ideário resiste nas jovens cabeças revolucionárias. Valadares, jornalista de esquerda, bom bebedor de cachaça e militante por vocação, vive causos inusitados em companhia de seus companheiros e companheiras de militância, mesa de bar e farra. O dia-a-dia de uma típica casa da Vila Madalena vira cenário para situações burlescas neste folhetim bem humorado de Mouzar Benedito, autor que domina como poucos a arte de contar histórias curtas. Em João do Rio,45, essas histórias ganham vida pela narrativa de uma personagem inusitada: a própria casa, cujas paredes teimam em ouvir tudo o que fala e se cochicha. E ela tem cada história para contar...
Sobre Ohi – www.ohi.com.br - José Luiz Ohi é cartunista e ilustrador, começou na Revista Placar em meados da década de 70. Nestes tempos colaborou com vários jornais alternativos da época, entre eles o Movimento. Depois, na década seguinte passou a trabalhar com a equipe do Núcleo de Educação Popular 13 de Maio, colaborando com as antigas oposições sindicais e organizações populares. Mais recentemente ajudou a fundar a SOSACI (www.sosaci.org), Sociedade dos Observadores de Sacis. Uma ONC (Organização Não Capitalista), com o objetivo de resgatar alguns aspectos da cultura popular que estavam “esquecidos”, como a mitologia brasílica, por exemplo. Por conta destas atividades publicou dois livros: O Anuário do Saci (Editora Publisher), e Saci, o guardião da floresta (Editora Salesianas). E agora, acaba de lançar o livro “Roendo o osso. As máximas (e mínimas) do cachorrinho.” Uma coletânea de cartuns com o personagem do jornal Brasil Agora que circulou pelos anos 90. Os três livros em colaboração com o escritor e jornalista Mouzar Benedito. Atualmente colabora com as revistas Fórum, Revista do Brasil e A Rede.
Sobre Kobra: www.eduardokobra.com - É um expoente da neo-vanguarda paulista. Seu talento brota por volta de 1987, no bairro do Campo Limpo com o pixo e o graffiti, caros ao movimento Hip Hop, e se espalha pela cidade. Com os desdobramentos, que a arte urbana ganhou em São Paulo, ele derivou – com o Studio Kobra, criado nos anos 90 - para um muralismo original - inspirado em muitos artistas, especialmente os pintores mexicanos - beneficiando-se das características de artista experimentador, bom desenhista e hábil pintor realista. Suas criações são ricas em detalhes, que mesclam realidade e um certo “transformismo” grafiteiro. Kobra é autor do projeto “Muro das Memórias”, que busca transformar a paisagem urbana através da arte e resgatar a memória da cidade. Desde 2006 já foram entregues 19 murais, em avenidas e ruas de São Paulo, como a Paulista, a Morumbi, a Sumaré, a Belmiro Braga, Helio Pelegrino, Rangel Pestana e a Henrique Schaumann. Em janeiro de 2009, entregou para o aniversário de São Paulo um mural de 1000 metros quadrados na Av. 23 de Maio, que mostra cenas da década de 20. Paralelamente, Kobra desenvolve sua produção pessoal, que passa pela pesquisa de materiais reciclados e novas tecnologias, como a pintura em 3D sobre pavimentos (desenvolvida por nomes internacionais, como Julian Beever e Kurt Wenner), além de reciclar, recriar momentos e formatos das histórias da Arte e das cidades. Além do projeto “Muro das Memórias” e de vários outros grafites feitos em espaços da Cidade, Kobra já trabalhou para empresas como Playcenter, Beto Carrero World, Coca-Cola, Nestlé, Chevrolet, Ford, Roche, Johnnie Walker, Iodice e Carmim; e para as agências The Marketing Store, Diageo, Agnelo Pacheco, além de ter trabalhado com o arquiteto Sig Bergamin para a Lê Lis Blanc. Em alguns trabalhos conta com a parceria do arquiteto, urbanista e especialista em arte pública Márcio Rodrigues Luiz. Fundou em 95, o Studio Kobra, onde comanda uma equipe especializada em pintura de painéis artísticos. Eduardo Kobra tem sido muito procurado para decorar também para pintar muros e interiores de residências. Recentemente, participou da Casa Cor São Paulo 2009 em dois espaços. Fez na loja do MAM (Museu de Arte Moderna) um painel de 4,5 metros por 15 metros de altura, que ocupou o teto e a parede principal do local. O painel mostrou a fachada do MAM e seus vidros refletindo o Parque Ibirapuera, com suas esculturas, árvores e prédios. Durante a abertura da Casa Cor pintou um mini cooper dentro do espaço do arquiteto Toninho Noronha. Várias residências importantes da cidade trazem obras com a grife de Kobra. Segundo o artista, os temas são variados. Há desde pedidos para que a pintura remeta a uma cena da região de origem do estabelecimento a pedidos para que reproduza cenas do projeto “Muro das Memórias”. Kobra também tem realizado belos trabalhos em bares e restaurantes, como o sofisticado Trindade (onde, a convite do arquiteto Toninho Noronha, mostrou, sob uma lona de caminhão de 96m2 uma cena do bairro Lisboeta, em Portugal); o Bleecker St, onde pintou um mural de 10X4m, que traz uma cena do metrô de Nova York; o restaurante JK (5mX9m), onde há uma cena do Centro de São Paulo, no início do século (Largo do Tesouro, 1910); a tradicionalíssima Confeitaria Vera Cruz, onde pintou uma cena do Largo São Bento na década de 20; o Empório Santa Maria, na avenida Cidade Jardim, onde fez dois belos trabalhos: um no teto da área de presentes e o outro no restaurante japonês do local e a “Casa do Samba”, na Vila Olímpia, onde mostrou no Interior uma cena da Rocinha e, na fachada, caricaturas de sambistas famosos. Em outubro de 2008, fez na galeria Michelangelo, em São Paulo, a elogiada exposição “Lei da Cidade que Pinta”, onde placas, outdoors, luminosos e outros materiais de comunicação visual retirados pelos fiscais e funcionários da Prefeitura ressurgiram como suporte para as obras de arte. Em julho deste ano fez, também em São Paulo, na galeria Pró Arte, a exposição “Visitas”, sucesso de crítica e público. Em julho e agosto realizou algumas intervenções em 3D com o artista plástico Romero Brito, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entusiasmado com o trabalho de Kobra, Brito anunciou para a imprensa que pretende levar Kobra para expor na Europa. O artista planeja agora uma viagem para Brasília, para preparar uma homenagem aos 50 anos da capital do País, além de realizar uma série de outras intervenções no Rio de Janeiro. Em novembro deste ano Kobra fará uma exposição na Galeria Romero Brito, em São Paulo e em dezembro participará com uma tela de uma exposição de artistas brasileiros no Museu do Louvre, em Paris. (Airton Gontow – Ass. Imprensa).
Sobre O Museu da Voz - é uma das barracas pioneiras da Feira de Artesanato, Lazer e Cultura da Praça Benedito Calixto, realizada, aos sábados. Foi inaugurada em junho de 1989, pelo administrador de empresas Jorge Narciso Caleiro Filho e o jornalista Luiz Ernesto Kawall. O Museu da Voz é especializado em Música Popular Brasileira e vozes célebres de personalidades. Paralelamente o Luiz Ernesto Kawall constituiu a Vozoteca Lek. No acervo com mais de 4.000 vozes, encontra-se depoimentos do pai da aviação Santos Dumont, do ex-presidente Juscelino Kubitschek, a poetisa Cora Coralina, o interntor americano Thoas Edison, a primeira-ministra indiana Indira Gandhi e uma pérola: a Atriz Marlene Dietricha cantando Luar do Sertão em Português, numa gravação de 1946, no Cassino da Urca, no Rio de Janeiro. A Vozoteca LEK pode ser visitada, mas é necessário agendar pelo Tel. 3062 0015, com o próprio Kawall. Saiba mais e ouça algumas das raridades.
Trecho de uma Crônica de Carlito Maia sobre a inauguração do Museu da Voz, publicada na imprensa em junho de 1989 e no livro “Vale o Escrito”, que reúne crônicas e histórias de Carlito:
(...) Viva o Júlio (Júlio Amaral de Oliveira, o Julinho Boas-maneiras), com quem estive domingo passado, quando foi inaugurado o Museu da Voz (barraca 63 da Feira da Benedito Calixto). Parecia mais moço do que eu, além de muito mais elegante e charmoso. Lá estava também o maior craque de todos os tempos, isto é, dos tempos em que havia futebol, Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”. “Léo, meu ídolo, está enxutésimo, que inveja” Outra presença: padre Godinho, em ótima forma. E até o veterano repórter de tevê, “Tico-Tico”. Coroa tinindo nos cascos. Não envelhecem, continuam meninos. Mas eu voltarei a falar aqui do Museu da Voz, bela iniciativa do Luiz Ernesto Kawall, escoteiro sempre alerta, e do Jorge Narciso Caleiro Filho. Pinheiros é um bairro inteligente. (...)
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6.4.09
Mouzar nas paradas

Já botei o convite do lançamento do livro num post anterior,(O lançamento vai ser no dia 7 de Abril - terça feira- às 19 horas no Bar Canto Madalena)deve ainda estar aí embaixo na sequência. Agora boto o release.
Vamos nessa, grande Mouzar!
João do Rio, 45
AUTOR: Mouzar Benedito
296 páginas
R$ 32,00
ISBN 978-85-88075-41-2
Uma casa na Vila Madalena conta as aventuras e
desventuras de seus moradores, nos anos antecederam
a redemocratização brasileira.
Sonhos, amores, ideologias, futebol e cachaça, o coti-
diano sacudido por verdades e enganos, o tempo passou, as histórias ficaram. Um belo romance folhetinesco de Mouzar Benedito.
Mouzar Benedito, jornalista e geógrafo, é mineiro de Nova Resende. Passou por diversas profissões, foi engraxate, aprendiz de barbeiro e de seleiro, caixeiro, calculista, técnico em contabilidade, pesquisador de cultura popular, professor, tradutor de teatro e de livros etc. Trabalhou ou colaborou em vários jornais e revistas, entre eles o jornal Versus e Em tempo. Atualmente é colunista das revistas Forum e Revista do Brasil. Tem 18 livros publicados e participou de três coletâneas.
Sobre a editora: Há quase uma década no mercado, a Editora Limiar tem a característica de revelar novos talentos da literatura brasileira; lançando romances, contos e poesias de autores inéditos. Tem em seu catálogo estudos e ensaios sobre Clarice Lispector, entre outros. Assim, cumpre o seu papel de democratizar o acesso à cultura e valorizar os autores que passaram e surgem na nossa história.
Projeto realizado com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo - Proac Programa de Ação Cultural – 2008.
30.3.09
"João do Rio, 45" novo livro de Mouzar Benedito dia 7 na Vila Madalena
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