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6.12.19

Álbum "Samba Jazz Alley" de Antonio Adolfo entre os melhores do ano na Downbeat magazine

Bela notícia: o CD "Samba Jazz Alley" de Antonio Adolfo entrou na lista da "Downbeat magazine" entre os melhores álbuns do ano. Viva!!!!

27.8.19

Novo álbum de Antonio Adolfo: "Samba Jazz Alley"

Aqui está a capa colorida do novo álbum de Antonio Adolfo, "Samba Jazz Alley". O disco foi lançado na América do Norte, Europa, Ásia e Oceania.
Mais informações sobre o disco podem ser encontradas no site do maestro: www.antonioadolfomusic.com e em alguns dos principais sites de plataformas digitais: https://antonioadolfo.hearnow.com/samba-jazz-alley
(clique na imagem para ampliar e ver melhor)

26.8.19

Estudo em preto e branco para capa de novo disco de Antonio Adolfo

Da beira do forno: estudo em preto e branco (nanquim) para o novo disco de Antonio Adolfo, "Samba Jazz Alley", que foi lançado recentemente nesse sertão-mundo (America do Norte, Europa, Ásia e Oceania).
O disco em poucas semanas já chegou ao topo da chartlist (parada) do JazzWeek - esta semana, em sexto lugar e com ótimas críticas, disponíveis no site do maestro:www.antonioadolfomusic.com
(Amanhã publicarei essa ilustração na versão colorida)
(clique na imagem para ampliar e ver melhor)

11.7.18

Novo álbum de Antonio Adolfo num oceano musical

EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA:
Saiu do forno hoje nas "estranjas" o novo álbum de Antonio Adolfo , "Antonio Adolfo - Encontros - Orquesta Atlantica". Esse trabalho será lançado aqui no Brasil em agosto.
Esse foi um dos projetos que tive o prazer e a honra de participar.
Fiz as pinturas que ilustram essa obra, que contou com o auxílio luxuoso da designer Julia Liberati, que se encarregou do trabalho de construir a arte gráfica.
O CD já está disponível na Amazon, ITunes e CDbaby.
Aqui vai uma visão geral do álbum na qual o grande maestro se encontra com uma maravilhosa orquestra num oceano
musical…Segue o baile...

23.9.16

O nosso querido Maestro Antonio Adolfo foi indicado para disputar o Grammy, com o álbum Tropical Infinito.
O CD está uma maravilha, leva nossa alma para dançar.Veja só a lista das músicas:1) Killer Joe (Benny Golson), 2) Whisper Not (Benny Golson), 3) Cascavel (Antonio Adolfo), 4)Yolanda, Yolanda (Antonio Adolfo), 5 Stolen Moments (Oliver Nelson), 6) Song for my Father (Horace Silver), 7)Partido Leve (Antonio Adolfo) , 8) All Things You Are (Jerome Kern, Oscar Hammerstein), 9) Luar da Bahia (Antonio Adolfo)
Tudo isso numa interpretação magnífica de Antonio Adolfo com uma banda de craques que desta vez incluiu uma metaleira de respeito...É de arrepiar e levantar poeira!!! Não para de tocar aqui em casa e a vizinhança aplaude de pé!!! Parabéns
Ah, ia esquecendo, a ilustração da capa é deste seu criado e o design do álbum é de Julia Liberati.
Obs: os brasileiros podem comprar pelo CDBaby -Rob Digital (físico), Itunes (download).
A Rob Digital vende (discos físicos) creio que por meio de seu site (www.robdigital.com.br). Acho que você pode encontrar também nas Livrarias Travessa, Cultura, principalmente.

(Clique na imagem para ampliar e VER melhor)

24.2.15

CopaVillage - novo CD de Antonio Adolfo saiu do forno

NOTÍCIA EXTRAORDINÁRIA// Prometi só voltar a postar neste blog depois de terminar dois trabalhos (em andamento). Vou ter que quebrar esta promessa, pois acabei de receber a notícia de que posso divulgar o novo CD de Antonio Adolfo , que ele compartilhou com Carol Saboya e Hendrik Meurkens. Trata-se do álbum "CopaVillage" - resultado de um lindo show que rolou em Nova York (o CD já saiu nos States e logo logo vai chegar no Brasil). Tive o prazer e a honra de fazer parte desse projeto com minhas ilustrações. A elaboração da arte gráfica da capa, contracapa e do miolo são da designer Julia Liberati. Isto posto (ou seria postado?) volto para minha prancheta. Abração!

28.12.10

Um CD de Antonio Adolfo e Carol Saboya que não pára de tocar aqui em casa


Outro presente sensacional que ganhei no Natal e que não pára de tocar aqui em casa é o CD de Antonio Adolfo e Carol Saboya LÁ e CÁ HERE and THERE.
Simplesmente eles gravaram: Cascavel ( Antonio Adolfo), All the things you are( Jerome Kern, Oscar Hammerstein), Minor Chord( Antonio Adolfo), A Night in Tunisia (Dizzie Gillespie, Frank Paparelli, Jon Hendricks), Time after Time (Sammy Cahn, Jule Styne),Easy to Love (Cole Porter) , Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque de Hollanda), Lullaby of Birdland (George Shearing/ Garoto (Antonio Carlos Jobim), So in Love (Cole Porter), 'Round Midnight' (Thelonious Monk, Cootie Williams, Bernie Hanighen), Every Time We Say Goodbye (Cole Porter)/ Nuvens Douradas (Antonio Carlos Jobim) , Toada Jazz (O retirante) (Antonio Adolfo, Tibério Gaspar)/ Night and Day (Cole Porter)

3.6.10

Homenagem do Gerdal: Roberto Riberti leva ao CD as músicas dos seus elepês: um pouco de encanto, outro tanto talento sim



 "Diz que eu me perdi/diz que sozinho não tenho mais força pra seguir/que eu me rendi/e quem sabe ela sinta o que eu senti..."  
 
       Prezados amigos,
 
       Descendente de imigrantes italianos, como um autor de clássico da nossa valsa, Alberto Marino, o paulistano Roberto Riberti (foto acima), ainda a exemplo daquele, é outro nome da "rapaziada do Brás" que se destaca como compositor na MPB, de lira muito bem espraiada por ritmos diversos, embora tenha no samba, a meu ver, sozinho ou em parceria frequente com Eduardo Gudin, o seu principal cartão de visita. Ele faz bonito no reduto artístico do saudoso Manezinho Araújo, compondo "Festival de Embolada" ("Ai, meu "censô", cadê o senso, cadê o "a", cadê o "e", cadê o "i", cadê o "o", cadê o "u"?") - em que, nos "finalmentes" da ditadura militar no país, critica com humor o parceiro "emboladô" tão impertinente da extinta Censura Federal; no romantismo da toada, em "Regato" ("Apanhei uma estrada/uma vida danada/coração aventurava/e só fazia sofrer.../um atalho na estrada/com clareira e regato/um descanso de fato/foi o que foi você", com grande presença da viola de Édson Alves); e, até quando envereda pelo pop, dá lição a muito "brother" na pista com uma composição envolvente, bem arranjada e toda sua, "Existe" ("Existe alguma coisa entre nós dois/meu bem, não vá negar/oh, não, não vá negar/se é uma gota d`água ou se é um mar/isso eu não sei explicar, que águas vão rolar.."). No samba, entretanto, tanto no de contorno mais popular  - "Não Demore", feito com Eduardo Gudin e Paulo Cesar Pinheiro - quanto no de desenho melódico-harmônico mais rebuscado - "Brincadeira", com Eduardo Gudin -, revela-se em plenitude o seu talento, firmado em encanto de letra e cadência que prende a atenção do ouvinte
       Tive, no final do ano passado e no princípio deste, a satisfação de trocar e-mails com esta admiração de longa data que tenho na MPB que é o Roberto Riberti, também dotado de boa palavra ao cantar, com timbre grave e claro, voz inequívoca e bem ajeitada na música, não raro confundido com outro saudoso compositor, Roberto Roberti (da marcha "Aurora", com Mário Lago, e do samba "Isaura", com Herivelto Martins). Uma admiração que, aliás, acentuou-se nesse contato por sabê-lo ainda boa-praça, generoso e bem-humorado nos seguidos "rsrsrs" das linhas dos seus textos. Ele digitalizou por conta própria os seus quatro elepês (em que se incluem as faixas supralembradas, gravados em 1977, 1979, 1982 e 1986), por causa de embaraço na relação com a Warner, adquirente do acervo da Continental/Chantecler, da qual foi contratado. Remasterização feita por ele, com ótimo resultado, a partir de vinis próprios, a qual ainda compreende interpretações marcantes de "Simplesmente", de Paulinho Nogueira, e "Ruas Que Sonhei", de Paulinho da Viola (um belo samba, dos anos 70, que parece ter poesia cifrada e também endereçada àquele mesmo parceiro "emboladô" lá de Brasília). Aos interessados nesses CDs representativos de um "trem" autoral, no dizer dos mineiros, bem composto na sua diversidade, em que o samba é o carro-chefe, informo o e-mail de contato com o compositor: contato@robertoriberti.com.br  Um dos sambas, lindo samba (com arranjo de José Briamonte, no disco de 1977), mais recorrentes na minha memória afetiva vem da letra de Roberto Riberti para melodia de Maurício Tapajós e Eduardo Gudin, feito por eles numa mesa de fundo no extinto boteco Confraria, em Sampa, também frequentado por Nelson Cavaquinho, Paulo Cesar Pinheiro e pelo MPB4, entre outros notáveis. É o "Rendição", dos versos que encimam essa dica-homenagem. Um samba ouvido por mim muitas vezes, até mesmo na base da "autoajuda" e com efeito consolador, que já me abrandou ais do coração naquilo "que é a coisa mais triste quando se desfaz". Mas o desdobramento disso não vem ao caso.
      ***
Pós-escrito: o primeiro dos "links" abaixo traz Élton Medeiros, com caixa de fósforos no ritmo, ao lado de Eduardo Gudin, ao violão, cantando "Estrela", com letra de Roberto Riberti, da qual saiu o verso - "um pouco de morro, outro tanto cidade sim" - que dá título a excelente CD gravado por uma grande revelação mineira, a afinadíssima Angela Evans. Nos demais "links", a reprodução de entrevista com o simpático Riberti no programa "Em cartaz", da tevê paulista. Acrescento ainda, dele, abaixo, o chamado site oficial e o "his space".
                 
  
http://www.youtube.com/watch?v=GU1Y_wrYtoo&feature=youtube_gdata

  
http://www.youtube.com/watch?v=VP1rKFAHTGg

  
http://www.youtube.com/watch?v=VP1rKFAHTGg

  
http://www.youtube.com/watch?v=_RaRoqLW4CM&feature=related

      
http://www.robertoriberti.com.br/novo/index.html

      
http://www.myspace.com/robertoriberti

18.5.10

Dica do Gerdal: Joel Nascimento inspira disco novo do Água de Moringa, lançado nesta terça no Sete em Ponto


Ex-"fotógrafo de defunto", como técnico em radiologia do Instituto Médico-Legal, o carioca Joel Nascimento, nascido e vivido no melodioso subúrbio da Penha, somente aos 32 anos exercitou, com o apoio de métodos convencionais para o instrumento e estudos suplementares para violino, o autodidatismo na lida com o bandolim, ele que, na adolescência, já fora, em si mesmo, mestre e aluno de cavaquinho. Ainda na adolescência, teve ensino formal de piano clássico, curiosamente o seu instrumento preferido, e acordeão, estudando teoria musical e, mais adiante, tocando em bailes com um grupo que formara, o Joel e Seu Ritmo. Em 1969, com um bandolim dado por um amigo e estimulado por um irmão, ele voltou ao convívio das rodas de choro e passou a alimentar em si o desejo de executar a suíte "Retratos", de quatro movimentos (evocativos de obras de Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Anacleto de Medeiros e Chiquinha Gonzaga), composta por Radamés Gnatalli, na segunda metade dos anos 50, em homenagem a Jacob do Bandolim. Meses de dedicação ao instrumento e à desafiante obra do pianista e maestro gaúcho, seu incentivador, logo o capacitaram não só à almejada execução - com o próprio Radamés -, mas também a uma fieira de solicitações para trabalho em estúdio, acompanhando diversos artistas de destaque. Teve em outro carioca do subúrbio, João Nogueira, cria do Méier, o produtor do primeiro elepê, o ótimo "Chorando pelos Dedos", gravado em 1975 pela Odeon, a que se seguiriam, por exemplo, nos seus anos de solista e de notável improvisador, o CD "Joel Nascimento Relendo Jacob do Bandolim" - o líder do Época de Ouro e a sua maior admiração no instrumento -, da Kuarup, em 1997, e o recém-lançado biscoito-fino "Valsas Brasileiras", em duo com a pianista Fernanda Chaves Canaud, ex-esposa do clarinetista Paulo Sérgio Santos (outro grande nascido e criado em subúrbios, na Piedade e em Quintino, respectivamente) e mãe de um rapaz muito bem cotado na praça com o seu violão, Caio Márcio. Também Fernanda, professora de piano da Unirio, foi "tocada" pelo carisma musical de Radamés Gnatalli e a ele dedicou o seu primeiro CD, lançado em 1993. 
                "Obrigado, Joel" motiva, nesta terça-feira, 18 de maio, à noite, pelo Sete em Ponto, no Teatro Carlos Gomes ("flyer" acima), show-tributo do Água de Moringa a esse músico excepcional, divisor de águas na execução do bandolim e inspirador do novíssimo CD desse conjunto-referência do choro. Foi de Joel a ideia da criação da Camerata Carioca, batizada por Hermínio Bello de Carvalho (que percebia no todo da formação um regional sofisticado) e abraçada por Radamés, a qual, entre o erudito e o popular, de 1979 a 1985, gravou três discos e deu ainda mais relevo a outras cordas de subido valor, como as de Henrique Cazes, cavaquinhista, e as do então artisticamente nominado Maurício Lana Carrilho, violonista. No mês passado, finalmente, o bandolim, tão calejador na música popular e aparentado na nossa maneira de tocar com a guitarra portuguesa, ganhou "status superior" e também passa a ser estudado em curso pioneiro da Escola de Música de Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Coube a Joel Nascimento o honroso convite da instituição para ministrar a aula inaugural.   
               *** 
Pós-escrito: nos "links" abaixo, Joel toca "Noites Cariocas", de Jacob do Bandolim, com Hamílton de Holanda (com quem lançou, também recentemente, o elogiado "De Bandolim a Bandolim") e o violonista Rogério Caetano; do próprio Joel, "Sorriso de Cristina" é mostrado pelo Água de Moringa.           
             
http://www.youtube.com/watch?v=cTw8zlCDZyg
 
              
http://www.youtube.com/watch?v=1pXxx1Qna5E
 
             
http://www.myspace.com/joellnascimento

17.5.10

Hoje - Show "Kanimambo" que antecede o CD de Emiliano Castro


(Recebi por e-mail do meu amigo Emiliano Castro a informação do show que vai rolar hoje antes que ele entre no estúdio para gravar o CD "Kanimambo" - o texto segue abaixo)

"Tá chegando a hora!

Semana que vem já estaremos jogando pra decidir campeonato durante as gravações do meu disco Kanimambo.
São minhas composições. Arranjos e direção também, com aquele impulso imprescindível dos feras que tenho ao lado.
No disco haverá algumas participações de enobrecer.

E a produção musical é do Paulo Bellinati.

...

Percebam como deve andar o coração do cidadão...
Muita honra, muita verdade e felicidade na jogada.

E pra quem quiser conhecer a carne, o osso e o som do Kanimambo antes de o eternizarmos em estúdio o último show será nesta 2a feira, às 20:30, na Praça Benedito Calixto.

Serviço:
Emiliano Castro
apresenta
Kanimambo
Emiliano Castro . violão de 7 cordas e voz
João Poleto . sax, soprano, sax tenor, flauta e coro
Marcos Paiva . contrabaixo acústico e coro
Douglas Alonso . percuteria


As coordenadas vão no flyer anexo(acima)."
***
Na divulgação anterior disse umas coisas felizes e necessárias. Repito:
O nome do show e do disco é Kanimambo que em changana, uma língua de Moçambique, quer dizer "obrigado". Com estes convites eu começo também a divulgar o tamanho da gratidão que tenho às inúmeras pessoas que vêm me ajudando de várias formas a construir minha música.

Kanimambo!!!

Até já!

13.5.10

Emiliano Castro apresenta Kanimambo nesta quinta em Sampa


(Chegou por e-mail o convite(flyer acima) e texto(abaixo) do amigo Emiliano Castro)

"Quando a gente está na sala e o cheiro da cozinha começa a provocar demais a
gente se anima e chega junto pra dar uma bicadinha, né?
Pelo menos quando estamos em sala amiga.

Este é o caso:

Em poucos dias entrarei no estúdio muito bem acompanhado para gravar meu
primeiro disco autoral, *Kanimambo.*
Muuuita estória envolvida, muita gratidão pra todos os lados.
Vai ser prato principal e já está ficando cheiroso!

Antes disso, antes de servir a mesa pra todos, porque vocês não chegam junto
e vêm dar uma bicadinha na panela?

Pra provocar, adianto que a produção musical é do enorme Paulo Bellinati.

Mais requintes e a receita completa estão no flyer anexo.

O nome do show e do disco é *Kanimambo* que em changana, uma língua de
Moçambique, quer dizer "obrigado" e com este convite eu começo também a
divulgar o tamanho da gratidão que tenho às inúmeras pessoas que vêm me
ajudando a montar este cardápio tão especial.

É 5a feira agora."

Visitem a nossa cozinha!

http://myspace.com/emiliano7cordas

http://myspace.com/candongueirofino

27.1.10

Dica do Gerdal : Sáloa Farah troca a quadra de vôlei pelo palco e lança disco, nesta quarta, no Rival - ponto para a MPB


Fazendo, como a soteropolitana Simone, o traslado vocacional da quadra desportiva (ela, do vôlei; aquela, do basquete) para o estúdio de gravação e o palco - em ambos os casos, com vantagem no placar para a MPB -, a carioca Sáloa Farah, da Ilha do Governador, lança nesta quarta, 27 de janeiro, às 19h30, o segundo CD da carreira, "De Cartola e de Tamanco", com produção do poeta Paulo César Feital. Embora com trajetória promissora no universo dos saques, das manchetes e das cortadas, campeã estadual que foi, em 2002, pelo Fluminense, ela, de apenas 21 anos, sentiu que um lance mais emocionante da sua atuação no jogo da vida estava fora daquelas tão familiares quatro linhas: uma "jornada de estrela" na música popular, à qual se apresenta, bem credenciada, com seu timbre grave, vigoroso e diferenciado, um canto de sereia não enganador e já arregimentador de grande número de admiradores. Muito importante para Sáloa, também ex-estudante de odontologia, foi a observação atenta e encantada desse canto pelo contrabaixista e compositor Halsey Mendes - jurado de um festival de que ela participou, no Fundão, patrocinado pela Petrobras -, o que, pouco depois, abriu-lhe caminho para o encontro com Roberto Menescal e alguns trabalhos de interpretação pelo selo dele, Albatroz, como o primeiro CD que gravou, "Delicadeza", com faixa-título de Paulo César Feital e Altay Veloso. 
       No show de logo mais, em que mostrará ainda sua versatilidade e bom gosto, destaque para regravações incluídas no novo disco, como "Vela no Breu", de Paulinho da Viola e Sergio Natureza, "Onze Fitas", de Fátima Guedes", "Injuriado", de Chico Buarque, e um partido-alto, "Cadê Ioiô?", de César Veneno, do Salgueiro, compositor que marca, assim, sua presença na produção. Com o perdão do trocadilho, não procede dizer Sáloa Farah, pois ela já está fazendo - com competência e bem acompanhada, em passos artísticos dotados de boa direção.     

25.1.10

Dica do Gerdal:Tavito apresenta ao público do Rival, nesta segunda, no Rio, seu "novelho" e auspicioso "Tudo"



Do amigo luso-brasileiro ou brasilo-lusitano Alan Romero - que, durante o ano, divide-se entre o aquém e o além-mar -, recebo e reencaminho, abaixo, o recado do cantor, guitarrista e compositor mineiro Luís Otávio de Melo Carvalho, o Tavito, como é conhecido pelo próprio sucesso na intimidade da MPB. Afinal, é dele, em parceria com Zé Rodrix, outro integrante do lendário Som Imaginário (conjunto criado para acompanhar o famoso Bituca e que depois teve vida própria, com diferentes formações), a clássica "Casa no Campo", um dos sucessos de maior peso e reconhecimento de público na bagagem de Elis Regina. "Rua Ramalhete", feita com Ney Azambuja, é outro "hit" que não pode ser ignorado, "naquele tempo" do "cha-lá-lá-lá" bem mandado ou do "ou-ou-ou" bem puxado do fundo do coração, com os inspiradores Beatles, por perto, sempre ajudando o autor na canção seguinte. Ainda na natal BH, em meados dos anos 60, Tavito (que diz ter "uma rádio sintonizada nos miolos, tocando sem parar, " e a que não falta a diversidade da nossa música popular) acompanhava ao violão o poetinha Vinicius de Moraes em shows a que Baden - ambos vivendo o auge da difusão dos afrossambas - não podia comparecer. O próprio Vinicius foi um grande incentivador da mudança de Tavito para o Rio de Janeiro, onde este ainda se destacaria na feitura de "jingles", vários deles até hoje lembrados. 
        Dois shows - um nesta segunda, 25 de janeiro, no Rio; o outro, dia 29, sexta, em Sampa - faz Tavito para a divulgação do "novelho" "Tudo", após muito tempo afastado dos palcos, dedicado à composição, ao arranjo e à atividade publicitária. Ele mesmo, em seguida, com verve, apresenta o disco e, naturalmente, faz a recomendação dos próprios shows. A ótima cantora Marianna Leporace, irmã temporã de Gracinha e Fernando Leporace, faz participação especial na apresentação do Rival ("flyers" acima).
       
***

    Bom, moços e moças de minhas extensas relações, aqui estou para lhes enviar mais um convite para divertidíssimo showzim de minha lavra. Diferente dos outros que já enviei - mas elaborado com os mesmos pruridos de afeto, baseados na certeza de que o que temos de realmente valioso nessa vida são os amigos e o amor que nos liga. Pois é, depois de uma longa espera técnica, durante o ano mais sem graça de minha história, enfim - e acho que a tempo - vou proceder ao lançamento de meu novelho CD, "TUDO". Ele está nas lojas desde março, é verdade, mas devido à ausência completa de ações divulgatórias (causada por problemas de diversas naturezas), ficou pairando numa espécie de limbo midiático, sombrio e insalubre. Mas isso, acredito, não lhe tirou o brilho; só adiou pra mais adiante a revelação e a surpresa. Pois que o CD é bão, sim. É um retrato fiel de tudo o que acredito, e isso certamente há de ter alguma relevância, num tempo onde já não me meto em discussões estéticas - até por pura falta de paciência. São dois shows: um no Rio, outro em Sampa. Vou apresentar muitas novidades, mantendo a velha escrita de tornar os convivas mais felizes a cada canção, como é de praxe. Teremos também velharias deliciosas e participações pra lá de especiais. Minha boa banda,a "Ananeu & os Precários" está afiada como nunca. Nando Lee, o multidedos, tirará as costumeiras faíscas de sua Fender e promete executá-la com as mãos e os pés - sem tirar os sapatos. O Percuteiro Maluco, Fábio Schmidt, levará toda a sua tralha percussiva, os badalos, ting-lings, tamborolas, courames, metabongs, recos e raspejos. Uma festa insuportável de estranhos ruídos. Paulinho Farias, o PC, the bass-man, o mais abastado do grupo, nos presenteará com suas escalas que fazem escola - além do que, garantiu farta distribuição de dólares ao final do espetáculo. E o mais novo integrante, o tecladista presidenciável Abraham Lincoln, um amálgama fisionômico de Fernando Henrique com Barack Obama, apenas tocará seu instrumento com maestria, além de dar uma canja supimpa no trumpete; e é claro, dar-nos-á ordens durante todo o espetáculo, que obedeceremos pressurosamente. Sabe-se lá do que um indivíduo com essas características é capaz, quando desobedecido. No show carioca, terei a maravilhosa Marianna Leporace como convidada especialíssima. Ela emprestará sua bela voz, gorjeando seus cristais em algumas composições de minha humilde lavra - além de dar significativo apoio à estética do espetáculo, originalmente um desastre em si mesmo. Em Sampa, meu irmão, Renato, o Teixeira dos poetas, parceiro de vida, música e disparates juvenis, vai dar o ar de sua graça (bota graça nisso). Cantaremos juntos e separados, ainda não sei bem o que, na verdade. Produzi dois discos dele; deveremos lembrar "...o maior mistério é haver mistérios", ou "...aaaamizade sincera é um santo remédio, um abrigo seguro" ou ainda "...o meu boi um dia desses bateu asas e avoou". E, principalmente, vamos dar umas risadas, também. Bom, é isso. Para os que não visualizarem os flyers por qualquer motivo informático, seguem abaixo os serviços dos dois shows; escolham a cidade e vão, sem dó nem piedade, pois preciso como nunca tê-los por perto, depois de um ano idiota como 2009. Beijos sinceros carregados de bons votos, nesse 2010 que se inicia, auspicioso (iremos todos para o auspício, hehehe) / Tavitão
 

 
CD Tavito "TUDO" - Lançamento Nacional
_________________________________________________
No Rio de Janeiro:
Dia 25 de Janeiro de 2010, às 19:30 H
Teatro Rival Petrobrás - Rua Álvaro Alvim, 33 - Centro
Ingressos - R$ 30,00 e R$ 15,00 para estudantes e idosos.
Os primeiros 100 ingressos serão vendidos a R$ 20,00
Reservas - (21) 2524.1666
Classificação etária: 16 anos
__________________________________________________
Em São Paulo:
Dia 29 de Janeiro de 2010, às 22:00 H
Café Paon - Avenida Pavão, 950 - Moema
Ingressos - R$ 30,00 (Preço único)
Reservas - (11) 5531.5633 / 5533.5100 
Classificação etária: 16 anos
 

Veja e ouça Tavito na Rede:
 
www.tavito.com.br
www.myspace.com/tavitominas
http://clubecaiubi.ning.br/profile/tavito
http://oficinadavoz.ning.com/profile/Tavito
www.tudotavito.blogspot.com

22.1.10

Dica do Gerdal: Chorando à Toa nesta sexta no Espaço Rio Carioca - inclusão social que sorri para a música popular


"A Rocinha não é apenas o que mostram na mídia: violência e tiroteio." Tais palavras, ditas pela jovem Carla Mariana, de 24 anos, moradora dessa que é considerada a maior favela da América do Sul, têm na própria declarante uma prova de que lá também se contrói cidadania. Ela, flautista, e outros quatro jovens e promissores músicos da sua geração, como ela provenientes de famílias pobres da localidade, formam o conjunto Chorando à Toa, que, no mês passado, fez a primeira das apresentações do"CD "Descontraído", na quadra da escola de samba Acadêmicos da Rocinha. Ainda em 2009, dois meses antes, fizeram, com o apoio do Instituto Goëthe, que pagou as passagens aéreas do conjunto, uma série de 28 shows por diversas cidades alemãs, numa feliz consequência de uma história que começou em meados da década de 90, quando Hans Ulrich Koch, professor alemão de música, pasmado com o contraste social que observava - dava aulas a alunos abastados da Zona Sul e sensibilizava-se com a penúria de outros adolescentes ao seu redor nessa área do Rio -, teve a ideia de lecionar também para gente pobre, formando numa sala cedida por uma igreja da Rocinha uma escola de formação básica. Completando 15 anos de existência, a Escola de Música da Rocinha, há alguns anos funcionando numa outra sala, cedida pela Prefeitura no Centro Municipal de Cidadania Rinaldo Delamare e, no momento, à cata de novo patrocínio, é uma iniciativa bem-sucedida de educação pela arte, de que o Chorando à Toa é o maior exemplo, atraindo ao longo dos anos um sem-número de jovens interessados. 
           No show que faz nesta sexta no Espaço Rio Carioca, em Laranjeiras (informação abaixo, transmitida pelo violonista Gilberto Figueiredo, professor dos integrantes do Chorando à Toa e coordenador da escola), o grupo, nesse CD de estreia, toca, entre outras músicas, incluindo as de criação própria, "Maroto", choro pouco conhecido de Jacob do Bandolim, "Chorando e Rindo", de Célia Vaz, "Diário", de Kim Ribeiro, "Sonhador", de Fernando Leporace e Nélson Wellington, "Amaxixado", de Valmar Amorim,  e "Tijucano", de Ricardo Calafate. Também uma, muito boa, do próprio Gilberto e disponível à audição pelo YouTube,  "Maracaxixe". Só gente inspirada, portanto. Garotos espertos! 
***
   Olá a todos,
 
Apesar da chuva, o Chorando à Toa levou um excelente público
ao Espaço Rio Carioca na sexta-feira passada,
e por isso o grupo repete a dose nesta sexta, dia 22.
O show começa às 20h30min, com ingresso a R$ 20,00.
Os 30 primeiros que responderem a este e-mail solicitando "convite amigo" pagam R$ 15,00.
Conheçam o trabalho do grupo no www.myspace.com/chorandoatoa
 
Vejam os detalhes no anexo.
Até lá.

10.11.09

Dica do Gerdal: A cantora Letícia Carvalho lança o primeiro disco de carreira nesta terça-feira em show no CCC


Após estudar sociologia e formar-se em jornalismo, Letícia Carvalho reencontrou-se com uma atividade artística exercida ainda menina: o canto.  Do coro infantil até o CD "Essa Não Sou Eu" - lançado nesta terça, 10 de novembro, às 21h, no Centro Cultural Carioca -, ela foi vocalista de Alcione, quando em turnê da Marron pelo país com o disco "Valeu"; integrou o grupo Celacanto, que acompanhou Joyce em vários shows; "crooner" do Batacotô em apresentações em Caracas; e protagonizou o musical "L`Amour", cantando sucessos inesquecíveis de Edith Piaf, como "L`Accordéoniste", "La Vie en Rose" e "Non, Je Ne Regrette Rien", o que mais tarde se repetiria em shows próprios. Reunindo canções do seu agrado, sem ainda definir um estilo, como diz, a afinada Letícia, filha de músico e, ela mesma, professora de canto, traz no seu primeiro CD, por exemplo, composições de Chico Buarque ("Mil Perdões"), Cláudio Lins ("Teatrinho") e Ivan Lins ("Emoldurada", na bela parceria com Celso Viáfora). Produção e arranjos do multi-instrumentista carioca de cordas João Gaspar, presente entre os gabaritados músicos desse show de logo mais à noite no CCC ("flyer" acima).
           Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.

13.10.09

Dica do Gerdal: Adryana BB lança um grande disco, "Do Barro ao Ouro", esta semana, no Rio Scenarium


No palco da vida, Adryana Barbosa Bezerra; na vida do palco, Adryana BB. E, assim, com a consoante dobrada no cognome artístico, entramos em contato com uma moça admirável pelo talento e pela fibra de que é dotada para expressar, no seu canto, todo o sortilégio rítmico do seu Pernambuco e da sua região de origem. Ainda na Recife natal, participando com êxito de festivais universitários e também de noites em bares cantando uma MPB mais sofisticada e até mesmo com glacê pop, Adryana, curiosamente, em 1998, ao chegar ao Rio de Janeiro com a cara, a coragem e vinte reais no bolso, hospedando-se em casa de parente, é que se redescobriu visceralmente ligada à tradição musical da sua terra. O momento era de ebulição do forró, tocado e chamegado em vários pontos da cidade, e, já em contato com instrumentistas locais, encontrou, como a saudosa Marinês, a "sua gente", ou seja, aqueles com os quais se evidenciaria, inicialmente, desfraldando a bandeira do maracatu.
         Pioneira aqui na expressão articulada e contínua dessa manifestação cultural do Leão do Norte, por meio do Rio Maracatu, Adryana BB lança, nesta terça, quarta e quinta, 13, 14 e 15 de outubro, às 22h, no Rio Scenarium ("flyer" acima), um grande disco, "Do Barro ao Ouro" (gravado ao vivo na Sala Baden Powell em junho do ano passado). Com título que, de certo modo, reflete a própria mutação por que tem passado na carreira, ela impressiona, na contagiante prévia das faixas disponíveis do CD no "herspace" - a página dela no MySpace -, por exemplo, por entoar o sacudido da canção nordestina com incrível energia e vigor. E, assim, não há como não se encantar ao ouvi-la em "Minha Flor", da sua autoria, "Coco da Canoa", do alagoano João Lyra com letra de Paulo César Pinheiro, e, especialmente, em "Tiriê Pintassilgo", uma delícia de baião da lavra desta tão discreta quanto maiúscula violonista, compositora e arranjadora que é, em longo curso na MPB, a carioca Irinéa Maria.
        Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 

29.9.09

Dica do Gerdal:Edu Krieger lança, nesta terça-feira, no Rival, o CD "Correnteza"- passo firme e bem marcado na ciranda do mundo fonográfico


Com o mesmo nome da clássica toada de Tom Jobim e Luiz Bonfá, o segundo e recém-saído do forno CD de Edu Krieger, o autoral "Correnteza", será lançado nesta terça-feira, 29 de setembro, às 19h30, em show no Teatro Rival ("flyer" acima). Nele, de faixa-título já gravada pelo conjunto Sururu na Roda, esse talentosíssimo carioca de ascendência alemã, filho e neto de maestros - Edino Krieger e  Aldo Krieger, pai e avô, respectivamente, catarinenses de Brusque -, apresenta novas parcerias, que constam em outras três faixas: Marcelo Caldi, em "Serpentina; Raphael Gemal, em "Feira Livre"; e Zé Paulo Becker, no bolero "Sobre as Mãos", com o chamado auxílio luxuoso do suingado João Donato ao piano. Aliás, uma outra ótima composição de Edu Krieger, "Arremate", em parceria com Joca Perpignan, também será lançada, em breve, em mais um CD desse craque da percussão, também carioca, comprovando que a MPB vai muito bem das pernas em matéria de criatividade e renovação, apesar da ciclópica e renitente barreira do jabá para que ela não ganhe as nossas emissoras de rádio e tevê, naturalmente, pelo mérito, e o público-alvo dessa veiculação, mais bem informado da nossa produção musical, não faça livremente as suas escolhas, sem "orientação" de cima para baixo. Considero a nossa música popular um orgulho nacional, que tem em Edu Krieger um exemplo robusto e bem formulado do vigor e do engenho da sua permanente recriação, lastreada no que nela há de mais pulsante e verdadeiro. Isso já se fazia notar sobejamente no primeiro disco dele, e no atual não será diferente. Parabéns, Edu, pela luminosa carreira que você vem cumprindo, "motu proprio", como violonista, compositor e letrista de verso exato e envolvente. Ciranda que vai, ciranda que vem, e você segue, na roda do mercado do disco e do show, com o passo firme na cadência de um reconhecimento sem facilitário nem favores.     
          Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 

9.9.09

Dica do Gerdal: Márcio Thadeu, nesta quarta, no Cais Cultural- um bom cantor adentra a cena musical carioca com CD benfeito


"Chega a noite e você vai embora/você sempre tem que ir embora/eu tenho sempre que ficar/tempo falso o relógio marca/nem faz tempo e você vai embora/eu sem jeito de ficar/no escuro que se faz/quando você fecha a porta..." Só esse samba lento, "Tempo Falso", de Gisa Nogueira, excelente compositora, muito bem pontuado por saxes no impressionante arranjo de Wilians Pereira, já vale a aquisição do CD "Negro Canto", um "début" com pé direito do economista Márcio Thadeu no mercado fonográfico em produção independente. Bom cantor, Márcio credencia-se com o disco a ocupar um espaço próprio, bem assentado na sua voz e sensibilidade, no minguado universo de cantores da MPB, em contraponto com o das cantoras, surgidas aos montes - e bem-vindas. Feito com a intenção de enaltecer a inspiração negra entre as autorias no nosso cancioneiro, "Negro Canto" lembra clássicos de Nelson Cavaquinho ("Notícia"), Dorival Caymmi e Antônio Almeida ("Doralice") e Lupicínio Rodrigues ("Esses Moços"), além de sambas expressivos da bagagem de Leci Brandão ("Zé do Caroço") e de Gílson de Souza ("Poxa", que, em 1975, deu notoriedade até mesmo internacional a esse conterrâneo de Sérgio Ricardo, ambos paulistas de Marília). "Mosaico Brasileiro", de Celso Lima e Sérgio Cruz, é benfeita exaltação que sobressai entre as poucas inéditas, e, por isso, devem-se louvar a direção musical e os arranjos primorosos e refrescantes, para músicas bem conhecidas, feitos pelo violonista Wilians Pereira, tão estupidamente desaparecido, em dezembro de 2007, aos 39 anos, na queda de um ultraleve em Porto de Galinhas. Foi a alma desse CD do bem qualificado e bem encaminhado Márcio Thadeu. "...se eu pudesse, eu apagava a noite/e fazia um sol do luar/pra você não ter que ir embora/quando é hora de você ficar". 
        Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
 A tempo: Márcio Thadeu canta hoje, 9 de setembro, às 19h, no Cais Cultural, na Praça Mauá ("flyer" acima).          

22.8.09

Aline Calixto lança CD neste sábado em BH


Neste sábado, dia 22 de agosto, a cantora ALINE CALIXTO lança seu primeiro CD no Music Hall em BH.
A cantora vem se destacando no cenário do samba nacional e chamando atenção do público e de importantes profissionais da crítica, pela qual é considerada uma das principais promessas da nova geração. Após uma bem-sucedida trajetória no cenário independente, a artista lança seu álbum de estréia, "Aline Calixto", pela gravadora Warner Music.
Carioca de nascimento, porém criada em Minas Gerais, Aline venceu diversos prêmios, entre eles o concurso "Novos Bambas do Velho Samba" edição 2008, realizado pela tradicional casa Carioca da Gema, e participou do carnaval carioca. Também marcou presença em diversas rodas de samba cantando ao lado de bambas da velha guarda como Monarco, Nelson Sargento, Walter Alfaiate, Wilson Moreira, Martinho da Vila, Luiz Carlos da Vila e de novos talentos como Edu Krieger, Renegado, Rogê e Martnália.
 
Mais informações sobre o trabalho de Aline no:
www.alinecalixto.com.br
www.myspace.com/alinecalixto

10.7.09

Marcos Sacramento/Show de lançamento do CD "Na Cabeça" no Rio de Janeiro


Este flyer chegou por e-mail. Não é dica do Gerdal, mas tenho certeza que ele aprovaria.
Show de lançamento do CD "Na Cabeça" de Marcos Sacramento
com os violões de Rogerio Caetano, Luiz Flávio Alcofra e Zé Paulo Becker
participação especial de Netinho Albuquerque
Dias 10 e 11 de julho ãs 19:30h
Caixa Cultural - Teatro de Arena
Av. Almirante Barroso, 25 - Centro - RJ