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6.3.15
Emiliano Castro- solo, no Largo da Batata | Festival Música Para Todos/ Sábado/ 7 de março
No sábado, dia 7 de março, Emiliano Castro fará um show solo no Largo da Batata (em Sampa) às 19h.
Tocará músicas dele, com faces bem variadas: vai rolar canção, viola caipira e, nas areias da praia dele, seguirá na lida de fazer do violão de 7 cordas solista uma mistura de violão brasileiro (de baixaria e lirismo) com guitarra flamenca e violão latinoamericano, metido a ser tambor africano...
Todos lá!
//Serviço: Emiliano Castro/
violão de 7 cordas
viola caipira/
voz/
dia 7 de março
às 19h/
no
Largo da Batata/
acesso livre
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23.5.14
Jards Macalé com tudo em Sampa
Maria Braga enviou para o nosso blogue uma notícia sensacional: Macalé vai invadir a praia paulistana.
Vai rolar uma exposição sobre o mundo de Jards Macalé em Sampa. Pois é, o visitante será apresentado à Macalândia, um território no qual terá que atravessar vários ambientes que revelam as diversas influências, amores e irreverências de Jards Macalé - talvez o artista mais provocador da música brasileira moderna. Depois de 50 anos de na batalha, esse inqueito criador vai ser homenageado pelo programa Ocupação, em Sampa. O evento vai agitar a vida cultural paulista de 31 de maio a 6 de julho. Tudo começa com um show no Auditório Ibirapuera e continua com exposição no espaço do Itaú Cultural. A mostra contou com a criação cenográfica do genial quadrinista e escritor (e algumas vezes ator) Lourenço Mutarelli. Tudo a ver.
NR:Foto de André Seiti - clique na imagem para AMPLIAR e ver melhor.
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14.4.14
Companhia Estadual de Jazz hoje em Sampa e terça em Santo André
Recado do grande humorista e músico Reinaldo:Alô, povo de São Paulo...Ou povo que gosta de música e está em São Paulo...
A CEJ - Companhia Estadual de Jazz - vai estar aí nesta segunda-feira (Sesc Consolação)...E terça-feira em Santo André.
Duas noites de puro samba-jazz carioca...
Até lá e aquele abraço.
(NR: Shows imperdíveis! Clique na imagem para AMPLIAR e ver melhor)
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27.1.12
Zé Renato faz show, nesta sexta, no Sesc Belenzinho, onde lança o seu primeiro CD inteiramente autoral

De um natural do Espírito Santo para um natural aqui do Rio de Janeiro, surgiu em 1996 uma bela homenagem em CD de Zé para Zé, ou seja, de Zé Renato para Zé Kéti. Aliás, desse rebento de Vitória, mas criado na capital fluminense, um outro CD-tributo - ao Caboclinho Querido, que foi amigo do seu pai - tinha sido feito e recebido com destaque, dois anos antes, pela imprensa especializada. Zé Renato, eleito em 2008 o melhor cantor do Brasil pela APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte -, sobressai ainda na MPB como violonista e compositor, criador, por exemplo, de uma joia intitulada "Delicada", em parceria com Teresa Cristina, a que essa diva de uma musicalmente reerguida Lapa conferiu marcante interpretação ("Espera, que o tempo trata da solidão/melancolia sem ilusão não é nada/aguarda, tira essa mágoa do coração/ensina o verso a virar canção delicada..."). Em paralelo com a carreira solo - e até mesmo antes dela -, ele revela contínuo apreço pela participação em conjuntos, como o inicial Cantares e a Banda Zil. Por meio do Boca Livre - com David Tygel, Cláudio Nucci e Maurício Maestro, na primeira formação, e, agora, com Lourenço Baeta em lugar de Cláudio Nucci - veio, em fins dos anos 70, a merecida projeção para o chamado grande público. Este 27 de janeiro, a partir das 21h, no Sesc Belenzinho ("flyer" acima), marca, após apresentação no Rio, o lançamento de "Breves Minutos" em Sampa, o primeiro disco inteiramente autoral de Zé Renato. Um feito que o deixa, mais uma vez, de boca livre para entoar boa música, desta vez apenas a sua boa música.
Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
Um abraço,
Gerdal
Pós-escrito: nos "links" seguintes, composições de Zé Renato: 1) "Ponto de Encontro", da parceria com Milton Nascimento (em cena, além de Zé Renato, o pianista Marcos Nimrichter, o baixista Rômulo Gomes e o baterista Márcio Bahia) ; 2) a supralembrada "Delicada", cantada por Teresa Cristina, com acompanhamento do grupo Semente; 3) do novo disco, ouve-se "Tá Legal", um "samba torto" feito com Joyce; 4) "Quem Tem a Viola", de Zé Renato, Xico Chaves e Cláudio Nucci, mostrada com o Boca Livre no campo em imagens de 1980.
http://www.youtube.com/watch?v=wIZb6Dbe45U ("Ponto de Encontro")
http://www.youtube.com/watch?v=5D-pNNIAaiU ("Delicada")
http://www.youtube.com/watch?v=MNi1S2KOI_g ("Tá Legal")
http://www.youtube.com/watch?v=3Brq5uGL5AA ("Quem Tem a Viola")
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14.1.12
Som Imaginário revive um tempo de experimentação estética em shows, hoje e amanhã, no Sesc Belenzinho

Experimentação era a "palavra de desordem", em anos de chumbo no país, na lida criativa e progressiva do Som Imaginário, surgido para acompanhar um artista que, então, principiava a sua travessia para o merecido sucesso, Milton Nascimento. Como observa a pianista Beatriz Cyrino em sua dissertação sobre as "fusões de gêneros e estilos de produção musical" do grupo, apresentada no Instituto de Artes da Unicamp, seus talentosos integrantes, nos dois primeiros elepês - de 1970 e 1971 -, identificados com a corrente contracultural que floresceu nos EUA nos anos 60, valiam-se, basicamente, da linguagem do pop/rock para "inovar" e "protestar". A ela, na alquimia sonora das gravações em estúdio, também davam, entre outros ingredientes das bem construídas composições, um sabor nosso de samba e ijexá, até alcançar, na mistura do terceiro e último disco, "Matança do Porco", de 1973, com arranjos mais bem elaborados, um resultado musicalmente mais coeso e consistente e de agrado mais amplo do público. Nele, pontificou o trabalho de arranjo e orquestração do três-pontano Wagner Tiso, já anteriormente exercitado, no Rio, na bossa nova, quando, em 1965, tocava na boate Drink (então não mais de propriedade de outro pianista, Djalma Ferreira, mas do cantor Cauby Peixoto). Lá, naquele ano, conheceu o baterista Robertinho Silva, com quem comporia, em companhia do guitarrista e artista plástico Fredera, do violonista Tavito, do baixista Luiz Alves e do cantor e organista Zé Rodrix, o "line-up" original do Som Imaginário, que, depois, acolheria instrumentistas do porte de Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Novelli, Jamil Joanes, Paulo Braga, Naná Vasconcelos e Laudir de Oliveira, por exemplo,além de acompanhar nomes de alto relevo da MPB, como Gal Costa, Sueli Costa e Marcos Valle.
Após 37 anos de afastamento do palco, o Som Imaginário continua, neste sábado, 14 de janeiro, às 21h, a minissérie de apresentações no Sec Belenzinho, em Sampa, ontem iniciada e amanhã encerrada, às 18h ("flyer" acima). Nos "links" seguintes: 1) a execução de "Feira Moderna", pelo Som Imaginário, em imagens de arquivo da TV Cultura de São Paulo; 2) a mesma música, de Beto Guedes, Lô Borges e Fernando Brant, em gravação do conjunto no disco; 3) o belo "Tema dos Deuses", de Milton Nascimento, utilizado em 1970 por Ruy Guerra em filme que dirigiu, "Os Deuses e os Mortos"; 4) "Armina", de Wagner Tiso; 5) "Mar Azul", de Luiz Alves e Wagner Tiso; 6) "Nepal", de Fredera.
Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
Um abraço,
Gerdal
http://www.youtube.com/watch?v=2tL3PwxCsqI ("Feira Moderna")
http://www.youtube.com/watch?v=vhvokwIeLjI ("Feira Moderna")
http://www.youtube.com/watch?v=0quebgP1pNM&feature=related ("Tema dos Deuses")
http://www.youtube.com/watch?v=r6POoRR-Pak&feature=related ("Armina")
http://www.youtube.com/watch?v=PB4cyVj6Ei4&feature=fvwrel ("Mar Azul")
http://www.youtube.com/watch?v=IZ_JN3asINg&feature=fvwrel ("Nepal")
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19.11.11
Heitorzinho dos Prazeres participa, com o seu balanço, neste sábado, em Sampa, da série Piano na Praça

Criado no ambiente da arte, ainda menino passista e ritmista do conjunto do pai famoso - Heitor dos Prazeres e Sua Gente -, deste Heitorzinho (foto acima) herdou, especialmente, o apreço pela música popular - em particular, o samba, a que sabe dar um gostoso tempero balançante - e pela arte pictórica, que, por sua simplicidade e lirismo, despertou a admiração de Di Cavalcanti. Parceiro de Waldir da Fonseca no ótimo e buliçoso "Samba de Pandeiro", faixa do seu CD "Quem Somos Nós", Heitorzinho dos Prazeres, que atuou bastante pela noite do país tocando em bailes, bares e clubes, pode ser apreciado, a partir das 14h, por quem estiver em Sampa, neste sábado, 19 de novembro, na Praça Dom José Gaspar (próximo ao metrô Anhangabaú), como atração do Piano na Praça. Um evento regular da Secretaria de Cultura da cidade, desta vez em intenção do Dia da Consciência Negra.
Heitorzinho é visto cantando, ao violão, nos seguintes "links": 1) "Chora, Chorinho", dele e de Waldir da Fonseca; 2) "Carioca Boêmio", de Heitor dos Prazeres; 3) também de Heitor dos Prazeres, em parceria com Herivelto Martins, "Lá em Mangueira"; 4) a marcha "Pierrô Apaixonado", outra do pai, desta vez com Noel Rosa. Neste anexo, presente ao piano, outro dos parceiros de Heitorzinho, o "soulman" Carlos Dafé, que também tem o samba na veia, daquele bem suingado.
***
http://www.youtube.com/watch?v=8Yo4qAJVwQY ("Chora, Chorinho")
http://www.youtube.com/watch?v=CjG1Tyc6ShE ("Carioca Boêmio")
http://www.youtube.com/watch?v=LrUBbxkv64Q&feature=related ("Lá em Mangueira")
http://www.youtube.com/watch?v=eb-1Jy_jljg&feature=related ("Pierrô Apaixonado")
30.9.11
Caco Velho por Germano Mathias nesta sexta em Sampa: 40 anos sem o gaúcho que teve o seu momento como o sambista infernal

"Pode me chamar de louco/que até acho pouco/pode dizer o que quiser/pode até me dar pancada/que eu não digo nada/porque o meu fraco é mulher..."
Nos anos 60, o porto-alegrense Mateus Nunes, cuja vida artística desenrolou-se, na maior parte dos anos, em São Paulo, já posava, nessa megalópole, de empresário da noite, dono do Brazilian`s Bar, movimentada boate à qual se dirigiam artistas nacionais e estrangeiros, como o paulistano fala-mansa Agostinho dos Santos e o francês boa-pinta Sacha Distel, ambos cantores. Largando o negócio, Mateus, mais uma vez, viveria e trabalharia no exterior - em San Francisco, de 1966 a 1968, e, em seguida, em Lisboa, onde uma toada de sua autoria, "Mãe Preta" ("...enquanto a chibata batia no seu amor/mãe preta embalava o filho branco do sinhô"), fez muito sucesso transformado no fado "Barco Negro", na voz sobranceira de Amália Rodrigues, com versos modificados pelo poeta português David Mourão-Ferreira ("de manhã, que medo, que me achasses feia/acordei, tremendo, deitada na areia/mas logo os teus olhos disseram que não/e o sol penetrou no meu coração"). Na década anterior, de 1955 a 1957, logo após atuar, na capital paulista, como "crooner" do pianista Robledo, foi para Paris, onde cativou, especialmente, a atenção dos frequentadores da boate La Macumba com sua voz de curta extensão, mas muito bem alojada na canção, até com graça, além da capacidade de improviso e do notável senso rítmico - nos anos 40, ainda na rádio gaúcha, no regional de Piratini, cantava e já se destacava como pandeirista. Sob os "spots" da Cidade Luz, com a "beca" costumeira das suas aparições no palco, dava voz à orquestra de George Henri, e o seu agrado geral foi de tal ordem que um convite logo surgiu para que gravasse um hoje "collector`s item" "Une Soirée à la Macumba" (capa acima), elepê que documentava esses "jours de gloire" - ou melhor, "soirs de gloire"- em domínios sablonianos.
A epígrafe desta dica tem motivação em sucesso de que Mateus Nunes foi lançador, em 1946, destacando-se ainda na interpretação, dotada de bossa e não raro jocosa, de outros sambas, como "Não Bobeie, Kalamazu", feito com Nilo Silva, "Bom-bocado", do campinense Denis Brean, e "Tem Que Ter Mulata", do conterrâneo Túlio Piva, um balaio musical em parte recordado em recente tributo que lhe foi prestado em CD por um outro vulto do sincopado, de mesma têmpera artística, diretamente influenciado por ele, Germano Mathias, O Caricaturista do Samba. Matheus também passou pelo cinema, atuando, sob a direção de José Carlos Burle e ao lado de Grande Otelo, Oscarito, Cyl e Dick Farney" em "Carnaval Atlântida", de 1952, e em "Carnaval em Lá Maior", de Ademar Gonzaga, em 1955, por exemplo, já conhecido do público como O Sambista Infernal ou "o homem da cuíca na garganta" por, respectivamente, suas reinações rítmicas e pela imitação do instrumento de percussão, com a qual realçava as vocalizações que fazia. Uma faceta, esta, da sua arte a remeter um admirador à infância do artista, quando, para ajudar a avó nas despesas do lar, ganhava seus primeiros tostões em Porto Alegre, no Bar Flórida, vendendo balas e cigarros em tabuleiro e já atraindo o olhar de circunstantes por um belíssimo samba de Ary Barroso que gostava de entoar: " ...a vida é essa/é um segundo que se vai depressa/todos nós temos o nosso momento/depois dele, só o esquecimento." Saindo cedo desta "para melhor" - em 14 de setembro de 1971 -, do título do referido samba adviria o nome que lhe traria nomeada: Caco Velho. Ou "Le Petit Caco", para os aplausos de "messieurs et dames".
Nesta sexta-feira, 30 de setembro, em Sampa, Germano Mathias, com o vibrante acompanhamento dos Inimigos do Batente, é a atração desta edição do Anhanguera Dá Samba! ("flyer" acima) , fazendo simpática incursão na música deixada por Caco Velho, que fez parte da ala dos "sui generis" da MPB, como ele faz.
***
Pós escrito: nos dois primeiros "links" seguintes, Caco Velho canta "Por um Beijo Teu", samba de 1950, da autoria de Cyro de Sousa, e "Não Faça Hora Comigo", que compôs com Henricão e gravou, em 1963, no elepê "O Comendador da Bossa Nova"; no terceiro "link", Germano Mathias, no imperdível programa de Rolando Boldrin, "Sr. Brasil", da TV Cultura (SP), diz "Meu Fraco É Mulher", samba composto por Conde e Heitor de Barros; no último "link", como ilustração do porquê da alcunha artística de Mateus Nunes, Antonio Carlos Jobim, ao piano caseiro, manda o seu recado de "Caco Velho".
http://www.youtube.com/watch?v=t9lIIBDdl5Q ("Por um Beijo Teu")
http://www.youtube.com/watch?v=B_7iK5Trb8Q&feature=related ("Não Faça Hora Comigo")
http://www.youtube.com/watch?v=fmOAoxuycYM ("Meu Fraco É Mulher")
http://www.youtube.com/watch?v=sScESit2LOY&feature=related ("Caco Velho")
11.9.11
Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo reúne grandes músicos, neste domingo, em Sampa, para uma geral da vitalidade do gênero

Da amiga pesquisadora e percussionista Roberta Cunha Valente, de Sampa, também conhecida por sua colaboração regular na Agenda Samba&Choro, repasso (com "flyer" acima) o recado, abaixo, sobre um trabalho de monta que lhe consumiu dois anos de empenho, com o colega de som Yves Finzetto. Como um dos muitos músicos envolvidos no projeto ora realizado, o excelente pianista e compositor Laércio de Freitas, compara a mola propulsora da iniciativa, o choro, a um grande parque de diversões, o show deste domingo e o CD respectivo "Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo" mostram, naturalmente, nesse setor lúdico-cultural da MPB, o encanto e a diversidade dos brinquedos atuais. Isso sem que fiquem para trás, como motivação, referência e inspiração, os pioneiros e o "entretenimento" original. Seguem em frente, com talento e competência, portando a bandeira inicialmente desfraldada por Anacleto, Nazareth, Chiquinha e Callado, entre outros mestres.
Um bom dia a todos. Grato pela atenção à dica.
Um abraço,
Gerdal
Pós-escrito: ilustrando musicalmente a dica, o Sexteto Panorama toca, no "primeiro "link", do imortal Zequinha de Abreu, este "hino nacional" que é "Tico-Tico no Fubá"; b) o mesmo clássico pelo sexteto e mais músicos associados ao Panorama, como o supracitado Laércio e o também excelente Alessandro Penezzi, violonista; c) "Lá pelas 9", uma das faixas do CD ora lançado e composta pelo craque João Poleto, flautista integrante do sexteto.
http://www.youtube.com/watch?v=wecvnV0JZjE ("Tico-Tico no Fubá", com o Sexteto Panorama")
http://www.youtube.com/watch?v=rvrjT-jv2aA ("Tico-Tico no Fubá", com o sexteto e outros músicos do Panorama)
http://www.youtube.com/watch?v=sIDaA7udHIY ("Lá pelas 9")
Show de lançamento do cd “Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo”
Auditório Ibirapuera
Dia 11 de setembro - Domingo, 19h.
Considerado o primeiro gênero musical urbano genuinamente brasileiro, o Choro continua vivo e atravessando gerações. Com o objetivo de registrar e divulgar a expressão atual do gênero produzida na capital paulista, os percussionistas e pesquisadores Roberta Valente e Yves Finzetto criaram o projeto PANORAMA DO CHORO PAULISTANO CONTEMPORÂNEO.
O resultado é a reunião de compositores e instrumentistas de diferentes gerações que representam a atual produção do Choro paulistano. A originalidade, a diversidade e a beleza das composições fazem do PANORAMA um projeto especial e histórico.
O Cd foi lançado pelo Selo Por do Som em 2011, ao todo, são 30 artistas envolvidos em 16 músicas inéditas de Alessandro Penezzi, Arnaldinho Silva, Danilo Brito, Edmilson Capelupi, Edson José Alves, Everson Pessoa, Israel Bueno de Almeida, Izaías Bueno de Almeida, João Poleto, Laércio de Freitas, Luizinho 7 cordas, Maurílio de Oliveira, Milton Mori, Nailor Proveta, Ruy Weber, Thiago França, Toninho Ferragutti e Zé Barbeiro.
O show de lançamento contará com o Sexteto Panorama:
Alexandre Ribeiro, Henrique Araújo, Gian Corrêa, João Poleto, Roberta Valente e Yves Finzetto.
Músicos Convidados
Nailor Proveta, Thiago França, Izaias Bueno de Almeida, Israel Bueno de Almeida, Luizinho 7 Cordas, Milton de Mori, Alessandro Penezzi, Ruy Weber, Zé Barbeiro, Edmilson Capelupi, Edson José Alves, Arnaldinho Silva, Everson Pessoa, Maurilio de Oliveira, Vitor Lopes e Cesar Roversi.
www.panoramadochoro.com.br
Ingressos Antecipados:
A venda na bilheteria:
Telefone: +55 (11) 3629-1075
bilheteria@auditorioibirapuera.com.br
Ingressos R$30,00 e 15,00 (meia entrada)
--
Roberta Valente
www.myspace.com/robertacunhavalente
www.saocoisasnossas.blogspot.com
www.samba-choro.com.br
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4.9.11
Filó Machado é o ilustre convidado de Joana Duah em show que a cantora faz, neste domingo, em Sampa
A mesma Ribeirão Preto de onde surgiu, há pouco, uma cantora de grande valor, Verônica Ferriani, radicada em Sampa, já presenteava a MPB, nos anos 70, com um notável cantor, compositor, arranjador e multi-instrumentista jazzístico, de trânsito internacional, Filó Machado. (Também Celso Machado, lá nascido - de quem Filó é irmão e parceiro -, um grande violonista e compositor há muito fixado no Canadá, que pode ser visto e ouvido em duas composições de lavra própria, "Despedida" e "Parazula", nos dois últimos "links" abaixo.) Filó começou bem cedo, em sua cidade, na lida instrumental, atuando em conjuntos de baile, como o New Boys e o Birutas do Ritmo, aos dez anos de idade, mas na referida década é que, já vivendo na capital paulista, começou a ser notado na extensão do seu talento, tocando em casas noturnas de prestígio, como Jogral, Igrejinha e Catedral do Samba, e, entre outros elepês, participando, em 1972, como violonista, de "Caminhada", gravado por Marília Madalha. Sempre em movimento, apresentou-se em turnê, em 1981, com Djavan e Fatima Guedes, pelo Projeto Pixinguinha, e, cinco anos depois, foi atração do Free Jazz Festival, no Rio, na mesma noite em que se apresentaram Leny Andrade, Egberto Gismonti e Ray Charles. Passou oito anos no exterior, a maior parte deles na França, onde conquistou admiradoes de nomeada, como Michel Legrand e Paul Mauriat, e, em 1993, no balneário de Cannes, foi atração de abertura de festival de jazz, antecedendo o show da finada Nina Simone.
Também no Japão, sua arte é bem conhecida: em 1998, por exemplo, a convite do grupo feminino A Três, tocou em show que fizeram em Tóquio, hoje mercado para alguns dos CDs de carreira do músico, como "Origens", Canto Fatal", "Oxalá Père" e "Milagre da Canção". Aliás, com uma das integrantes do A Três, Cibele Codonho, fez outro disco bem cotado pela crítica, "Tom Brasileiro", lançado em 2005 pela Lua Music. O excelente elepê, depois remasterizado, "O Violão de Celso Machado" , feito em 1978 pela Discos Marcus Pereira, é destaque em outra atividade do meio abraçada, com bom gosto, por Filó, a de produtor, quando, naquele ano, ele próprio iniciava sua discografia com elepê da Chantecler do qual algumas faixas eram parcerias suas com a ex-esposa Judith de Souza, esta de volta à Cambuquira natal. Ainda como produtor e arranjador, salientam-se, em 1999, um CD da cantora rio-pretense Zezé Freitas interpretando, com sua voz de contralto, Zica Bergami - a da nostágica e clássica valsa "Lampião de Gás" -, e outro, dois anos depois, "Salada de Danças", dessa recentemente falecida, aos 97 anos, compositora e desenhista "naïf", paulista de Ibitinga, mas aos oito meses de idade já transferida com a família para São Paulo.
Filó Machado faz neste domingo, 4 de setembro, participação pra lá de especial em show da fantástica brasiliense Joana Duah, que mora no Rio há alguns anos e sensibiliza os cariocas com a alta qualidade do seu canto, a serviço de repertório escolhido com cuidado e muito bem mostrado ao público, de que é revelador o seu primeiro CD, "Dá Licença", com arranjos do pianista Fernando Merlino. Para os paulistanos, especialmente, informações complementares do show no "flyer" cima.
(NR:Clique na imagem do flyer para ampliar e LER melhor)
***
Pós-escrito: nos quatro primeiros "links", 1) Joana Duah, com o Baião de 5, canta "Perfume de Cebola', de Cacaso e Filó Machado ; 2) A cantora Nadja Soares, potiguar radicada em Santos, no litoral paulista, e Filó, ao violão, relembram "Blue Note", dele com Fatima Guedes; 3) Joana Duah manda bem em "Tranqueira", de Tó Brandileoni e Vinicius Calderoni; 4) Filó, com muita energia e os "scats" do seu feitio, em especial da TV Sesc, a cabo, mostrando o autoral "Baião do Porão"; 5) em casa noturna de Bauru, ainda o Filó, ao violão, muito bem acompanhado no palco por Cibele Codonho, que canta, com graça, "Desafinado", de Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça.
http://www.youtube.com/watch?v=LeXGH_DGj6o&NR=1 ("Perfume de Cebola")
http://www.youtube.com/watch?v=qQCgJvW7lzM ("Blue Note")
http://www.youtube.com/watch?v=o_926rF9GI0&NR=1 ("Tranqueira")
http://www.youtube.com/watch?v=AjGqf1py8yE&feature=related ("Baião do Porão")
http://www.youtube.com/watch?v=A3zR0qLLYnk ("Desafinado")
http://www.youtube.com/watch?v=LeXGH_DGj6o&NR=1 (Parazula")
http://www.youtube.com/watch?v=RMTOsVyLUL4&feature=related ("Despedida")
http://www.myspace.com/filomachado
www.myspace.com/joanaduah
21.6.11
KANIMAMBO, na 5a do feriado, na Casa de Francisca

Emiliano Castro continua na labuta de apresentar seu CD Kanimambo num show,agora na Casa Francisca. O evento vai rolar dia 23 de junho (no feriado), quinta-feira, às 22 horas (e a casa abre antes para o jantar) em Sampa. Ele empunha seu violão de 7 cordas e canta acompanhado por um time de feras:
João Poleto - sax soprano, sax tenor e flauta
Marcos Paiva - contrabaixo acústico
Douglas Alonso - bateria
A Casa de Francisca fica na rua José Maria Lisboa, 190
O couvert é de R$ 26,00
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16.6.11
Kanimambo, 6a feira no Tom Jazz

"Kanimambo" em changana, significa obrigado, gratidão.
E chegou a hora de mais uma celebração às tradições e aos mestres que inspiraram esta música".
Emiliano Castro
apresenta
KANIMAMBO
Emiliano Castro . violão de 7 cordas e voz
João Poleto . sax soprano, sax tenor e flauta
Meno Del Picchia . contrabaixo acústico
Arnaldo Nardo . bateria
no
Tom Jazz
Av. Angélica, 2331
dia 17 de junho, 6a feira
às 22h
R$ 40,00
--
site do disco Kanimambo: www.emilianocastro.com.br
videos de shows: www.youtube.com/user/Emilianobava
audios: www.myspace.com/emiliano7cordas
26.4.11
Anaí Rosa faz show nesta terça no Bourbon Street, em Sampa, para nova apresentação do recente "Samba Comigo"

Prezados amigos,
Seis anos após lançar o primeiro CD, "Influências" (do qual se ouve, em belo registro, no segundo "link" abaixo, a faixa "Ventos do Norte", da autoria de Djavan), Anaí Rosa chega ao segundo, "Samba Comigo" (capa acima), no qual, além de inéditos, relembra sambas marcantes de compositores do porte de Geraldo Filme - "Garoto de Pobre" - e Billy Blanco - "Pano Legal", neste com um elogiado solo de trombone de um internacional carioca de Bangu, Raul de Souza, um solo que, de tão bonito, ocupou o espaço no arranjo que o criador deste e diretor musical do disco, Nailor Proveta, outro sopro de respeito, reservara para si mesmo.
Anaí vem de Apiaí, no interior paulista, mas, aos 10 anos de idade, já morando com a família em Piracicaba e integrando o coral na escola de música local, é que despertou para a magia do canto. Mais adiante, graduada na Unicamp em viola de arco e violino, participou por algum tempo da Orquestra Sinfônica de Campinas sob a regência de Benito Juarez, paralelamente à atividade na seara popular como cantora do Grupo Soma, bem conhecido em bares e clubes dessa região. Gostando mais de cantar que tocar, tornou-se, ao migrar para a capital paulista, uma artista bastante atuante na noite, sobretudo em shows dançantes, como se vê no primeiro dos "links" seguintes, em que, com mescla instrumental de "Na Cadência do Samba", de Luiz Bandeira, recorda o Herivelto Martins de"Nega Manhosa", lançado com sucesso, em 1957, por Nelson Gonçalves e recentemente regravado por Zélia Duncan. No último "link", Anaí exercita o seu borogodó servindo-se de Chico Buarque em "Feijoada Completa".
Para os que estão em Sampa, especialmente, neste 26 de abril, ela faz show no Bourbon Street (Rua dos Chanés, 127 - Moema), às 21h, em nova apresentação de "Samba Comigo", com participação, entre outros, da destacada pandeirista e jornalista Roberta Valente, também conhecida por sua valorosa e regular colaboração informativa na Agenda Samba&Choro.
Um bom dia a todos. Grato pela atenção à dica.
Um abraço,
Gerdal
http://www.youtube.com/watch?v=glJL4jUkadw&feature=related ("Nega Manhosa")
http://www.youtube.com/watch?v=5ib3wD7S_1U&NR=1 ("Ventos do Norte")
http://www.youtube.com/watch?v=GsoVaBDSia8 ("Feijoada Completa")
19.4.11
Show Kanimambo de Emiliano Castro quinta-feira em Sampa

Uma boa dica para o pessoal ficar em Sampa:
Mais um show de lançamento do magnífico CD Kanimambo de Emiliano Castro no palco da Casa de Francisca (com seu cardápio e atendimento transcendentes).
Desta vez com o desafio de tocar sem sax e flauta.
Violão e voz com todos os temas!
Serviço:
KANIMAMBO
Emiliano Castro . violão de 7, voz e direção
Marcos Paiva . contrabaixo acústico
Douglas Alonso . bateria e percussão
5a feira, 21 de abril de 2011
na Casa de Francisca
r. José Maria Lisboa, 190 - tel. 3052 0547
R$ 26,00
11.4.11
Ouçam Criolo: "Não Existe Amor em SP"

Fui assistir ontem de noite no Teatro Oi-Ipanema ao belo show de Lurdez da Luz, nele Criolo deu uma canja - o cara é dos bons. Querem confirmar, cliquem no link que vou "postar" http://soundcloud.com/danielganjaman/n-o-existe-amor-em-sp
8.3.11
Viva a VAI VAI

Festa no Bixiga, festa na Igreja de Nossa Senhora Achiropita! A VAI VAI, sem quadra, ensaiando na rua, venceu o Carnaval na terra do Capital. Viva a VAI VAI!
A Música venceu!
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2.3.11
Danilo Moraes faz show com os Criados Mudos, nesta quarta, em Sampa, quando mostra safra nova de canções

Filho de Wandi Doratiotto, músico e apresentador de tevê que integra o jocoso Premeditando o Breque, o paulistano Danilo Moraes (foto acima), cantor, compositor e guitarrista, é um talento artisticamente bem situado entre os nomes da sua geração, ganhando, em 2005, com a inusitada e crítica "Contabilidade", o Festival da TV Cultura e, no ano seguinte, abiscoitando uma invejável segunda colocação no Prêmio Visa (Edição Compositores), vencido pelo niteroiense Fred Martins. Danilo morou em Paris por um tempo, onde firmou parceria com Ricardo Teté (coautor de "Contabilidade"), mas, antes disso, em Sampa, fora instrumentista e compositor do conjunto Banguela, com o qual animou muitas noites de forró em casas locais e lançou, em 2004, o CD "Na Pista".
Nesta quarta-feira, 2 de março, Danilo Moraes e os Criados Mudos - Zé Nigro, baixo e teclado, e Guilherme Kastrup, bateria e percussão - fazem show, às 22h, no Kabul, na capital paulista (Rua Pedro Taques, 124 - Consolação), em que mostram músicas de CD recente que gravaram. No ano passado, esriveram presentes, com outros artistas daqui, na II Noite Brasileira de um importante encontro musical europeu, o Copenhagen Jazz House.
Um bom dia a todos. Grato pela atenção à dica.
Um abraço,
Gerdal
Pós-escrito: nos "links" abaixo, 1) Danilo canta sua bela e expressiva "Desafio", faixa de abertura do seu primeiro CD solo, lançado em 2003; 2) da sua parceria com Chico César, canta "Mano", acompanhado por Wandi Doratiotto e seu cavaquinho; 3) Danilo canta "Sempiterno", dele e de Ricardo Teté, apoiado pelo virtuosimo do violinista Ricardo Herz; 4) o controvertido experimentalismo de "Contabilidade", mostrado por Danilo Moraes e Ricardo Teté durante o mencionado festival.
http://www.youtube.com/watch?v=C8pvYVbQA6o&feature=related ("Desafio")
http://www.youtube.com/watch?v=Bj0W9ZymCUk ("Mano")
http://www.youtube.com/watch?v=M4l82shZHL4&feature=related ("Sempiterno")
http://www.youtube.com/watch?v=CGiS0n9LcKI&feature=related ("Contabilidade")
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25.2.11
Sílvio Modesto canta, nesta sexta, no Anhanguera Dá Samba!: um sambista carioca nos braços da Pauliceia


"Ao despontar na passarela/Barroca traz para este carnaval/folclore em forma de aquarela/simbolizando um Brasil original/é maravilhoso relembrar/os bons tempos de menino/a bandeira a tremular/para a glória do Divino/e a lavagem do Bonfim/na gloriosa Bahia/ que devoção, doce magia/é Oxalá com sua primazia..."
Prezados amigos,
Um dos maiores compositores do samba de Sampa é um carioca nascido em Brás de Pina e criado no Morro do Salgueiro. Chama-se Sílvio Modesto (foto acima), que, desde os crepusculares anos da década de 60, faz pouso na capital paulista, onde imprime uma marca de qualidade por sua composição e por seu batuque, já que também muito considerado no mister do ritmo e bastante presente, por sinal, nesse particular, em diversas emissões do programa "Ensaio", de Fernando Faro, na TV Cultura, atuando no regional do saudoso Evandro do Bandolim. No ano passado, Sílvio lançou o seu único CD solo, "Oficina do Samba" (foto de capa acima), após ter músicas suas na ponta da língua de importantes figuras da nossa música mais popular, como Arlindo Cruz, Bezerra da Silva, Benito di Paula, Jovelina Pérola Negra e os Originais do Samba.
Identificado a pleno vapor com a ambiência das escolas de samba da Pauliceia, Sílvio Modesto participou do Império do Cambuci, da Vai-Vai e da Pérola Negra, ganhando várias disputas de samba-enredo, relevãncia que, firme e forte através dos carnavais, lhe valeu convite, recentemente, para o show "Cinco Sentidos", com outros bambas históricos de lá - também ligados ao universo das quadras -, como João Borba e Osvaldinho da Cuíca (que fez parte dos Demônios da Garoa). Nesse show, Sílvio, que já foi ator em duas peças de Plínio Marcos ("Balbina de Iansã" e "O Poeta da Vila e Seus Amores"), pôde cantar joias de sua lavra, como "Merece Respeito" e "Meu Lirismo" - esta gravada, em 1993, por Beth Carvalho no CD "Beth Carvalho Canta o Samba de São Paulo"). Entre seus parceiros, destaca-se outro carioca, Marco Aurélio Guimarães, o Jangada, jornalista que passou por várias redações de jornal no Rio, de nome igualmente associado à direção de harmonia de várias escolas daqui, como a extinta Aprendizes de Lucas, e às de Sampa, das quais foi um grande incentivador. Nesta sexta, 25 de fevereiro, a partir das 23h, Sílvio Modesto é destaque deste mês no Anhanguera Dá Samba! (Rua dos Italianos, 1.261 - Bom Retiro), roda da A. A. Anhanguera, sendo recebido pela rapaziada do conjunto Inimigos do Batente.
Um bom dia a todos. Grato pela atençao à dica.
Um abraço,
Gerdal
Pós-escrito: 1) nos "links" abaixo, a) Síívio Modesto canta "Meu Lirismo"; b) canta "Abre Alas", de Hinha, Belém e Benedito Lobo; c) Bezerra da Silva ouvido na gravação do samba "Os DPs de São Paulo", de Sílvio Modesto e Capri; 2) os versos da epígrafe fazem parte da letra de "Festa do Folclore Brasileiro", de Sílvio Modesto, samba-enredo com o qual a Barroca Zona Sul desfilou no carnaval de 1977.
http://www.youtube.com/watch?v=F38rB6ULg5k&feature=related ("Meu Lirismo")
http://www.youtube.com/watch?v=3ApeOkqNYs4&feature=related ("Abre Alas")
http://www.youtube.com/watch?v=eDsGO1UcwOQ ("Os DPs de São Paulo")
15.2.11
Programe-se: Itaú Cultural convida - OCUPAÇÃO Haroldo de Campos - H LÁXIAS

Recebi esta nota e convite por e-mail. Vai ser um evento para abalar Sampa! Se segura malandro! Botei o texto como veio.
Itaú Cultural e Casa das Rosas convidam
OCUPAÇÃO explora a criação e a poética de Haroldo de Campos
Instalações, ciclo de debates e objetos do arquivo pessoal do autor são algumas das atrações Ocupação Haroldo de Campos - H LÁXIA
A nona edição do projeto Ocupação homenageia o poeta, ensaísta e tradutor Haroldo de Campos. A exposição trata do processo criativo do escritor e apresenta instalações - conhecidas e também inéditas - baseadas em sua obra, além de registrar seu percurso intelectual e artístico. O evento também conta com um ciclo de debates e acontece na sede do Itaú Cultural e na Casa das Rosas , parceira da atividade, em São Paulo (veja abaixo a programação). A mostra se divide em vários núcleos. No Instituto Itaú Cultural, a instalação H LÁXIA, de Livio Tragtenberg, permite a imersão na obra de Haroldo, com a participação ativa do público, que pode gravar seus depoimentos. Já na "bibliocasa" de Haroldo, marginálias, edições especiais de seus livros, fotos, manuscritos, datiloscritos e edições anotadas e com dedicatórias.
A exposição OCUPAÇÃO Haroldo de Campos H LÁXIAS estará aberta ao público de 17 de fevereiro a 20 de abril no Itaú Cultural - Av. Paulista, 149, São Paulo SP nos horários:
- terça a sexta das 9h às 20h
- sábado, domingo e feriado das 11h às 20h
Entrada franca.
A Ocupação Haroldo de Campos é uma parceria entre o Itaú Cultural, a Casa das Rosas e o Governo do Estado de São Paulo.
Veja em tela o resumo da programação no Itaú Cultural e na Casa das Rosas. Mais informações na página http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2841&cd_materia=1504
Programação no Itaú Cultural
quarta 16 fevereiro - Abertura do evento (somente para convidados)
20h Leitura de poemas de Haroldo de Campos (somente para convidados que receberam os convites impressos)
com Arnaldo Antunes, Frederico Barbosa e Livio Tragtenberg
sábado 12 domingo 13 março
20h Multitudo - Recital multimídia tece um panorama da obra poética de Haroldo de Campos.
por Coletivo Mallarmídia Lab
com Frederico Barbosa, Marcelo Ferretti e Susanna Busato
sábado 9 domingo 10 abril
10h PARALÁXIA - Oficina de criação multidisciplinar. Os participantes desenvolverão criações textuais, musicais, videográficas e performáticas.
por Livio Tragtenberg
20h Ga-Galáxias - Show musical e visual concebido e dirigido por Livio Tragtenberg, com base em fragmentos de Galáxias.
por Livio Tragtenberg, José da Harpa Paraguaia, Peneira & Sonhador e banda
Programação na Casa das Rosas
domingo 20 fevereiro
17h mesa-redonda Ocupação Haroldo de Campos - H LAXIA - debate sobre a concepção do evento, o processo de criação de Haroldo, seu percurso poético, suas relações
com Frederico Barbosa, Gênese Andrade, Livio Tragtenberg e Marcelo Tápia
mediação Claudiney Ferreira
domingo 27 fevereiro
17h palestra Convívio de Poetas: Ernesto de Melo e Castro e Haroldo de Campos - a relação pessoal do poeta português com Haroldo, seu olhar como leitor e crítico e a recepção de sua própria obra pelo escritor
por Ernesto de Melo e Castro
apresentação Gênese Andrade
domingo 13 março
17h mesa-redonda Haroldo de Campos, Poesia e Música - Os músicos falam da experiência de trabalhar com Haroldo e da convivência com o poeta
por Cid Campos e Péricles Cavalcanti
apresentação Livio Tragtenberg
domingo 20 março
17h palestra Haroldo de Campos e o Cinema - Abordagem sobre a relação da obra de Haroldo com o cinema, especialmente o trabalho realizado por Julio Bressane
por Donny Correia
apresentação Marcelo Tápia
domingo 27 março
17h mesa-redonda Literatura em Exposição: Mostras sobre Escritores em Museus e Espaços Culturais - Discussão sobre o papel de instituições que têm se dedicado a fazer exposições relacionadas à literatura
por Antonio Carlos de Moraes Sartini e Claudiney Ferreira
mediação Frederico Barbosa
domingo 3 abril
17h mesa-redonda Editar Haroldo de Campos - Dois editores que acompanharam a publicação da obra de Haroldo falam sobre essa convivência no âmbito profissional e pessoal
por Jacó Guinsburg e Plínio Martins Filho
mediação Marcelo Tápia
domingo 10 abril
17h bate-papo Fotografar Haroldo de Campos - Juan Esteves, que fez importantes registros fotográficos de Haroldo de Campos, conversa sobre seus encontros com o poeta
por Juan Esteves
mediação Gênese Andrade
Locais:
- Casa das Rosas | Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura | Avenida Paulista 37 - Paraíso - São Paulo SP | informações: 11 3285 6986 e 3288 9447 | contato.cr@poiesis.org.br
- Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 | Paraíso - São Paulo SP [estação Brigadeiro do metrô] | contato itaucultural@comunicacaodirigida.com.br | Tel 11 3881-1710 e 8405-4664
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5.2.11
Centenário de Lélia Abramo no Teatro de Arena

(Recebi por e-mail o convite para a comemoração do centenário de Lélia Abramo)
Estaremos, família e amigos, prestando Homenagem aos Cem Anos do Nascimento de Lélia Abramo, no dia 8 de fevereiro, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Teodoro Baima, nº 94, às 19 horas e gostaríamos de ter a presença de todos. O evento será prestigiado pelo Minc, Funarte, Fundação Perseu Abramo, Coletivo Artístico Femina Arte, Teatro Studio 184, grupo Raso da Catarina e Coro Luther King. Ainda em fevereiro e março haverá na Cinemateca um ciclo de filmes com a participação da Lélia e uma exposição de fotos cujas datas e locais estaremos comunicando brevemente. Esperando encontrá-los a todos, Um grande abraço, Alcione, Fábio e Silvana Abramo.
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Lélia Abramo - 100 anos
Teatro de Arena Eugênio Kusnet 8 de fevereiro - terça, a partir das 19:00h Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República - Telefone: (11) 3256-9463
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Lélia Abramo – 100 anos
A Fundação Nacional de Artes - Funarte convida para a comemoração do Centenário Lélia Abramo, dia 8 de fevereiro, terça-feira, a partir das 19:00h no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo. Neste dia, a homenagem contará com a presença de artistas amigos da atriz Lélia que farão a leitura dramática da poesia de Maiakovski e leitura de trechos do livro "Vida e Arte - Memórias de Lélia Abramo", a música "Bella Ciao", cantada pelo Coral Luther King, um vídeo com imagens selecionadas e a dramaturgia do Núcleo 184, que apresentará fragmento da peça "Rosa Vermelha", além de breves depoimentos de amigos e familiares. A comemoração pretende marcar o início das homenagens à Lélia Abramo, com destaque para sua trajetória como artista, militante política e mulher comprometida com o melhor das artes.
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