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8.10.10

Chico Caruso, Wanda Sá & Dôdo Ferreira Trio alegram as noites do final de semana no Leblon


Chico Caruso, Wanda Sá e Dôdo Ferreira Trio se apresentam no show Bossa do Leblon nas sextas, sábados e domingos até 31 de oububro. Os shows começam às 21 horas no Teatro Municipal Café Pequeno, na Avenida Ataulfo de Paiva, 260 - telefone 2294.4480.
(clique na imagem do flyer acima para ver a turma toda pronta para o embarque)

13.9.10

Gerdal indica: Dôdo Ferreira e Adriano Souza, nesta quarta, em bar na Rua do Mercado - petiscos musicais servidos em horas felizes por contrabaixo


Cavando o "dim-dim" da sobrevivência com o "dum-dum" tirado no contrabaixo acústico, Dôdo Ferreira, também compositor, arranjador e musicoterapeuta, já tocou com muitos artistas esteticamente heterogêneos entre si, em leque amplo de trabalho muito bem realizado do erudito ao popular. É músico bastante atuante em musicais de teatro e dele me recordo, juntamente com o pianista Gabriel Geszti e o baterista Oscar Bolão, participando, em 2003, da reencenação por Stella Miranda da peça "Vamos Brincar de Amor em Cabo Frio", de Sérgio Viotti, montada primeiramente em 1965 e com "score" original de João Roberto Kelly - um compositor hoje muito pouco lembrado por suas bem-sucedidas trilhas para musicais de teatro (ainda o "score" de outra comédia, "Les Girls", por exemplo, alguns anos em cartaz, a partir de 1967, na Galeria Alaska, em Copacabana, com Rogéria, entre outros travestis), e, especialmente, tevê, como "My Fair Show", "Praça Onze", "Noites Cariocas" e "Times Square". O gente-boa Dôdo, que, em sua formação, tanto ouviu a matriz rítmica nacional quanto nomes estrangeiros do vulto de Charles Mingus, Duke Ellington, Horace Silver e B. B. King, dá prosseguimento, nesta quarta, 15 de setembro, das 18h às 21h, a temporada de "happy hours" no Casarão ("flyer" acima"), no Centro, com o ótimo Adriano Souza, ao piano, fundador do grupo instrumental Xekerê e com elogiado CD solo já lançado, "Tocando o Céu", em 2000. Eles tocam juntos há tempos, estão plenamente entrosados e, como observa Dôdo, já se entendem até mesmo por telepatia.    
       *** 
 
Pós-escrito: ao lado de Gabriel Geszti e João Cortez, Dôdo pode ser visto, "nos "links" abaixo, mostrando três de seus inspirados temas, nesta ordem: "Taipei, Taiwan", "Lígia, Lacan e o Amor" e "Débora Blues" 
 


     http://www.youtube.com/watch?v=3Q9m0I0aaFc
 
     http://www.youtube.com/watch?v=tG9z1y7E3mg&feature=related 
 
     http://www.youtube.com/watch?v=cLxMqs1xdWE&feature=related   

20.5.10

Dica do Gerdal: Dôdo Ferreira toca em trio, nesta quinta, no auditório da Finep: um "dum-dum" em tempo de balanço


Adotando no nome artístico um curioso circunflexo adverso a um dos nossos ditames ortográficos - o de não se acentuarem paroxítonas terminadas pelas vogais "a", "e" e "o" -, o amigo Dôdo Ferreira toca nesta quinta-feira, 20 de maio, às 18h30, no auditório do Espaço Cultural Finep, na Praia do Flamengo, 200 ("flyer" acima), muito bem acompanhado pelo pianista e acordeonista Gabriel Geszti e pelo baterista João Cortez, dando início à execução do projeto Música Experimental. Há pouco tempo, tive a satisfação de reencontrar, por acaso, num vagão do metrô, o Dôdo, que estava, salvo engano, a caminho do teatro onde tocaria durante um musical em cartaz na cidade. Aliás, um tipo de atração do entretenimento cultural em que esse contrabaixista, compositor e arranjador boa-praça e espirituoso já atuou várias vezes, trazendo-me à lembrança, ainda com o Geszti e mais o baterista Oscar Bolão, a sua participação, em 2003, na animação musical de "Vamos Brincar de Amor em Cabo Frio", reencenação por Stella Miranda de peça de sucesso do falecido Sérgio Viotti, montada primeiramente em 1965 e com "score" original de João Roberto Kelly - um compositor hoje muito pouco lembrado por suas bem-sucedidas trilhas para musicais no teatro e, especialmente, tevê, como "My Fair Show" e "Times Square". 
         Variedade parece ser a palavra-chave para a compreensão do exercício profissional do também musicoterapeuta Dôdo, pois já tocou com muitos artistas esteticamente heterogêneos entre si, em leque amplo de trabalho muito bem realizado do erudito ao popular. Ele, como já pôde afirmar em tom de blague, cava o "dim-dim" da sobrevivência com o "dum-dum" das suas apresentações, e esta onomatopeia do som do contrabaixo dá título ao seu segundo CD, lançado em 2007 pela Delira Música, no qual a influência do jazz ou do blues de Charles Mingus, Duke Ellington, Horace Silver e B. B. King está presente, juntamente com a matriz rítmica nacional. Tocando com Marco Tommaso (piano), Pedro Strasser (bateria) e Daniel Garcia (sopros), Dôdo tem nessa produção, com todas as faixas compostas e arranjadas por ele, uma obra de referências pessoais marcantes (dedicando, por exemplo, "O Incrível Hulk" ao amigo e colega de instrumento prematuramente falecido Maurício Almeida), após longo período desde o primeiro CD solo, "Farofa Blues", de 1993.