
Uma mosca
pousa no almoço
e o gato a traça.
Baratontas
pelos quatrocantos da casa
e o gato atrás.
Aranharames
descem do teto
e o gato zás!
Lesmolentas
na tábua corrida
e o gato é um ás.
A abelha vai embora.
A formiga migra.
A pulga pula fora.
Nas garras do gato
bruxas murchas,
pernilongos e
bezoutros
insetos
incertos.
(Poema felino de Guilherme Mansur ilustrado por Ângelo Marzano)
2 comentários:
Amei!
'guardai tesouros no céu onde as traças não roem e cupins não comem' (Ev. de IHS)
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