Mostrando postagens com marcador Filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filme. Mostrar todas as postagens

7.7.17

Sábado, dia 8 julho, tem Stefan Zweig no Paço Imperial

Nesse Sábado, dia 8, vai rolar uma palestra sobre a conferência A Unidade Espiritual do Mundo, de Stefan Zweig, no espaço da Arlequim ( que fica no Paço Imperial), na Praça XV, nº 48, Loja 1 (Centro do Rio de Janeiro).
O bate-papo sobre essa obra e outras do escritor austríaco, contará com a presença da jornalista e tradutora Kristina Michahelles e do editor e hitoriador Israel Beloch (diretores da Casa Stefan Zweig).
Na oportunidade será exibido o filme "Stefan Zweig" ( da Série de documentários "Canto dos Exilados"), apresentado por Alberto Dines, (biógrafo e presidente da Casa Stefan Zweig).
Todos lá!


(Clique nas imagens para ampliar e VER melhor)

17.2.17

Poster do filme "O Gato de Havana"

A designer Julia Liberati fez um lindo poster para o filme/documentário O Gato de Havana, dirigido por Dacio Malta.
Esse é o primeiro longa da Estoril e foi selecionado para o Festival de Havana, Guadalajara e Miami.

(Clique na imagem para ampliar e VER melhor)

24.7.15

O documentário "Vilanova Artigas - o Arquiteto e a Luz" continua mais uma semana em cartaz



Notícia boa, o documentário Vilanova Artigas - O Arquiteto e a Luz ganhou mais uma semana em cartaz!Essa é a última chance de quem não viu! Confiram as salas e horários dessa semana clicando na imagem para ampliar e VER melhor.
É grátis.
Eu fui ver, na semana que passou e escrevi o seguinte:
Cheguei do cinema agora. Consegui assistir, comovido, no último dia, ao documentário "Vilanova Artigas - O Arquiteto e a Luz". Filme importante, diria necessário: aula de arquitetura - urbanismo, de história, que resgata a importância do trabalho dessa figura magnífica de artista-pensador que propunha, desenhava e praticava uma arquitetura aberta, voltada para , na falta de uma palavra definitiva- o "habitar social", mesmo em seus projetos de menor envergadura.
Deveria passar nas escolas secundárias, nas escolas técnicas, e ser matéria obrigatória dos cursos de arquitetura desse país.
Quero agora falar do filme: Muito bem realizado, é a prova, antes de mais nada, do carinho e do respeito de Rosa Artigas (filha) e de Laura Artigas (neta) para com o gênio que tinham dentro de casa. Elas foram cavoucar arquivos de jornais, trechos de filmes de época, fotos, projetos, traços, rabiscos, cartas, documentos oficiais, buscaram amigos, grandes arquitetos, gravaram depoimentos, tudo que estava relacionado com o trabalho desse homem singular que, sem dúvida ajudou a revolucionar a arquitetura moderna brasileira .
Fizeram uma exposição brilhante de sua trajetória. É muito bom ver Marco Artigas Forti (neto) explicando a obra do avô enquanto visita a "casinha" que ele havia construído para morar com Virgínia (esposa de Artigas) nos seus primeiros tempos em São Paulo. Curti ver o sociólogo Reginaldo Forti (genro), lembrando da dedicação do sogro, estudando em meio a livros e artigos, nos momentos em que foi obrigado a "defender sua tese de doutorado" dentro do prédio que ele projetou (A FAU-USP).
Não posso esquecer aqui do nome de Pedro Gorski, que junto com Laura dirigiu um filme - uma obra, que no recorte biográfico, resgatou um pedaço de nossa História, com muita competência técnica e sensibilidade. E gostaria de aplaudir aqui também a trilha sonora, muito bonita, que ajudou o fluir das imagens.
E já que estou falando em beleza, quero dizer aqui que expuseram muito bem os ângulos das obras filmadas e a luz que nelas jorra .
Gostei também de rever Virgínia na tela grande - nas fotos antigas dela, linda, sorridente. Ela que foi esposa e companheira "política" do arquiteto. Ela também artista - que decerto deve ter contribuído em muito com as cores da obra que ele edificou.
Obs: Se um dia voltar a SP quero morar no Edifício Louveira - fiquei apaixonado! Baixou até um desejo de ir ao Morumba assistir a um clássico, só que disfarçado, pois sou Palestra nas terras dos bandeirantes.

8.11.12

Vinheta que minha filha dirigiu com um time incrível

http://vimeo.com/52705918 Time: Daniel Tumati, Flavia Castro, Bel Alverga-Wyler De Nonno e a atuação da incrível Julia Parucker A. Penna e fotografia de Vitor Peixoto (Clique no link para ver)

29.6.11

Pré estreia - Eu Eu Eu José Lewgoy - 6a. feira às 20 horas no MUBE



Eu Eu Eu José Lewgoy é um belo documentário dirigido por Claudio Kahns sobre a vida desse grande artista brasileiro dos palcos e das telas. Em 95 minutos você faz um passeio por parte da história da do Cinema Brasileiro (dá um pulinho no cinema francês, mata uns mosquitos no meio da selva de Fitzcarraldo e ainda mergulha na fase de ouro das novelas de TV . O filme é recheado de depoimentos, onde se destacam os de Tonia Carrero, Glória Pires, Chico Caruso, Sérgio Augusto, Millôr Fernandes e Werner Herzog. (Clique no flyer acima para ampliar e ver melhor)
A pré-estréia vai ser no dia 1 de julho - sexta-feira às 20 horas no V Festival de Cinema Cine MuBE (Vitrine independente)
Local : Museu Brasileiro da Escultura - Rua Alemanha, 221, Jardim Europa, em Sampa.
Todo mundo lá!
Mais informações no site www.mube.com.br

11.1.11

Bobby Darin - Uma vida sem limites




Bobby Darin, esse era o cara durante os anos 50! Teve uma vida difícil, um problema grave no coração, detectado logo quando era criança e todas as dificuldades de uma origem humilde. Por isso teve que gramar muito. Estimaram que ele viveria pouco, viveu quase 20 anos a mais do que o médico de sua infância tinha estimado.
Foi um ótimo compositor e cantor, (este vídeo que escolhi não faz juz à sua voz e interpretação) mas é um de seus sucessos - Dream lover, assim como Splish Splash ( que o rei Roberto Carlos gravou na sua juventude e "estourou no norte"- como diria o Chacrinha). Aposto que você vai reconhecer de cara Dream Lover, ela sempre é revisitada ou incluída em algum filme que fale dos anos da juventude transviada. Bobby apesar de suas limitações de saúde e também estéticas,(era calvo e sempre ostentava uma peruca, que naqueles tempos dava uma bandeira tremenda) era um matador. Conquistou a famosa atriz Sandra Dee, que era um sonho de primavera naqueles anos dourados. E olhe que mãe dela jogou na retranca, e mãe naquele tempo era uma zaga de respeito! Mas ele casou com ela e teve um filho. Mais tarde se separou, mas continuaram amigos e ele com aquela bomba relógio no coração...bota lágrima nisso!
Só uma lembrança para ver como o cara era bom Beyond the Sea que toca no filme "Procurando Nemo" é dele.( e não por acaso o título americano do filme que narra sua vida) O cara desfilava com muita competência entre Elvis e Sinatra - conquistou seu espaço com muito talento. Vejam no Youtube outras interpetações dele, para conferir que o cara além de bom compositor e cantor, também era multi instrumentista - se dava bem com a guitarra e o piano.
Por que escrevi isso e postei este vídeo dele?
É que acabei de assistir na TV, o tal filme que conta a história dele chamado (em português) "Uma vida sem limites". O filme é dirigido e bem interpretado por Kevin Spacey (que faz o papel de Bobby). É um filme triste, principalmente quando Bobby percebe que seu tempo "passara", no meio dos acontecimentos da época mais turbulenta da história americana, quando ocorrem as mortes dos irmãos John e Bob Kennedy e se agrava a guerra do Vietnam. Ele até tenta fazer uma canção pacifista - contra a guerra, mas seu público cativo, inicialmente não entende, e pede para ele cantar seus velhos sucessos. Típico fenômeno de desencaixe no tempo.
Rolam também problemas familiares - de indentidade, ele, só quase no fim da vida foi saber que aquela que pensava ser sua irmã, na verdade era sua mãe, que quando botou ele no mundo, era uma adolescente e não sabia quem era o pai . Para não ser criado como um bastardo- que naquela época era um problemão, foi entregue aos cuidados da avó que cuidou dele assumindo o papel de mãe.

6.12.10

Lançamento do DVD "Panair do Brasil" hoje na FNAC da Barra


Vai ser hoje, DIA 6, o lançamento do DVD PANAIR DO BRASIL, às 1900hs no FNAC no Barra Shopping - Rio, é a aviação do tempo dos Super-Constellations, Caravelles, DC-8, B-707 - tempo de uma aviação brasileira que até foi parar numa bela música do Milton Nascimento.
(Clique na imagem para ampliar e ler mais detalhes)

16.11.10

Programe-se:" Superstonic Sound" - o filme, vai passar dia 19 - sexta-feira no Cinema Estação Ipanema



Antes de mais nada é preciso explicar que "Superstonic Sound" é um documentário de um brasileiro chamado Rapahel Erichssen (que estará presente na projeção do filme em Ipanema) que trata da vida do legendário Don Letts (visto acima na capa do filme e caminhando no Notting Hill Carnival Riots em 1976), um verdadeiro herói da música pop Britânica. O cara simplesmente atuou no mundo do reggae e do punk quando a coisa pegava fogo de fato no United Kingdom. Letts que pertence à primeira geração de negros nascidos na terra da Rainha, dirigiu mais de 300 videoclips das feras do cenário Dub-Reggae-Punk-Hip-Hop, tocou com eles e chegou a acompanhar o tendência do chamado Dubstep (manifestação do underground inglês). Pois é, ia esquencendo que Letts é músico também e era amigão do pessoal do Clash e Cia bella.
Este filme será apresentado na sexta- feira próxima, dia 19, abrindo a Quarta mostra Cinema & Rock Totem que acontece de 19 a 25 de novembro no cinema Estação Ipanema.
"Superstonic Sound" já foi exibido em festivais do Canadá, Espanha, Austrália, Alemanha, EUA e claro na Inglaterra onde foi rodado.
Você pode assistir de graça a essa obra que já foi classificada em matéria da Folha de São Paulo como " uma viagem musical e pessoal entre o passado e presente de parte da música pop dos últimos 40 anos". Basta levar um livro infantil até uma loja da Totem Ipanema - (Rua Visconde de Pirajá, 547 loja F.)
E aumenta o som que isso é mais do que rock and roll!

2.10.10

Dexter Gordon em Round Midnight toca As Time Goes By e mais alguma coisa...


Dexter Gordon mostrou que não é só um gênio do Sax, foi o ator excepcional do excelente filme Round Midnight (aqui Por volta da Meia Noite) que conta a história (ficcional) muito louca de Dale Turner, um jazzista genial mas autodestrutivo que encanta um fã francês que assume o papel de seu anjo protetor. Dizem que Bertrand Travernier se baseou na relação entre o crítico Francis Paudras e o magnífico pianista Bud Powell , só que em vez de um pianista, na sua obra, criou a figura de um saxofonista, misturando a vida alucinada de algumas figuras extraordinárias como Charlie Parker, Chet Baker e outros que se sufocaram no mundo das drogas e álcool. (Interessante como pouca gente fala do maravilhoso trompetista Fats Navarro - grande amigo de Charles Mingus que também se arrebentou cedo devido à heroína, morrendo de tuberculose ao 26 anos de idade). Neste vídeo (trecho do filme) Dexter Gordon aparece com o chapeuzinho típico do Lester Young (uma citação, é claro), ao fundo acompanhando o saxofonista, aparece ao piano Herbie Hancock (responsável pela trilha sonora que ganhou o Oscar daquele ano).
Uma curiosidade é que no genial conto "El perseguidor" de Julio Cortázar - talvez o seu conto mais "realista"- se conta uma história semelhante. As coincidências são imensas, embora essa narrativa tenha como modelo a figura de Charlie Parker, que era adorado pelo escritor. O cenário também é Paris, e lá está também um sujeito que resolve salvar o saxofonista de seu trágico destino. Na arte rolam coincidências, assim como na vida. Travernier contou a história baseado em Bud Powell, Cortázar em Bird. Cada um de um jeito trabalhou diferentes problemas. Em "El perseguidor", o personagem Johnny Carter é um intuitivo , um improvisador que pensa o problema do tempo : quanto "tempo mental" cabe dentro do tempo físico - da sequência convencional- que tem a ver com o ritmo do bebop. Carter é um obsessivo com essa questão, mas se liberta dela nos solos complexos e surpreendentes que encantam Bruno, seu anjo protetor. Turner é cool, e toda a problemática do filme é o desespero de sua salvação e é um mais belos filmes que trata um perfeito retrato da angústica dos jazzistas negros que tiveram que sair dos EUA para sobreviver na Europa nos anos 40/50.
NR1: Cortázar inspirou Antonioni com seu conto Las babas del diablo que resultou no antológico filme Blow-Up (aqui Depois daquele beijo). Godard com Week End a francesa, também bebeu nas águas do escritor argentino (nascido em Bruxelas) ao adaptar o conto A Auto-estrada do sul.
NR2: A Wikipédia informa que Dexter Gordon já tinha aparecido em outros filmes , especialmente em The Connection de 1960 (filme que teve a trilha sonora composta por ele). Recebeu uma indicação para o Oscar justamente por sua grande atuação em Round Midnight. Faleceu 4 anos depois das filmagens em abril de 1990, aos 67 anos de idade.

27.9.10

Programe-se: Positivas, O Filme


Recebi por e-mail de minha jornalista preferida Clarice Tenório, um convite para um filme onde ela trabalhou como assistente de direção.
Segue abaixo o material promocional do documentário, um filme muito importante para a educação da sociedade em geral sobre a questões vitais.
O título do filme é Positivas.
Sinopse:
POSITIVAS é um filme-provocação que tem como principal alvo o estigma em torno da Aids. Ao apresentar experiências de mulheres de “bom comportamento” que contraíram o vírus de seus maridos ou parceiros fixos, o documentário desvenda o véu de silêncio e hipocrisia que assola os laços do matrimônio. Com relatos das próprias mulheres, POSITIVAS aponta os principais fatores responsáveis pela feminização da Aids. Apesar do luto inicial e do preconceito que vem em seguida, elas nos mostram que viver com o HIV não é o fim. Ao contrário, pode significar uma nova chance à vida e à sexualidade.
***
POSITIVAS é um filme que aborda de forma direta e clara os principais fatores da feminização da AIDS no Brasil. FICHA TÉCNICA: Direção e Roteiro:SUSANNA LIRA Produção executiva: LUCIANA FREITAS Direção de Fotografia: PEDRO FAERSTEIN Assistente de direção/Roteiro: SIMONE MELAMED Assistente de direção:CLARICE TENÓRIO Montagem: TIAGO ALMEIDA, TITO GOMES e SUSANNA LIRA Som Direto: BRUNO ARMELIM Loader: VLADIMIR MANCARO Finalização: PAULO DE ANDRADE Produtora: MODO OPERANTE PRODUÇÕES

Para ver um trailer do filme clique no seguinte link http://positivasofilme.blogspot.com/2009/11/positivas-o-trailer_17.html

Oportunidades para ver o filme:
- Dia 30 de setembro, quinta-feira, no Pavilhão do Festival do Rio - 13h -  sessão popular, seguida de debate
Pavilhão do Festival (Centro Cultural da Ação da Cidadania) - Rua Barão de Tefé 75 – Zona Portuária
Votação do público
 
- Dia 1º de outubro, sexta-feira, no Estação Vivo Gávea 3 - 15h40 / 20h
Estação Vivo Gávea 3 – Rua Marquês de São Vicente 52/4º andar - (Shopping da Gávea)
Votação do público

27.7.10

Piloto do filme sobre Amamentação


Minha amiga Marisa Furtado acaba de aprontar o piloto de cinco minutos de um filme-documentário-campanha sobre Amamentação. Tive o prazer de participar desse projeto com um cartum. É preciso ver até o final do filmete piloto para ver o meu cartum que Marisa animou de maneira superbacana.
Belo projeto Marisa, espero que seja um sucesso e ajude as mamães por esse Brasil a amamentar seus filhos, para que eles cresçam saudáveis e ganhem mais Copas do mundo.
NR:Marisa Furtado fez também um documentário sensacional sobre Will Eisner.
Veja o filme piloto de 5 minutos no seguinte link:http://www.youtube.com/watch?v=JesW4vLVVOA

15.6.10

Brasileiro em Toronto com seu filme sobre a lenda Don Letts



O nome do cara é Raphael Erichsen, é brasileiro,(carioca) cineasta e designer e fez um filme sobre uma figuraça que é uma lenda no mundo da música pop que é Don Letts - trata-se do documentário Superstonic Sound - the Rebel Dread que estreou em Toronto no festival NxNe (veja figuras que ilustram este post). O filme vai rodar em outros festivais na Espanha, Austrália, Alemanha, Nova York e claro em Londres. Só falta o Brasil ver. É a nova geração de documentaristas pintando no pedaço.
(Veja trecho do documentário no link http://www.youtube.com/watch?v=iOOjF9bvYO4

14.4.10

Dica do Gerdal: Pedro Amorim- filme sobre o músico tem pré-estreia nesta quarta em roda de samba no Trapiche Gamboa



"Matilde/que eu encontrava amiúde/num botequim da Saúde/irmã daquela Jurema de triste memória..."
        
      Prezados amigos,
 
      Embora não seja evocado, de imediato, por suas letras, lembro-me de que, assim que ouvi "Matilde", do excelente músico carioca Pedro Amorim, conjugado com outro samba dele, "Jurema", no CD "Os Dois Bicudos", de 2004, revelador dos jovens cantores Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta, detive-me no emprego de "amiúde", um advérbio de frequência ironicamente quase desaparecido da boca do povo e ainda rarefeito na moderna canção popular. Tal surpresa, no entanto, com esse uso "sofisticado" de expressão fez-me perceber, no todo dos versos bem azeitados desses sambas benfeitos e interligados, consentâneos na estrutura e no acabamento com a melhor tradição do gênero, o apuro que às palavras também reserva Pedro Amorim, aquele seu quê qualitativo já cabalmente conhecido e muito aplaudido no trato de admiráveis cordas. Formado em Educação Física e atuante na especialidade como professor por alguns anos, Pedro Amorim - "pari passu" com toda a sua competência instrumental e autoral, cintilante no recém-lançado "Brigador", CD de estreia da cantora Ilessi só com inéditas dele na parceria com Paulo César Pinheiro -, é um exemplo de seriedade e de extrema dedicação à sua arte, tocando bandolim, cavaquinho e violão tenor, e de esclarecimento quanto ao papel que lhe cabe na seara diversificada da MPB e na defesa do que esta tem de mais autenticamente colorido e ritmicamente integrador. Mestre da Escola Portátil de Música, na Urca, e com CDs da mais alta significação no universo do choro já lançados (como o do conjunto O Trio, gravado em Paris, em 1994, ao lado de Maurício Carrilho e Paulo Sérgio Santos, e outro, em 1997, na companhia da pianista Maria Teresa Madeira, em intenção de Ernesto Nazareth), o neopaquetaense Pedro Amorim terá a excelência de sua palheta estampada em imagens de um documentário dirigido pelo argentino aqui radicado Carlos E.Martinez e exibido em noite de roda do Samba de Fato nesta quarta-feira, 14 de abril, no Trapiche Gamboa ("flyer" acima). 
      *** 

A tempo: no "link" abaixo, ouve-se "A Ginga do Mané", choro de Jacob do Bandolim. No conjunto executante, além do destacado Pedro Amorim (violão tenor), Luiz Otávio Braga (sete-cordas), Maurício Carrilho (violão de 6) e Jayme Vignoli (cavaquinho). 
 
http://www.youtube.com/watch?v=-T3N7QzDED0

1.4.10

"Quebradeiras" ganha prêmio em Toulouse


O filme - documentário Quebradeiras de Evaldo Mocarzel foi premiado em Toulouse (França). A trilha sonora é assinada por Marcus Siqueira e Thiago Cury. Para não deixar ninguém de fora, publicamos a ficha técnica da obra:
título original:Quebradeiras
gênero:Documentário
duração:01 hs 11 min
ano de lançamento:2010
estúdio:Casa Azul Produções Artísticas Ltda.
direção: Evaldo Mocarzel
roteiro:Evaldo Mocarzel e Marcelo Moraes
produção:Leonardo Mecchi
música:Thiago Cury e Marcus Siqueira
fotografia:Gustavo Hadba
edição:Marcelo Moraes
Para ter o gostinho do filme clique no link http://www.youtube.com/watch?v=nbrLre32nAE
Bravo, pessoal! Bravo!

27.8.09

Dica do Gerdal: Homenagem ao sonoplasta Geraldo José, 80 anos, nesta quinta, no Museu de Arte Moderna


Segue, excepcionalmente, entre tantas dicas que envio, sem nenhum fim lucrativo, para ajudar a divulgar a boa MPB, uma dica de média-metragem (52 minutos) que poderá interessar, em particular, àqueles cinéfilos existentes entre os nossos cantores, compositores e instrumentistas. Hoje, 27 de agosto, às 18h30, no Museu de Arte Moderna (MAM), será exibido o documentário "Geraldo José - O Som sem Barreira", dirigido por Severino Dadá ("flyer" acima). Geraldo José, que ontem completou 80 anos de idade, é meu pai e, ainda hoje, mesmo aposentado há muitos anos, é o nome mais atuante da história do cinema brasileiro, como técnico, atrás da câmera, como Wilson Grey, embora falecido, ainda o é diante dela. Som é a palavra-chave que, por décadas, animou o meu velho no sentido de um trabalho digno e benfeito, numa trajetória profissional que, começando, em 1946, na Rádio Tupi (RJ), como contra-regra, e passando pela TV Globo, por vários anos (sonorizando novelas e minisséries, como "Grande Sertão Veredas", com direção de Walter Avancini), pelo teatro (várias peças) e pela música popular (por exemplo, ruídos para a coleção infantil Disquinho, produzida por Braguinha, e para sambas de breque de Miguel Gustavo gravados por Moreira da Silva), teve no cinema, tanto em filmes intelectualizados como em filmes meramente comerciais, de acordo com a orientação político-filosófico-estética dos diretores com os quais trabalhava, a sua colaboração mais efetiva e constante. Vale a pena ver esse documentário não apenas por resumir, em larga medida, uma cinebiografia, a história de um homem comum que se destacou, com aplicação e engenho, na atividade que abraçou, mas também para que os interessados tenham ideia de como se desenvolvia no país, numa fase de produção quantitativamente forte, um ângulo da realização de filmes - a sonoplastia - sem as facilidades hodiernas trazidas pelo avanço da tecnologia.
              Sendo eu um aficionado da MPB e apreciador da boa integração entre ruído e música em atrações de rádio, cinema e tevê, aproveito a ocasião para fazer uma lembrança pessoal, carinhosa e de admiração, de músicos e compositores com os quais meu pai pôde trabalhar e dos quais se tornar amigo - até mesmo de longa data: Waltel Branco, Dori Caymmi, Geraldo Vespar, Guio de Moraes, Roberto Nascimento, Eustáquio Sena, Chico Batera e Dario Lopes (estes ex-produtores musicais da TV Globo, com os quais meu pai, naquela "fábrica de doidos", não raro passou noites em claro sonorizando programas da emissora), Sérgio Ricardo, Pedro Camargo e Ruy Guerra (ambos de presença "anfíbia", na música popular e na direção de filmes), Alceu Valença (ator em "A Noite do Espantalho", de 1974, de Sérgio Ricardo. Aliás, lembro-me, na minha adolescência, desses talentosos Alceu Valença e Geraldo Azevedo, lá em casa, no Bairro de Fátima, antes do sucesso a que merecidamente chegariam, mostrando músicas, como "Talismã", do primeiro elepê que fizeram, em dupla), Remo Usai, Jards Macalé, Zé Rodrix (fazendo trilha para comédia erótica de Carlos Imperial; este, uma figura, visitando-nos numa casa de vila onde morávamos, em Botafogo, com  a sua inseparável cadela, a Fresca), Durval Ferreira (na extinta Somil), Dom Salvador e o parceiro letrista Marco Versiani, Renato Andrade (que, por várias vezes, nessa mesma casa de vila, divertiu-nos com a sua viola e os seus "causos'), Fernando Lona (tão cedo falecido, autor, com Geraldo Vandré, de uma joia de marcha-rancho, "Porta-Estandarte"), os pianistas Édson Frederico (no teatro, numa comédia de Agildo Ribeiro) e Sérgio Sá (fazendo trlha para filme dos Trapalhões), David Tygel (também no cinema) e "tutti quanti". Na menção destes, sintam-se todos, especialmente os não citados por falha momentânea de memória - são muitos -, envolvidos por essa minha carinhosa lembrança. Nesse octogésimo aniversário do Geraldo José, reitero agradecimento especial ao compositor e escritor Nei Lopes pela generosa inclusão - até mesmo com foto - do nome do meu pai na sua "Enciclopédia Brasileira da Diáspora Negra", obra fundamental de referência e de fôlego.     
            Desculpem-me de linhas tão longas para uma dica concernente a alguém da minha família, de quem muito me orgulho por ser como é. Valeu, Luís Alberto, o envio do "flyer", que me surpreendeu. A todos, desejo um bom dia, com o meu obrigado pela atenção dispensada.
 

15.6.09

Dica do Gerdal: Carminha Mascarenhas, Carmélia Alves, Ellen de Lima e Violeta Cavalcante nas telas


Da esquerda para a direita, vemos, no "flyer" acima, a mineira Carminha Mascarenhas, nascida em Muzambinho, daquelas cantoras que, como Lila ("crooner" da boate Drink, nos anos 60, e irmã de Dalva de Oliveira), têm madrugada na voz, curtida nos sambas-canção de cotovelo magoado, como "Verdade da Vida", do pianista Raul Mascarenhas (pai do saxofonista homônimo) e da tapeceira Concessa Colaço; a baiana Ellen de Lima, de Salvador, surgida para o sucesso, em 1957, com o bolero "Vício", composto por um inspirado fabricante de sabonete, Fernando César; a carioca Carmélia Alves, de Bangu, notabilizada pela interpretação de ritmos nordestinos; e, finalmente, a manauara Violeta Cavalcante, que, cantando, com 10 anos de idade, no colégio onde estudava, na sua cidade natal, chamou a atenção de ninguém menos que o maestro Heitor Villa-Lobos. Todas elas ainda atuantes em shows - com exceção de Violeta, afastada por motivo de saúde - e, tendo em comum, o despertar para o sucesso de público ainda nos anos dourados do rádio, motivo do recado de Gil Baroni (com "trailer" anexo) , encaminhado em seguida. Ele é o diretor do documentário "Cantoras do Rádio", já em cartaz, um feito importante para a fruição e compreensão daqueles idos na história da nossa música popular
Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.

"Amigos e Amigas,

Dia 11 de Junho estreia em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Brasília,
nos cinemas do Unibanco Arteplex (veja a programação da sua cidade),
o documentário que eu dirigi, "CANTORAS DO RÁDIO".
O filme é uma homenagem aos Anos Dourados da Rádio no Brasil.
Sua presença e divulgação é importantíssima para que o filme tenha um bom desempenho nos cinemas.
Ajudem a divulgar o filme entre os amigos, parentes e familiares.

OBS: Pessoas acima de 60 anos pagam apenas R$ 3,00 em qualquer dia e em qualquer sessão!!!!

VEJA O TRAILER DO FILME "CANTORAS DO RÁDIO"
http://www.youtube.com/watch?v=_zlazB2GDT4

Um forte abraço,
Gil"

www.cantorasdoradio.com

14.4.09

Leia crítica do filme Che no meu blogue do youpode


Você pode ler a crítica do filme Che no meu blogue do portal youpode, é só clicar no endereço do blogue, ou seja http://youpode.com.br/blog/liberati/

30.3.09

"O Visitante" é o melhor filme desse começo de ano ainda no telão.


Na semana que passou, recebi um e-mail de um amigo que recomendava com muito entusiasmo o filme “O Visitante“. Dizia que era o “melhor filme dos últimos anos: um emocionado e emocionante questionamento da intolerância e das diferenças”- afirmava “é sobre a descoberta do outro e o encontro.” Classificava o filme como “imperdível”.
Não tive dúvidas - convidei minha mulher, que deu um tempo no seu trabalho incansável pela paz mundial e fomos conferir.
Escrevo esse post num só fôlego, portanto, perdoem qualquer deslize, repetição ou vacilo com a nova ortografia e com a velha também.
Sim, “O visitante” (The visitor - (2007) é tudo isso que meu amigo disse. Só que não vem com aquele discurso altissonante de denúncia. Não vem com pedras na mão e com estardalhaço, mas acredito que provoca uma reflexão mais profunda sobre as relações humanas nessa altura do campeonato. De ruidoso mesmo, só tem o tambor sírio, uma metáfora- um meio de comunicação dos diferentes. Quem ver o filme vai entender essa sacada.
O filme é escrito e dirigido por Thomas MacCarthy (que também é ator, - atuou até em três episódios de Law & Order) e dirigiu o filme “O Agente da Estação” (The Station Agent) que conta a históría muito louca de Finbar McBride, um anão que resolve viver uma aventura longe da humanidade numa estação de trem (que ele herdou)abandonada, mas acaba se relacionando com uma artista devastada por uma perda e um vendedor de cachorro quente.
“O Visitante” conta uma história menos exótica, fala de diferentes num mundo locuo, mas já é algo próximo de uma obra prima. Conta a história de um professor - Walter Vale, interpretado magnificamente por Richard Jenkins. Esse professor de economia políica está vivendo um momento de total desânimo e solidão depois da viuvez e da partida de seu filho para estudar na Europa. Sua falecida mulher era uma pianista clássica e ele tenta em vão fazer alguma coisa nos teclados do piano que como ele - ficou abandonado, mas desiste depois de tentar aprender com vários professores. Sua vida se resume a dar uma única aula semanal na universidade , com um programa que não se altera há anos, e uma rotina sem sal que será quebrada com a solicitação de que ele participe de um congresso em Nova Iorque. O complicado desse convite é que ele tem que falar sobre um livro do qual é co-autor , mas que na realidade , ele apenas entrou com o nome. Ele tenta se safar dizendo que está produzindo um novo livro etc e tal, mas é colocado contra a parede e obrigado a embarcar para o tal encontro de especialistas.
Quando ele chega ao seu apartamento novaiorquino (que se encontrava fechado desde a morte de sua mulher) de repente percebe que ele está ocupado por um casal imigrantes ilegais que foi parar ali por causa de um sujeito 171 que ao que parece alugava imóveis há muito tempo sem uso. Os imigrantes ficam apavorados., com a chegada do estranho visitante. O rapaz, um sírio chamado Tarek (vivido por Haaz Sleiman) e a moça, que veio do Senegal, Zainab (Danai Jekesai Gurira) acabam depois de alguns mal-entendidos- estabelecendo uma relação com Walter. Aí que começa uma história comovente - a história do encontro e das diferenças de que falava meu amigo no e-mail. Não vou contar o resto da história, por que seria safadeza.
A única coisa que posso acrescentar é que é um drama, onde aparece de forma clara, sem estridiencia, os contraste de um mundo criado a partir do ataque dos 11 de setembro e as suas funestas consequências ou seja , a era Bush - a intolerância, a vigilância, a desconfiança e principalmente o desrespeito aos direitos dos cidadãos e os métodos brutais aplicados de forma fria e burocrática para tratar dos problemas dos imigrantes. Esse filme mostra como Guantánamo estava dentro da aparente normalidade da Big Apple.
Outra coisa que tem que ser ressaltada, é o maravilhoso desempenho do elenco e sem dúvida a redescoberta do imenso talento de Richard Jenkins. Esse ator que sempre teve papéis secundários ou em comédias, revela seu potencial dramático ao viver o complexo professor Jenkins. (chegou a ser cotado para o Oscar deste ano, mas perdeu para Sean Penn)
Meu receio é que no meio dessas grandes produções que estão em cartaz na cidade, esse filme passe para segundo plano.
Agradeço ao meu amigo por essa preciosa dica.

(NR. Outra coisa bacana foi conhecer o som do músico nigeriano (já falecido) Fela Kuti que aparece citado no texto do filme e na trilha sonora )

24.3.09

Once : O ultra-romantismo está na onda





(publiquei originalmente esta minicrítica no meu blogue que está no youPode)
No fim de semana que passou tive uma grata surpresa ao ver um filme (em DVD) irlandês - quase engasguei com a pipoca- o filme é demais de bacana!
Apenas uma vez (Once), de 2006, vencedor do Oscar de 2008 pela melhor canção - Falling Slowly (foi idicado para o Grammy no mesmo ano - mas foi aquele em que o pianista budista Herbie Hancock ganhou o prêmio mais importante da noite, o de melhor disco do ano com River: The Joni Letters , e a danada da Amy Winehouse abocanhou outros cinco troféus) não é um musical, mas é quase um filme de trilha sonora em que as canções ajudam em muito a contar a história. O que apaixona as pessoas nesse filme é a sua simplicidade e sua humanidade.- o fato dele despertar um desejo de que esse mundo seja melhor. É um filme, cujo roteiro ocupa apenas umas 10 linhas. Uma história de amor? É, pode-se dizer que é um filme romântico, ou melhor, ultra-romântico - um romantismo bem nos moldes do século XXI. O importante nele, volto a dizer, é uma crença no ser humano, na sua capacidade de superação, na importância de certos encontros e do afeto. Uma crítica mais servera, diria que ele passa batido pelos problemas do mundo de hoje - que se trata de um delírio, no mínimo um sonho, um conto de fadas urbano- como diz a LA Weekly numa frase destacada na embalagem brasileira do DVD. Explico- é um filme que comete o pecado de não ser a repetição do triângulo sexo- drogas-violência (o rock and roll seria apenas a embalagem). Ele conta a história de Guy, um cantor de rua de Dublin (interpretado por Glen Hansard) que trabalha com o pai numa oficina que conserta aspirdadores de pó. Em alguns momentos de folga da oficina ele solta a voz e ganha alguns trocados - de dia nas esquinas movimentadas da cidade cantando coisas do repertório popular e, de noite canta coisas de sua autoria. Se esguela ao botar pra fora seus sentimentos feridos - sua solidão e a sua perda ( a namorada o abandonou) em belíssimas canções, com letras elaboradas e intrepetações emocionadas - arrisco dizer - arrebatadoras. Numa noite dessas de bardo, passa uma moça checa, Markéta (vivido por Markéta Irglová) que vende flores para sobreviver. Ela para, ouve uma canção, se encanta e joga uma moeda na “caixa” do violão do rapaz. Começa então um papo com ele, que vai dar pano pra manga. Ela também faz canções e toca piano divinamente. A coisa a partir daí se transforma numa “relação” especial- um procura a companhia do outro, trocam confidências - se aproximam, tornam-se parceiros…rola um clima (bem não vou estragar o prazer de vocês e contar o final).
No fundo está a dificuldade de empregos na Irlanda, o poder econômico e cultural da Inglaterra (Londres) , o a questão da imigração com a desintegração do leste europeu - mas isso bem no fundo - quase não aparece no filme. Mas aí não importa mais nada, você quer esquecer a crueldade do mundo por uns instantes, e acreditar que aquilo que rola na tela é possível. A gente entra na torcida para que os dois acabem juntos. (no bom sentido, é claro)
De certa forma, o filme é produto do imenso talento dos duas pessoas : Glen Hansard - que interpreta o cantor de rua com sua voz potente e a graça de Markéta Irglová que é também cantora, e domina vários instrumentos. As músicas que tocam no filme, a maioria delas foi composta por Hansard e uma delas por Markéta ( Markéta é parceira dele no conjunto de rock The Frames - cujo último álbum “The Cost” feito em 2006 fez muito sucesso). Uma curiosidade: Hansard começou sua carreira musical , com 13 anos de idade se apresentando nas ruas de Dublin com , segundo a Wikipédia.
Taí, não é uma supre-produção - é um filme barato, feito com bastante esmero e competência por John Carney (roteiro e direção- ele já foi baixista do the Frames, mas acho que passou do prazo de validade para ser roqueiro). Não se pode esquecer de elogiar o elenco que acompanha o casal nessa aventura- que é muito bom.
Outra coisa que não posso deixar de falar é que pela ela atmosfera e por sair do estereótipo trágico do filme irlandês, Once lembra um pouco o filme (sensacional) The Commitments, de Alan Parker, no qual Glen Hansard fez o papel de um guitarrista (Outspan Foster) . Por outro lado, por contar uma história de outsiders, passa perto dos filmes de Jim Jarmusch (veja Stranger Than Paradise), e pela delicadeza da abordagem do tema das relações de afeto nesse mundo do pós-tudo, nos remete ao bom filme de Sofia Coppola “Encontros e Desencontros” (Lost in Translation).
Arrisco a dizer que o filme é imperdível. Acho que exagerei!
(Ah! a trilha sonora é maravilhosa e está gravada em CD)