
Não adianta, é carnaval e ele acaba entrando na nossa casa. Até que tentei ficar desconectado. Mas toda hora passa gente fantasiada na frente do Condomínio do Barulho. A vaca sagrada da minha vizinha chavista , (ôpa!) - desculpem, a vaca sagrada que pertence à minha vizinha chavista pasta tranquilamente no jardim do prédio. Nada de estacionamento, mas os "dalits" conseguiram empurrar o bicho para o jardim. Alguns mergulharam na piscina como no velho e bom Ganges e outros foram para o churrasco lá do salão de festas.
Fiquei com minha mãe olhando a rua, os dois sentados num banco do playground. Ela observou que todo ano é tudo igual. Achei esse pensamento profundo. E com isso na mente disse a ela que gostava daquela brisa eterna que nos refrescava a tarde. Ela para minha surpresa, concordou.