No ciclo de conferências "As Cidades dos Poetas", Felipe Fortuna apresenta seu tema "João Cabral:Recife e Sevilha", no dia 10 de abril (terça-feira) a partir das 17,30 horas.
Veja convite abaixo
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8.4.18
10.3.15
Dica do Gerdal: Eliana Pittman e Carlos José no Teatro Sesi-Centro; Alfredo Del-Penho, Pedro Miranda e Pedro Paulo Malta na ABL - shows nesta terça e nesta quarta
Nos "links" abaixo: 1) "Besouro Mangangá", de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, com Eliana Pittman; 2) "Queria", de Luiz Carlos Paraná, com Carlos José; 3) "As Cinco Estações do Ano", de Lamartine Babo, com Alfredo Del-Penho, Pedro Miranda e Pedro Paulo Malta; 4) "Parei Contigo", de Lamartine Babo", com a mesma trinca talentosa do "link" anterior.
Com essa ilustração musical, anunciam-se as duas atrações abaixo:
1) Eliana Pittman e Carlos José (fotos acima), nesta terça-feira, 10 de março, às 12h30, em show inaugural do terceiro ano consecutivo de A Canção Brasileira - De Chiquinha Gonzaga a Tom Jobim - série musical levada a efeito no Teatro Sesi-Centro (Av. Graça Aranha, 1 - tel.: 2563-4164). Produção e apresentação do cordial e elegante Haroldo Costa;
2) também no mesmo horário, mas no dia seguinte, 11 de março, na ABL (Academia Brasileira de Letras), Lamartine Babo é reverenciado em show de Alfredo Del-Penho, Pedro Miranda e Pedro Paulo Malta ("flyer abaixo). Este com entrada franca.
Grato pela atenção de todos. Um abraço musical.
https://www.youtube.com/watch?v=7aLey0ZCwS8 ("Besouro Mangangá")
https://www.youtube.com/watch?v=m0EZfD1kTl8 ("Queria")
https://www.youtube.com/watch?v=001RZShnRp0 ("As Cinco Estações do Ano")
https://www.youtube.com/watch?v=bBklRNVuJNA ("Parei Contigo")
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28.7.11
Hoje: Quadrinhos na Academia Brasileira de Letras

Hoje, dia 28, às 17.30 horas vai rolar uma palestra sobre quadrinhos dentro da série Brasil, Brasis, da Academia Brasileira de Letras.
O tema principal será a discussão de como os quadrinhos utilizam uma linguagem própria para criar narrativas - com demonstrações de alguns de seus recursos.
Sensacional esse fato da ABL abrir espaço (de cm para m) para a HQ.
Para comemorar essa abertura, vai rolar também uma miniexposição com oito feras da HQ nacional.
A palestra será no Teatro R. Magalhães Jr. que fica na Av. Presidente Wilson, 203. A entrada é risonha e franca.
Palestrantes: Chico Caruso, Lailson Holanda e Paulo Maffia tendo como convidado especial Ricky Goodwin.
Todos lá!
18.8.10
As histórias das canções de Paulo César Pinheiro
4.11.09
Dica do Gerddal : O centenário Roberto Martins, vigilante mal observado na circulação da MPB, tem obra evocada, nesta quarta, na ABL (grátis)

"Hoje não existe nada mais entre nós/somos duas almas que se devem separar/o meu coração vive chorando e a minha voz/já sofremos tanto que é melhor renunciar/a minha renúncia enche-me a alma e o coração de tédio/a tua renúncia dá-me um desgosto que não tem remédio/amar é viver/é um doce prazer, embriagador e vulgar/difícil no amor é saber renunciar."
Tardou, mas não falhou. Enfim, neste 2009 do centenário do seu nascimento, uma homenagem, ao menos uma, muito merecida, a este vulto da MPB de discrição pessoal inversamente proporcional à projeção da sua música chamado Roberto Martins. Nos seus últimos anos de vida, ele foi amigo do meu pai e, na companhia do meu velho, tive oportunidade de conhecê-lo pessoalmente numa ida ao apartamento onde morava, na Rua Buarque de Macedo, no Flamengo, quando, em visita prolongada, pude saborear as histórias que ele nos contava, com cordialidade, fala mansa e algo gutural, da sua vivência no meio musical, num semblante de homem simples e aparentemente muito disciplinado. A exemplo de outro bamba, Haroldo Lobo, cujo centenário de nascimento ocorre no ano que vem (e quem se lembrará dele, mesmo com a importância que ele tem?), Roberto Martins foi guarda-civil - mais tarde, investigador, até desligar-se da polícia em 1939 - e, "circulando, circulando", no exercício da sua vigilância profissional, pôde conhecer intimamente a cidade e, especialmente à noite, aproximar-se das rodas boêmias, num então ameno Rio de Janeiro, e encontrar aqueles que se tornariam seus colegas em novo "métier", alguns deles seus parceiros.
Sucessos, teve-os a rodo, concentrados principalmente nos áureos antanhos dos anos 30 e 40 do século passado, dedicando-se com afinco, dos anos 50 em diante, à questão dos direitos autorais, já filiado à União Brasileira de Compositores (UBC), da qual foi sócio fundador. Além do fox "Renúncia", na epígrafe desta dica - com letra do petropolitano Mário Rossi e gravado em 1943 por um gaúcho, Nélson Gonçalves -, o ex-ritmista da orquestra de Simon Bountman, também com letra de Mário Rossi, mostraria a sua brejeirice no sincopado com "Beija-me", em registro de Cyro Monteiro. Antes disso, Roberto Martins se notabilizara, por exemplo, pelo primeiro êxito, "Favela" ("...dos sonhos de amor e do samba-canção"), de 1936, em parceria com Valdemar Silva, na voz de Francisco Alves, e por outro samba, "Meu Consolo É Você" (com Nássara), na voz de Orlando Silva, vencedor de certame carnavalesco da Prefeitura do Rio em 1939. Também no carnaval, na década seguinte, a serpentina da sorte o alcançaria no compasso de marchas imorredouras, como "O Cordão dos Puxa-Sacos" (com Frazão), em 1945, pelos Anjos do Inferno, e "Pedreiro Valdemar" (com Wilson Batista), em 1949, por Blecaute. Embora recentemente revivido em disco por Zélia Duncan e Moacyr Luz, é um compositor que precisa ser mais observado e considerado no eterno retorno das reminiscências, o que até inspiraria desejáveis regravações. "Lá na rua onde moro/ no 212/mora a mulher que eu adoro/que, quando eu passo, faz pose..." Quem sabe, um belo dia, o "212", mais uma dele com Mário Rossi?
Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção.
***
A tempo: a homenagem a Roberto Martins, falecido em 1992, aos 83 anos, será prestada nesta quarta, 4 de novembro, ao meio-dia e meia, por Cristina Buarque e pelo ótimo Samba de Fato, em mais uma atração da série MPB na ABL.
26.8.09
Dica do Gerdal : ABL retoma projeto musical, na hora do almoço e com entrada franca, homenageando o centenário de Ataulfo Alves

Amigo de Pancetti - tio da cantora Isaurinha Garcia e renomado pintor de marinas, que o homenageou com duas telas, "Pois É" e "Lagoa Serena", títulos de sambas seus -, o elegante Ataulfo Alves é oportunamente lembrado, hoje, 26 de agosto, às 12h30, pela Academia Brasileira de Letras para um homenagem que retoma, sob os auspícios da Petrobras, a viabilização de projeto musical de relevo nessa instituição. O ano corrente marca o centenário de nascença desse doutor em samba, a cuja cadência, sempre bonita, dava feitio não raro ralentado, muito influenciado pela toada rural da sua região mineira de origem, a Zona da Mata. Isso diferençava Ataulfo, filho de Severino violeiro, sanfoneiro e cantador, de outros vultos do samba na sua época, já no Rio de Janeiro, os quais o faziam de outro jeito, com ritmo mais marcado, talvez por vivência e interação mais prolongadas no Rio de Janeiro, como o campista Wilson Batista.
Contando com estátua e memorial em atividade no seu grandioso Miraí (ao menos numa hipotética reconfiguração geográfico-urbana do país à luz da importância dos seus rebentos na arte), Ataulfo é tema de livro biográfico escrito pelo jornalista Sergio Cabral, de lançamento bem próximo. Este é ainda apresentador do show de logo mais, na hora do almoço, na ABL, do qual participa Ataulfo Alves Jr. Entre as músicas do seu pai escolhidas para o roteiro (abaixo), consta "Você Passa, Eu Acho Graça", com coautoria de Carlos Imperial, numa das mais curiosas e insólitas parcerias da nossa discografia. Vale a pena recordar esse sucesso nacional gravado em 1968 por Clara Nunes - e bem relido há pouco na voz de Teresa Cristina -, assim como os demais previstos para o aplauso do respeitável público.
Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.
ACADEMIA RETOMA SÉRIE 'MPB NA ABL"
COM SHOW EM H0MENAGEM AO
CENTENÁRIO DE ATAULFO ALVES
Jornalista, escritor e pesquisador Sérgio Cabral- que vai lançar no final deste mês a biografia de Ataulfo- apresentará o espetáculo, dia 26.8, com entrada franca .
Cantor Ataulfo Alves Jr. (Ataulfinho), filho do mestre, estará no palco do Teatro R. Magalhães Jr. mostrando os grandes sucessos do autor de “Ai, que saudades da Amélia” e “Atire a primeira pedra”
Mineiro de Miraí, autor de muitos sambas e marchas, obras- primas que ele, como poucos, tão bem interpretou ao lado de suas pastoras - Ataulfo Alves teria completado, no dia 2 de maio último, 100 anos de nascimento e de inúmeros sucessos. Um vasto repertório que o coloca na galeria dos grandes artistas brasileiros. E ,na retomada da série "MPB na ABL", a Academia Brasileira de Letras entendeu que para esta homenagem, ninguém mais apropriado, e comovente, do que o filho do mestre - Ataulfo Alves Jr.
O jornalista e pesquisador Sérgio Cabral- autor de “Meninos da Mangueira”, com Rildo Hora, que concluiu e lançará no final deste mês a biografia de Ataulfo- fará a apresentação do show, que será encerrado justamente com esse sucesso da dupla Cabral-Hora.
O evento conta com o patrocínio da PETROBRAS.
TRAJETÓRIA
Ataulfinho, como é conhecido, estreou profissionalmente no programa Bossaudade, da TV Rcord, , que tinha como condutora Elizeth Cardoso. Levado pelo pai, a partir dali sua carreira tomou fôlego. Logo gravou na Continental um compacto simples com dois sambas "feitos em casa": Ilusão de Carnaval, do irmão Adelino, já falecido, em parceria com Vargas Junior, e O mais triste dos mortais, de Ataulfo Alves.
Ataulfinho é todo sentimento ao lembrar do velho Ataulfo, que, além de genial compositor, destacava-se pela elegância no porte e na roupa - " Alinhadíssimo, sempre de terno, acentua, "não dispensava o colete e um lenço branco. Foi um grande amigo que perdi, um exemplo como homem e como pai".
Para o show, Ataulfinho estará acompanhado de Patrick ao violão. Quanto ao repertório, ele assegura, com indisfarçável orgulho, que a escolha não é das mais fáceis refere:
-Entre tanta coisa bonita que meu pai compôs, não é tarefa das mais fáceis escolher o repertório, até porque sempre sobrará alguma música. E para esse show alguns clássicos foram selecionados, valendo citar Ai, que saudades da Amélia e Atire a primeira pedra, em parceria com Mário Lago, Oh!, seu Oscar e O bonde São Januário, ambas com Wilson Baista, e Meus tempos de criança, só dele.
SÉRIE “MPB NA ABL”
Em abril de 2008, a Academia Brasileira de Letras dava nova dimensão à palavra, levando-a além do livro. Passava então, a palavra cantada a ser também característica da entidade ao incluir entre suas ofertas culturais a Música Brasileira. Ao lado do cinema, do teatro e dos seminários vários, a canção brasileira inspirou a série MPB na ABL.
Desde então, formou-se um público cativo das quartas-feiras que, até dezembro daquele ano, conviveu com artistas dos mais diferentes estilos e gêneros musicais. Foi determinante para o sucesso de público e de mídia, o patrocínio da PETROBRAS, que, num limite, viabilizou a presença, no palco do Teatro Raymundo Magalhães Junior, de artistas do porte de João Bosco, Quadro Cervantes, Clara Sandroni, Marcos Sacramento, Moacyr Luz, Nilze Carvalho, Maria Teresa Madeira, NelsonSargento, Cristina Buarque e Os Cariocas.
SERVIÇO
Academia Brasileira de Letras
Teatro R. Magalhães Jr.
Av. Presidente Wilson, 203-Castelo- 1º andar
Série MPB na ABL- 2009-
Homenagem ao centenário de Ataulfo Alves
Quarta-feira, 26 de agosto, às 12h30min
Show com Ataulfo Alves Jr. (Ataulfinho)
Apresentação de Sérgio Cabral
(O TRMJ conta com o patrocínio da PETROBRAS)
ENTRADA FRANCA
www.academia.org.br
“MPB na ABL”
Homenagem ao centenário de Ataulfo Alves
(Quarta-feira, dia 26.8.2009)
Roteiro do espetáculo
1 - Laranja madura / Ataulfo Alves
2 - Mulata assanhada / Ataulfo Alves
3 - Ai, que saudades da Amelia / Ataulfo Alves - Mario Lago
4 - Solitario / Ataulfo Alves
5 - Amor de outono / Ataulfo Alves - Artur Vargas Jr.
6 - Oh!, seu Oscar / Ataulfo Alves - Wilson Batista
7 - O bonde Sao Januario / Ataulfo Alves - Wilson Batista
8 - Meus tempos de crianca / Ataulfo Alves
9 - Leva meu samba / Ataulfo Alves
10 - Atire a primeira pedra / Ataulfo Alves - Mario Lago
11 - Vai, mas vai mesmo / Ataulfo Alves
12 - Pois e / Ataulfo Alves
13 - Na cadencia do samba Ataulfo Alves
14 - Voce passa, eu acho gra;a / Ataulfo Alves - Carlos Imperial
15 - Os meninos da Mangueira / Rildo Hora - Sergio Cabral
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