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21.5.18
Dia 22 de maio / Terça-feira: bate-papo e sessão de autógrafos dos autores do livro "1968 - Eles só queriam mudar o mundo"
Dia 22 de maio é o dia do lançamento da edição comemorativa do livro 1968 - Eles só queriam mudar o mundo , de Regina Zappa e Ernesto Soto.
Imperdível re-lançamento em edição comemorativa dos 50 anos daquele movimento que agitou e de certa forma mudou o mundo e que foi traduzido/decifrado em forma de livro por esses dois jornalistas.
Vai rolar um bate papo com os autores seguido de uma sessão de autógrafos.
Todo mundo lá na livraria Travessa /Shopping Leblon ( Av. Afrânio de Melo Franco, 290, Loja 205 A).
O evento começa a partir das 19 horas.
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4.3.18
O filme "Imagens do Estado Novo - 1937 -1945" estará nas telas de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília no mês de março
Imperdível!!! O documentário "Imagens do Estado Novo - 1937 -1945",(dirigido por Eduardo Escorel e produzido por Claudio Kahns) vai rolar nas telas dos Espaços Itaú de Cinema ( São Paulo/Rio de Janeiro e Brasília) e nas telas do Instituto Moreira Salles de Sampa e do Rio. Aqui vai o convite.
Preste atenção na programação dos dias e horários nas salas de sua cidade.
Acesse o site - link:https://www.imagensdoestadonovo.com.br
(clique na imagem para ampliar e ver melhor)
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26.10.17
Algumas Biografias de Stalin - Fim
Stalin - O fim - Uma biografia política por Deutscher
Escrita ainda quando Stalin vivia, “Stalin – Uma biografia política” é a parte inicial do projeto de uma trilogia que incluia a vida de Lenin e de Trotski. Seu autor, Isaac Deutscher, falecido em 1976, pode-se dizer foi um excepcional conhecedor da política soviética.
Confessou que nesta obra se envolveu num difícil trabalho de historiador que procurou se impor ao de ex- militante trotskista derrotado pelo biografado.
É interessante notar que ele reclamava que sua obra foi mal interpretada: acusado por uns de dar uma visão simpática do ditador e por outros de ter escrito um libelo terrível contra ele.
O resultado é uma biografia no sentido tradicional,(coisa que os trabalhos de Montefiore e dos irmãos Medvedev não são) que permite entender Stalin como animal político, que esclarece o contexto de sua ação: vai de sua infância e formação até sua vitória da segunda Guerra. Num pós-escrito avalia os anos finais de Stalin, quando sua figura foi diminuída por acontecimentos, tais como, entre outros, o triunfo da Revolução chinesa e as provocações do Marechal Tito. Mostra também que seu personagem se tornou anacrônico e seus métodos obsoletos com a modernização da URSS.
Nas suas palavras, o stalinismo que havia expulsado a barbárie da Russia por meios bárbaros criou as condições para que sua face positiva derrotasse a face negativa. Sua magnífica biografia de Trotski,(na trilogia Profeta armado, Profeta desarmado e Profeta banido) é também referência obrigatória para compreender o papel de seu arqui-inimigo Stalin e a complexidade da experiência soviética.
Na verdade, os três livros vistos nesta resenha esclarecem partes do fenômeno: se um megulha na intimidade, outro em estudos de caso, o último elabora a explicação dessa figura que constituiu um dos exemplares raros em que ocorre o fenômeno, no qual, se funde personalidade e história.Principalmente porque tinha o poder para escrever a sua própria versão.
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25.10.17
Algumas Biografias de Stalin - Parte III
Stalin- Capítulo 3 - O Desconhecido
Em “Um Stalin desconhecido” os irmãos Zhores e Roy Medvedev elaboraram 15 ensaios que contemplam temas obscuros e polêmicos da biografia do líder soviético. Esses georgianos e ex- dissidentes demonstram uma visão objetiva, não contaminada pelo rancor, mas nem por isso condescendente com a figura de Stalin. Não o vêem, por exemplo como um usurpador, mas legítimo representante de uma tendência dentro da elite do partido bolchevique e que lutou arduamente entre 1923 a 1929 para “ascender ao papel de ditador”. No entanto, também não o consideram uma autoridade carismática, (e aí lançam mão de uma classificação weberiana da autoridade), mas sim como portador de um tipo de “prestígio” alcançado pelo funcionamento de uma máquina bem azeitada que produzia o que chamam de “megaproganda”.
De início desconstroem a lenda que envolve a sua morte, no qual descartam a hipótese de conspiração e envenamento que consta em vários livros. A seguir especulam sobre a existência de um herdeiro que permaneceu como eminência parda.
Examinam também o destino dos famosos arquivos secretos de Stalin que foram confiados a Beria, Malenkov e Kruchev e viraram fumaça. Revelam o objetivo por trás da destruição sistemática da memória stalinista e seus colaboradores: apagar as marcas de sangue do passado, e outros crimes, já que boa parte desses arquivos continham os famosos dossiês incriminadores que faziam parte do método de Stalin chantagear e obter a lealdade de seus comandados. Além disso, a liderança emergente temia a existência de diretrizes testamentárias do falecido que poderiam atrapalhar suas carreiras. Concluem com uma rematada bobagem: ver nesses atos de destruição da memória algo positivo. Os bastidores do famoso 20º Congresso do PCUS também é esmiuçado. Focalizam principalmente o impacto que as denúncias de Krushev tiveram na URSS, o desmanche dos gulags e o fenômeno do surgimento de duas Russias, coisa pouco estudada.
Um grande capítulo é dedicado à questão das armas nucleares. Nele dão uma pequena aula de química e física, especificando detalhes das dificuldades de construção das bombas de urânio, plutônio e de hidrogênio. E mostram o enorme esforço soviético para acompanhar os EUA, desde a mobilização de cientistas que competiam com os rápidos computadores americanos até espiões e colaboradores comunistas que mandavam suas descobertas do ocidente. Capítulo especial é dedicado ao “gulag atômico”, o uso de campos de trabalhos forçados com milhares de prisioneiros envolvidos na edificação de verdadeiras cidades, num projeto ultra-secreto que teve grandes e graves acidentes numa corrida que não economizou vidas nem de sua elite científica. A seguir narram o tragicômico episódio, onde o tenente Razin, admirador de Clausewitz perdeu uns dentes mas ganhou a patente de general.
Grotesca também é a participação do doutor Lysenko, um lamarckiano de carteirinha, na história das ciências biológicas soviéticas e no azar de vários colegas que discordavam de suas teorias.
Noutro capítulo, mostram a ambição risível que Stalin alimentava de ser um intelectual e como dava pitaco em tudo, inclusive na área da linguística. Orwell iria adorar esta parte. Dois ensaios dão conta o comportamento de Stalin durante a segunda grande Guerra mundial que segundo eles foi positiva. O líder não tremeu nas bases. Nisso estão em desarcordo com Montefiore. Não deixam de registrar que parte da debilidade das forças soviéticas, durante os embates teve origem nos expurgos que ocorreram nas suas fileiras quando grande parte da oficialidade do Exército Vermelho e da Marinha foi presa ou fuzilada. A seguir falam de um general injustiçado pela história, Josef Apanasenko, e revelam como ele foi um grande herói da Guerra sem ter participado do combate direto. Na última parte do livro, tratam da feição russa nacionalista do ditador georgiano a começar pela transformação dos seus retratos oficiais. Mostram a divergência com Lenin que inicialmente havia se impressionado com sua performance, mas discordava de sua posição não internacionalista e de seu projeto de constuição em moldes centralizadores. Essa versão contradiz Montefiori que disse ter Lenin se interessado pela idéia de Stalin de manter o império Russo unido. Antes de fechar o livro, é exposta a face sádica de Stalin quando da eliminação de Bukharin, um dos melhores quadros da revolução. Por fim falam da relação fria do líder da URSS com sua mãe, que nem nos funerais dela compareceu.
(Amanhã Final da Resenha)
24.10.17
Algumas Biografias de Stalin - Parte II
Stalin - Capítulo 2- Montefiore entra nos arquivos secretos
O Czar Vermelho
Pode-se dizer, sem nenhuma dúvida que Montefiore escreveu um livro de peso. Exatamente 1 quilo e 280 gramas de uma longa e detalhada narrativa de 860 páginas carregadas de juízos nada elogiosos ao camarada Stálin. Seu trabalho é menos uma biografia e mais uma crônica de corte. A forma de contar flerta com a ficção. Em certas ocasiões utiliza de recursos literários para reconstruir diálogos, ou narrar situações que encadeiam a evolução do personagem principal até chegar a se tornar o czar vermelho. Privilegiando ações, descoladas do contexto histórico social, o autor adota uma perspectiva rasa que não capta o significado da trajetória desse controverso dirigente. Tudo parece uma sucessão de perversidades, um guia de um museu de horrores.
Parece soar falsa também a boa intenção de Montefiore que diz pretender superar a grande parte das biografias de Stalin que, segundo ele, tendem a apresentá-lo como uma aberração. Isso não o impede de acolher insinuações tais como a de que Stalin foi um agente da Ohkrana (polícia secreta do czar)nos seus tempos de subterrâneo. Ou quando solta frases que não escapam à sede de mostrar Stalin como um anormal e os bolcheviques como um bando de cruéis beberrões sanguinários. Fica a impressão que se está diante de mais uma peça condenatória, uma espécie de chute em cachorro morto, que em nada contribui para uma consistente avaliação do personagem em questão. Mas, mesmo não se livrando desse cacoete, num “morde assopra”, na medida em que avança no texto, o autor parece compreender a complexidade do biografado e se se perdoar suas recorrentes frases de efeito (tais como “A base do poder de Stalin no Partido não era o medo :era o charme”)- o livro, faz um retrato aceitável, na medida em que deixa que a intimidade revelada do biografado faça o serviço de mostrar as inúmeras e contraditórias facetas desse tirano que não poupou nem seus camaradas, suas famílias, e chegou a sacrificar seus próprios parentes.
Um dos méritos do livro é revelar seu “modus operandi” brutal de dominar onde segundo o autor, refinou os, “métodos jesuíticos” que aprendeu em sua formação de seminarista. Mostra como aplicou o procedimento inquisitorial, onde se destacam a necessidade de confissão das vítimas, o arrependimento e a fogueira. Mas o que se evidencia da leitura dessa imensa crônica é o talento ficcional de Stalin, capacidade que usou em toda sua vida para fazer o roteiro no qual, ele adapta a realidade à sua visão. Outro aspecto que chama a atenção é a paranóia como sistema de governo e o estímulo das rivalidades que não eram poucas, entre a elite de seus comandados.
Apesar de querer mostrar que as obras do período stalinista, para o bem ou para o mal, não foram produto de um só homem, o que se destaca no livro é a onipresença de Stalin. Por trás de cada vírgula dos discursos, das estrofe de poemas, dos fotogramas de alguns filmes, de decretos de expurgo ou de reabilitação, lá estava a sua chancela.
Montefiore apresenta tudo como se fosse uma grande ópera de tons trágicos. Logo de cara, joga o leitor numa tensa cena decisiva - no fatítico 8 de novembro de 1932 quando relata o solo tresloucado da segunda mulher de Stalin. Uma perturbada Nádia se retira de um jantar festivo e se suicida com um tiro de uma Mauser em seu quarto, no Palácio Potechny. O autor, que afirma ser o suicídio uma morte bolchevique, localiza neste momento o ponto de mutação do personagem que abatido pelo que depois classificou de traição de sua mulher que por sua vez o acusava de infernizar a vida de todo mundo,irá mergulhar a URSS no terror.
Após essa grande entrada , o autor recua para num curto esboço biográfico contar como Ióssif Vissariónovitch Djugachvili, conhecido pelos íntimos como Soso , na clandestinidade como Koba(camarada fichário) e mais tarde por todos como Stálin vai se transformar no homem forte da URSS. Parte da sua ascenção é narrada em lances rápidos, onde derrota seus companheiros Zinoviev e Kamenev que junto com ele compunham o triunvirato que sucedeu à morte de Lenin (que havia recomendado o seu afastamento do cargo de secretário geral em testamento ditado no leito de morte e que foi espertamente escondido) e vai até 1929, data que marca a sua projeção como líder. Momento que nas palavras do autor, a história que ele quer realmente contar começa . Ressalta que nesse ponto ele não era ainda um ditador. Era o duro bolchevique já havia vencido de forma inexplicavelmente fácil a disputa com Trotski que foi obrigado a se exilar e neutralizado a oposição de Bukharin e Rikov que mais tarde seriam eliminados. É aclamado verdadeiro sucessor de Lenin. A partir dai, gradativamente construirá a arquitetura de sua tirania até sua polêmica morte em 1953.
Assim acompanhamos os vários momentos de um longo libreto mórbido: o massacre dos kulaks, a coletivização forçada, a grande fome, o terror dos anos 1936/37, os expurgos que darão vazão à paranóia como sistema de governo, a invenção das conspirações como método para eliminar os adversários e criar a aparência de um poder sem dó que pune exemplarmente, como no caso do massacre dos oficiais do Exército vermelho que debilitou o URSS nas vésperas da segunda grande Guerra. Neste episódio, Montefiore compra uma versão onde Stalin aparece débil e vacilante não questionando as versões em que se baseou.
Montefiore procura sempre descrever os cenários onde ocorrem as decisões em jantares pantagruélicos regados a muita vodka, sessões de cinema na madrugada em palácios do Kremlin ou nas dachas preferidas do dirigente. Outras vezes os surpreende em trens blindados e à medida que a história avança, vai apresentando um a um os coadjuvantes, os “potentados”, ou “magnatas”, como ele os classifica. Mostra o Partido como uma família incestuosa e o bolchevique como uma espécie de templário. Faz brevissimos perfis para orientar o leitor nos intrincados labirintos soviéticos. Fica-se assim conhecendo um pouco da vida de pessoas que viveram à sombra do grande chefe, sendo que alguns foram suas vítimas, gente como : Kirov, Molotov, Kalinin, Tukhatchviski, Kagánovitch, Sergo Ordjonikidze, Proskrióbichev, Vorochílov, Mikoian, Béria, Jdánov, Iejov… vão sendo “perfilados” na ordem em que entram em cena. Desta forma vai até grande finale onde o tirano mergulhado numa poça de urina agoniza enquanto uma luta silenciosa acontece nos bastidores e suspende sua última obra, a liquidação da velha guarda, iniciada no 19º Congresso em conjunto com as operações para destruir o que se chamou de “complô dos doutores” no qual foi preso entre outros notáveis, até o seu médico particular num esquema que envolvia um expurgo de judeus de todos os postos , inclusive de parentes, como Polina, esposa de Molotov que amargava uma prisão por suposto vínculo a uma conspiraração sionista- americana onde mostra que seu anti-semitismo era político.
(Continua amanhã)
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20.8.17
18.8.17
Cartuns Históricos: Barroco
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9.8.17
8.8.17
4.8.17
D. Pedro I e o "Dia do Fico"
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2.8.17
Cartuns de História Mundial (Antiga, Medieval, Moderna)
A partir de hoje vou publicar uma série de cartuns que têm como tema a História da Humanidade (ou des-Humanidade)
Claro que vou repetir alguns que já publiquei aqui nesse bloguinho. Espero criar mais alguns no meio do caminho.
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Claro que vou repetir alguns que já publiquei aqui nesse bloguinho. Espero criar mais alguns no meio do caminho.
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14.7.17
Caricatura de Walter Benjamin
Do fundo do baú: No dia 15 de julho de 1892 nascia Walter Benjamin.
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6.5.17
O Museu Villa-Lobos promove hoje, dia 6 uma festança de lançamento de um livro infantil.
O Museu Villa-Lobos (Rua Sorocaba, nº 200/ bairro de Botafogo) promove festa de lançamento do livro almanaque infantil “O Corcovado conta histórias: Botafogo”. O livro narra as aventuras e descobertas de Clara e Pedro, em uma viagem no tempo, pelo bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. O texto é de Kaori Kodama e as ilustrações do mestre Guto Lins.
O pátio do Museu vai ser da garotada, que pode brincar e acompanhar a apresentação da Orquestra Tuhu, de jovens do Projeto "Villa-Lobos e as Crianças".
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O pátio do Museu vai ser da garotada, que pode brincar e acompanhar a apresentação da Orquestra Tuhu, de jovens do Projeto "Villa-Lobos e as Crianças".
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4.5.17
Ilustração: Colonização ao contrário
Do fundo do baú: Ilustração. O título poderia ser "Nuestra América - que bom seria se fosse assim". Mas gosto de "Brutalidade e Jardim" Viva Torquato Neto!
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29.10.16
Debate e lançamento de livro na USP, no dia 3 de novembro/ Assunto: Uma visão ampla da Estética Marxista
O evento duplo vai rolar no dia 3 de novembro (quinta-feira) a partir das 17.30 hs, na USP, mais especificamente na Sala 14 do Prédio de Filosofia e Ciências Sociais - FFLCH - USP/Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Butantã, São Paulo SP.
Nesse local, vai acontecer um debate cujo título-tema é "Estética Marxista: Bloch, Lukács, Brecht ou Adorno?". Ele vai reunir os professores Carlos Eduardo Jordão Machado, Arlenice Almeida da Silva, Jorge de Almeida e Tércio Redondo.
Em seguida, acontece o lançamento do livro "Um capítulo da história da modernidade estética" – 2ª edição", de Carlos Eduardo Jordão Machado (Editora Unesp) cuja capa publicamos abaixo.
No site da Editora da Unesp capturamos um resumo dessa obra de grande interesse para a compreensão da arte:
A obra reconstrói o debate sobre a vanguarda artística que mobilizou em momentos e em registros diferentes os principais pensadores marxistas de língua alemã no século XX, situando o pensamento estético de autores como Lukács, Bloch, Adorno, Eisler, Benjamin e Brecht. Nesta segunda edição, foram incorporados o capítulo "O 'debate sobre o expressionismo' como chave interpretativa da polêmica Adorno x Lukács", além de novas traduções de Lukács, como o inédito “Discurso proferido por ocasião do funeral de Bertolt Brecht” e o ensaio de Adorno “Reconciliação extorquida”.
(Clique na imagem do livro para ampliar e VER melhor)
Nesse local, vai acontecer um debate cujo título-tema é "Estética Marxista: Bloch, Lukács, Brecht ou Adorno?". Ele vai reunir os professores Carlos Eduardo Jordão Machado, Arlenice Almeida da Silva, Jorge de Almeida e Tércio Redondo.
Em seguida, acontece o lançamento do livro "Um capítulo da história da modernidade estética" – 2ª edição", de Carlos Eduardo Jordão Machado (Editora Unesp) cuja capa publicamos abaixo.
No site da Editora da Unesp capturamos um resumo dessa obra de grande interesse para a compreensão da arte:
A obra reconstrói o debate sobre a vanguarda artística que mobilizou em momentos e em registros diferentes os principais pensadores marxistas de língua alemã no século XX, situando o pensamento estético de autores como Lukács, Bloch, Adorno, Eisler, Benjamin e Brecht. Nesta segunda edição, foram incorporados o capítulo "O 'debate sobre o expressionismo' como chave interpretativa da polêmica Adorno x Lukács", além de novas traduções de Lukács, como o inédito “Discurso proferido por ocasião do funeral de Bertolt Brecht” e o ensaio de Adorno “Reconciliação extorquida”.
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26.4.16
Continua ciclo de palestras que fala do Modernismo (da Belle Époque às Guerras Mundiais)
Recebi um release de uma amiga para divulgar esse evento e vai para a tela como recebi, sem edição:
Modernismo: da Belle Époque às Guerras Mundiais é o tema de doze palestras.
Organizadas em módulos – História, Literatura, Música e Artes Plásticas – o Ciclo de Palestras “Modernismo: da Belle Époque às Guerras Mundiais” continuará no próximo dia 28 de abril com a professora Amélia Lacombe, presença também dias 05 e 12 de maio.
Virão, em seguida, o maestro Ricardo Prado e Vera Siqueira, respectivamente, em maio e junho. O ciclo começou em 31 de março se prolongando até 30 de junho toda 5ª feira das 18h30 às 20h30, no Centro Loyola, na Gávea.
As cidades modernas, as Guerras Mundiais e os conceitos de Moderno e Modernidade foram alguns dos temas abordados em História pela profa. Claudia Heynemann permitindo uma maior compreensão do que será tratado nas palestras seguintes pela profa Amélia Lacombe em Literatura: a ruptura com a poesia tradicional; os “ismos” – Surrealismo, Dadaismo e Interseccionismo. Sá-Carneiro, Fernando Pessoa e seus heterônimos.
Pelo maestro Ricardo Prado em Música: a fragmentação das músicas. Os herdeiros de Wagner e Verdi. Ritos impossíveis e o jazz. Stravinsky e Shostakovich. E, finalmente, em Artes Plásticas pela profa. Vera Siqueira: conceitos e marcos do Modernismo na Arte. Matisse e Picasso. Dadaísmo e Surrealismo. A crise da vanguarda pós-guerra.
Local: Centro Loyola. Estrada da Gávea 1
Informações e inscrições: (21) 3689.4869 vagalumeconsultoriaeventos@outlook.com
Mini currículos dos palestrantes
AMÉLIA LACOMBE : Livre-Docente em Letras pela UFF. Professora de Literatura Brasileira e Portuguesa. Criou o Centro Unificado Profissional – CUP e o Colégio Don Quixote. Escritora. Responsável e autora da Coleção Conhecendo Nossos Clássicos da AGIR.
RICARDO PRADO: maestro premiado. Regente de diferentes corais e orquestras no Brasil e no exterior. Criador do OPUS Rio. Foi Diretor da Escola de Música Villa-Lobos. Criou o Programa Repertórios de Educação Musical.
VERA SIQUEIRA: Doutora em História da Arte. Professora associada do Instituto de Artes da UERJ. Curador de exposições em diferentes instituições como MAM, Paço Imperial, Museu Lasar Segall. Autora de livros sobre arte brasileira moderna e contemporânea.
Belle Époque : período compreendido entre o final do século XIX (mais ou menos 1870) e o início da Primeira Grande Guerra (1914). Tempo de paz, produção artística e intelectual e transformações sociais e artísticas. Prosperidade econômica e multiplicidade das formas artísticas e inovações tecnológicas. Cultura do divertimento.
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palestras
29.3.16
Dia 30, lançamento do livro “Rio de Janeiro: centro histórico colonial 1657-2015”
Dia 30 de março será lançado no Rio (Livraria Travessa/Rua Sete de Setembro,nº54 -Centro), o livro de Nireu Oliveira Cavalcanti, “Rio de Janeiro: centro histórico colonial 1657-2015”(Clique na imagem para ampliar e VER melhor)
Todos lá!
Todos lá!
29.1.16
Nesta sexta/ "Canto dos Exilados": livreiros
Horários:Sexta-feira, 20h30, canal Arte 1 (NET 53 e Sky 183), com reprises sábado (6230 e 14h30), domingo (11h) e terça (20h30)
Ironia da História: escorraçados pelo regime nazista, exilados que vieram ao Brasil entre 1933 e 45 foram os principais embaixadores da língua, das artes e da literatura alemãs no novo país. Numa época em que não existiam redes sociais ou Internet, as livrarias que fundaram eram os principais pontos de encontro da intelectualidade e de pessoas que desejavam se conectar à produção cultural de outros lugares. Ali conviviam judeus, alemães e brasileiros. Essas livrarias formaram legiões de fãs e frequentadores. Conheça as histórias da Livraria Kosmos de Norbert Geyerhahn e Erich Eichner, da Livraria Cultura, fundada por Eva Herz, e da Livraria Susanne Bach, pioneira na exportação de livros para bibliotecas e universidades no exterior.
Uma coprodução Telenews/Arte 1/RioFilme
Assistam! Divulguem nas suas redes! Visitem a página da série no Facebook! www.facebook.com/cantodosexilados
10.1.16
9.1.16
Cartum medieval
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