24.5.17

8.5.17

Ilustração: Foi um rio que passou em minha vida

Do fundo do baú: Ilustração - que hoje batizei de "Foi um Rio que passou em minha vida"(apesar de ser mangueirense e ter uma queda por razões familiares pela Mocidade Independente de Padre Miguel).
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6.5.17

O Museu Villa-Lobos promove hoje, dia 6 uma festança de lançamento de um livro infantil.

O Museu Villa-Lobos (Rua Sorocaba, nº 200/ bairro de Botafogo) promove festa de lançamento do livro almanaque infantil “O Corcovado conta histórias: Botafogo”. O livro narra as aventuras e descobertas de Clara e Pedro, em uma viagem no tempo, pelo bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. O texto é de Kaori Kodama e as ilustrações do mestre Guto Lins.
O pátio do Museu vai ser da garotada, que pode brincar e acompanhar a apresentação da Orquestra Tuhu, de jovens do Projeto "Villa-Lobos e as Crianças".
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5.5.17

Ilustração: Tempo do Teatro

Do fundo do baú: Ampulheta do Teatro. Tempo de Tragédia e Tempo de Comédia.
Técnica, traço em nanquim, pastel seco nas máscaras e "ecoline" aplicado sobre papel molhado por spray de fixador (do tipo Crill Over) na madeira da ampulheta.
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4.5.17

Lançamento do livro "Conversas de Botequim"

Dia 6 de maio, lançamento do livro Conversas de Botequim - 20 contos inspirados em canções de Noel Rosa a partir das 14 horas na Livraria Folha Seca - Rua do Ouvidor, 37 / Centro do Rio de Janeiro
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Ilustração: Colonização ao contrário

Do fundo do baú: Ilustração. O título poderia ser "Nuestra América - que bom seria se fosse assim". Mas gosto de "Brutalidade e Jardim" Viva Torquato Neto!
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1.5.17

BUFFON DÁ O TIRO DE META / Poema de Guilherme Mansur

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28.4.17

Desenho em homenagem a Antonio Adolfo e Wayne Shorter

Saindo da boca do forno: Desenho em homenagem a Antonio Adolfo e Wayne Shorter.
Técnica: lápis de cor e ecoline sobre papel Canson.
Antonio Adolfo, acaba de lançar um álbum - "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter", cuja capa leva uma ilustração minha e conta com auxílio luxuoso do design de Julia Liberati.
Aproveito para informar que o CD está disponível para aquisição no site da gravadora e distribuidora Robdigital. Link:( http://www.robdigital.com.br/pt/site_produtos_detalhes.asp?id_tb_produtos=1798783&id_parent_produtos=3&id_tb_categorias_nivel_1=22&id_tb_categorias_nivel_2=&id_tb_categorias_nivel_3=&id_tb_categorias_nivel_4=&id_parent_categorias=600014)
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25.4.17

Caricatura de Stefan Zweig


Saindo da boca do forno: Caricatura de Stefan Zweig.
Técnica: nanquim e aquarela.
Aproveito para reforçar o convite aos amigos para lançamento duplo dos livros "A unidade Espiritual do Mundo" de Zweig, e "Ensaio em Homenagem a Alberto Dines". Os livros serão lançados na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no dia
27 de abril (quinta-feira) , a partir das 19 horas.
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22.4.17

Ilustração - lugar da fábula

Do fundo do baú: Ilustração de capa do Caderno B de março de 1998.
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15.4.17

ROUBARAM UM DESENHO DESTE BLOG E ADULTERARAM.

Estou indignado!
Uma pessoa, ou um grupo de um blog que ainda não descobri qual foi, roubou um desenho deste Blog, adulterou de forma grosseira a ilustração e postou nas redes sociais.
Só fui perceber quando vi meu desenho adulterado (e com textos ofensivos) na linha de tempo de um amigo meu, no Facebook.
Era um desenho de minha autoria da malhação do Judas, material que ilustrou uma crônica sobre minha infância, como se pode ver na imagem que postei logo abaixo desse texto. (A postagem original foi no dia 3 de abril de 2010).

Não vou compartilhar como ficou o desenho que foi totalmente adulterado, para não dar visibilidade a esse crime que cometeram.

Só vou adiantar que essa pessoa ou grupo a serviço de um blog pretensamente de esquerda, alterou o citado desenho, fazendo uma colagem de uma foto nele e incluindo textos de propaganda política e incitação à violência.

Já reclamei nas páginas do Facebook onde protestei e informei minha indignação a respeito desse roubo, da alteração e do uso indevido de minha obra

Além disso, usando as ferramentas do Facebook, tentei pedir a exclusão dessa postagem. Mas não obtive respostas dos administradores desse site, que costumam ter uma política para eliminação de material denunciado.

Quero aqui, de forma educada tentar fazer uma advertência: Não se pode tolerar práticas desse tipo, por gente que pretende defender o campo democrático.
Se querem fazer política, construam, criem seus instrumentos, suas artes e não usem, de forma abusiva, as artes e criações dos outros.
Imagem que foi adulterada
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14.4.17

Álbum "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter" é recebido com festa pela crítica

O álbum "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter", de Antonio Adolfo tem recebido ótimas críticas e de acordo com o site "All About Jazz", está tocando nas rádios desse planetinha azul como um furacão. Quem quiser ouvir suas magníficas faixas, pode acessar o site Spotify.
Aqui vão os links das primeiras apreciações críticas:
https://latinjazznet.com/reviews/cds/antonio-adolfo-hybrido-rio-wayne-shorter/

http://gapplegatemusicreview.blogspot.com.br/2017/03/antonio-adolfo-hybrido-from-rio-to.html



3.4.17

Saindo do forno: "Hybrido" - novo CD de Antonio Adolfo homenageia Wayne Shorter


Saindo do forno: Tive a honra e o prazer de fazer a ilustração da capa e da contracapa do novo CD de Antonio Adolfo - "Hybrido - From Rio to Wayne Shorter".
Contei com o auxílio luxuoso da designer Julia Liberati que elaborou o projeto gráfico.
Nesse álbum, Antonio Adolfo faz uma magnífica interpretação das seguintes músicas de Wayne Shorter: 1) Deluge, 2) Footprints, 3) Beauty and the Beast, 4) Prince of Darkness, 5) Black Nile, 6) Speak no Evil, 7) E.S.P., 8) Ana Maria . E no clima , Antonio Adolfo gravou uma música sua na nona faixa, cujo título é Afosamba.
Wayne Shorter (1933) é uma lenda do Jazz. Esse compositor e saxofonista inspirado por Buda tocou com os monstros Art Blakey e Miles Davis antes de inventar junto com seus companheiros a famosa banda de jazz-fusion "Weather Report".
O time de craques de Antonio Adolfo contou com: Lula Galvão na guitarra elétrica, Jorge Helder nos baixos, Rafael Barata na bateria e percussão, André Siqueira na percussão, Jessé Sadoc no trumpete, Marcelo Martins nos sax e na flauta, Serginho do Trombone no instumento que leva seu apelido, Claudio Spiewak na guitarra. Zé Renato emprestou sua voz na faixa Footprints.
O CD estará a venda a partir do dia 7 no ITunes, CDBaby, Amazon.
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2.4.17

Resultado do Concurso "Quem te viu, quem te vê", homenagem ao compositor e escritor Chico Buarque de Holanda, promovido pelo IMMuB - Instituto Memória Musical Brasileira.

Resultado do Concurso "Quem te viu, quem te vê", homenagem ao compositor e escritor Chico Buarque de Holanda, promovido pelo IMMuB - Instituto Memória Musical Brasileira. (Curadoria de Zé Roberto Graúna)
Por votação do corpo de jurados do concurso (Baptistão, Liberati e Loredano), as três caricaturas finalistas premiadas são:
1º - Quinho Ravelli (Marcos de Souza)
2º - Andre Bethelem
3º - Ulisses Araújo
Menção honrosa: Cau Gomez.
http://www.quemteviuquemteve.net.br/resultados
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27.3.17

Ilustração "Sinuca"

Do fundo do baú: Geometria da malandragem. Grafite sobre sulfite, só pra rimar...
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24.3.17

Caricatura de James Joyce num dia ruim para Mr. Bloom

Do fundo do baú: Ilustração com caricatura de James Joyce. Esta é uma das ilustrações em que fundi desenho com colagem. Gostaria de ter feito mais isso na imprensa.
Mr. Bloom, protagonista de Ulisses, está na cena, acho, com uma gripe das brabas. Técnica: traço em nanquim e cor aplicada com pastel seco + colagem.
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23.3.17

Caricatura do filósofo György Lukács

Do fundo do baú: Caricatura do filósofo György Lukács (1885-1971), um dos maiores intelectuais húngaros, aquele desenvolveu o pensamento de Marx, expandindo esse conhecimento até fundamentar a construção de uma Estética marxista.
Em 1923 começou essa caminhada ao publicar um livro fundamental: "História e Consciência de Classe", que explora e expande o conceito de "alienação"- debatendo a concepção de "ideologia" - "falsa consciência", "reificação" e enfim "consciência de classe". Vou parar por aqui, quem pode falar com propriedade sobre esse assunto é meu amigo, o professor Carlos Eduardo Jordão Machado que lançou recentemente o livro "Um capítulo da história da modernidade estética" – 2ª edição", (Editora Unesp) veja capa do livro abaixo.
Só sei que meu exemplar de "História e Consciência de Classe", acredito ter perdido na bagunça de minha biblioteca , ou talvez emprestei para alguém, que perdeu o bonde da História e não teve nenhuma classe para me devolver o livro.

Mas tenho lá na estante ainda : "Prolegomenos a una estetica marxista (sobre la categoria de la particularidad)" e "Estetica 1 - La peculiaridad de lo estetico - questiones preliminares y de principio" , livros publicados pelas Ediciones Grijalbo de Barcelona /México DF (1966). Estudo de vez em quando também "Realismo Crítico Hoje" (com preciosa introdução de Carlos Nelson Coutinho), publicado pela Coordenada Editora de Brasília Ltda em 1969.

Vou cometer uma heresia e relatar a história curiosa que um colega sociólogo, certa vez, me contou, envolvendo esse magnífico pensador. Disse me ele que conheceu um professor que rumava para uma país do leste europeu (acho que Hungria) a fim de participar um colóquio sobre "Estética" Nessa época ainda existia a URSS, a História era construída pela luta de classes e servia-se uísque nos aviões.
Acontece que o intelectual em questão sentou ao lado de uma bela moça, muito interessante e que por acaso, também estava rumando para um encontro que trataria de questões estéticas. Ele então se entusiasmou todo, nem percebeu que o avião havia decolado e começou a falar das teorias de Lukács etc e tal…Com o passar do tempo notou que a moça foi murchando, olhando para ele de maneira estranha, enquanto todo pimpão, ele se inflamava em raciocínios pra lá de dialéticos…
Resolveu então perguntar se ela estava passando mal, se havia algum incômodo em discutir esses assuntos complexos nas alturas em que o avião voava, ainda mais com os frequentes solavancos de uma turbulência sem fim.
Ela respondeu que não e acrescentou estar acostumada aos percalços das viagens aéreas, pois vivia participando de exposições de produtos de estética, em diversos países. Foi aí que ele percebeu que a moça, na verdade era esteticista - entendia pacas de cosméticos e tratamentos de beleza mas não estava compreendendo patavinas daquele papo cabeça. Estranha coincidência, mas o meu colega afirmou que a história era real. Afinal, o que é o real, nesse mundo pós-tudo? (outro dia conto outra história que também envolve o grande Lukács e um ator brechtiano numa lanchonete paulista dos anos 70).

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18.3.17

"Tudo errado!" é o livro

Tudo Errado! é um livro interessantíssimo. Narra a experiência do documentarista carioca Raphael Erichsen, que rodou um terço da superfície terrestre num carro "detonado"(comprado no Ebay, junto com outros dois amigos), em 2012, num tumultuado "Rally Mongol" (Que vai de Londres a Ulan Bator - capital da Mongólia).
Um aperitivo para ler o livro que conta essa essa aventura você pode acessar no link: http://www.gazetaonline.com.br/_conteudo/2017/03/noticias/cidades/4032949-uma-coisa-que-aprendi-com-a-experiencia-foi-a-parar-de-tentar-assistir-ao-mundo-atraves-da-cnn.html
Ah! O livro foi lançado ontem (dia 17 de março) no Rio, e não consegui noticiar a tempo porque estava viajando, fora do alcance de computadores.
De qualquer forma, fica aqui o registro desse livro extraordinário, que se encontra nas boas livrarias.
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15.3.17

Caricatura de Villa-Lobos

Do raso do baú: Gosto muito desse desenho, que foi feito para ilustrar a camiseta de um bloco do Rio de Janeiro que homenageou o genial maestro Heitor Villa-Lobos num carnaval recente...
Infelizmente o bloco saiu sem ele...Acho que o trenzinho caipira atrasou...
Bola pra frente!
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13.3.17

Velha ilustração

Do fundo do baú: ilustração de crônica do old JB. Técnica ecoline e aquarela com leves traços de lápis de cor.
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11.3.17

Retrato de Cacaso

Do fundo do baú: retrato, num traço rápido, de Cacaso (Antônio Carlos de Brito- 1944 -1987), nosso poeta (letrista e professor) que partiu tão cedo. Soube que ele também brincava na área do desenho: diz a lenda que cometeu algumas caricaturas de políticos que foram estampadas em jornais.
(Em 2002, foi publicada sua obra completa com o título "Lero Lero" contendo seus livros de poesia, suas letras e material inédito). Esse desenho, na verdade, foi feito em dois pedaços, diagramados, cada um de um lado da página do jornal, com o texto passando por dentro. Consegui achar esse pedaço, remexendo no baú. O outro, eu não sei onde foi parar. Minha mapoteca está um caos. Técnica: usei o conta-gotas do vidro de nanquim para fazer o traço.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
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9.3.17

Caricaturas de Putin e Iéltsin

Do fundo do baú: Apesar do Carnaval já ter falecido, aí vão as caricaturas de Vladimir Putin (1952- ) e Boris Iéltsin (1931-2007), numa fantasia de Matrioska.
O primeiro está atualmente sob os holofotes da mídia internacional , como classifica a rede social Facebook, está"em um relacionamento sério" com Donald Trump e o segundo, o irreverente Iéltsin, acho que ninguém lembra mais quem foi.
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6.3.17

Caricatura de Günter Grass e ilustração de sua obra "O Tambor"

Do fundo do baú: Ilustração para matéria de jornal que falava de "O tambor", livro do autor Günter Grass (1927 - 2015), que aparece aqui também numa caricatura.
Pode-se dizer que Grass brincou em quase todas as artes: foi romancista, ensaísta, dramaturgo, poeta, ilustrador, artista plástico (escultor).
Manteve voz ativa, como intelectual "de intervenção", influenciando a vida pública alemã. Em 1999 ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.
"O tambor" também se transformou em 1979, num magnífico filme de Volker Schlöndorff, que teve pitacos no roteiro feitos por Grass e contou com o auxílio luxuoso de Jean-Claude Carrière e Franz Seitz.
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4.3.17

Ilustração antiga

Do fundo do baú: Ilustração de crônica de jornal.
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3.3.17

Retrato e caricatura de John Updike

Do fundo do baú: Retrato e caricatura de John Updike ( 1932-2009). Autor de ficção, poesia , teatro e crítica literária, conhecido pela saga do "Coelho" ("Coelho Corre", "Coelho em Crise", "Coelho Cresce" e "Coelho Cai"). Nesses livros ele narra a evolução de seu personagem Harry "Rabbit" Angstrom, jogador de basquete e as mudanças da cena americana.
É o autor do romance "As bruxas de Eastwick" e também uma série de livros sobre o personagem Bech, um escritor nova-iorquino que cai nas graças do leitor mas é odiado pela crítica.
Na sua imensa obra, cometeu uma adaptação do o clássico "Tristão e Isolda" para o cenário tropical em "Brazil".
Dele só li "Coelho Corre" e "S", um livro que conta de forma irônica a procura pela iluminação de uma americana cansada de sua vida de classe média. Essa senhora entra para uma organização mística de um guru hindu de nome Arhat e vive num "ashram" do Arizona.
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2.3.17

Caricatura de Umberto Eco

Do fundo do baú: Caricatura de Umberto Eco (1932-2016), entre a Semiótica e o "Pêndulo de Foucault"
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28.2.17

Caricatura de Nelson Rodrigues

Do fundo do baú: Recuperei esse traço da caricatura de Nelson Rodrigues, que paradoxalmente, continua atual.
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27.2.17

Spock "entrou numas" de Gulliver?

Do fundo do baú: Ilustração (que publiquei no old JB) para os fãs de "Jornada nas Estrelas" (Star Trek) . Confesso não saber por que o híbrido Vulcano+Humano Spock está amarrado aí, com vários "Spockinhos" ligados a ele por meio de computadores. Será que era uma matéria sobre os chamados "fans-fiction"? Li, que o criador de "Jornada nas Estrelas", Gene Roddenberry se baseou em Jonathan Swift, no livro "As Viagens de Gulliver". (Acho que essa imagem de Spock amarrado lembra uma cena dessas viagens "gulliverianas"). Que viagem!!! (Técnica: nanquim e ecoline pincelada sobre papel Schoeller Hammer previamente "pulverizado" com o fixador "Crill Over" - acho que esse era o nome desse fixador para uso em desenho feito com carvão e pastel seco).
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24.2.17

Retrato de Jürgen Habermas em dois tempos

Do fundo do baú: retrato de Jürgen Habermas (1929 - ) em dois tempos. O filósofo e sociólogo alemão ( ligado à Escola de Frankfurt - foi assistente de Theodor W. Adorno ) é autor de duas obras (entre outras muitas) fundamentais para a reflexão acerca do exercício democrático:"Mudança Estrutural da Esfera Pública" (1962) e "Teoria da Ação Comunicativa"(1981). Deve-se a ele os conceitos de "ação comunicativa" e "razão comunicativa". Acredito que deve ser um bom papo!
Um jornalista, meu amigo, veterano das trincheiras de redação de jornal, que um dia caminhou com Habermas pelas ruas do Rio, enquanto fazia uma entrevista , me disse que o pensador alemão ficou fascinado por ter encontrado tipos humanos tão diversos nas ruas, que pareciam pertencer a momentos históricos distintos
. (Homens de um passado remoto e seres antenados ao século XXI, que naquela época se aproximava na velocidade de um big meteoro).
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17.2.17

Poster do filme "O Gato de Havana"

A designer Julia Liberati fez um lindo poster para o filme/documentário O Gato de Havana, dirigido por Dacio Malta.
Esse é o primeiro longa da Estoril e foi selecionado para o Festival de Havana, Guadalajara e Miami.

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16.2.17

Caricaturas de Churchill, Roosevelt e Stalin em Ialta (1945)

Do fundo do baú: Caricaturas de Churchill, Roosevelt e Stalin (conhecidos na época como "os três grandes que comandaram a derrota do nazismo") na Conferência de Yalta (ou Ialta) , na Crimeia, em 1945 - uma das três reuniões que os representantes dos aliados fizeram para decidir o final da Segunda Guerra Mundial e a repartição das zonas de influência no mundo que sobrou da conflagração. (Wikipédia)
Antes tinham se reunido em Teerã (novembro e dezembro de1943) e depois de Yalta ( fevereiro de1945) rolou o terceiro encontro em Potsdam (julho de 1945) - nessa última juntaram-se Churchill, seguido por Clement Attlee , Harry Truman e Stalin. O Presidente Roosevelt faleceu no meio das conversações, em Warm Springs, Geórgia, no dia 12 de abril de 1945, aos 63 anos de idade).
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15.2.17

Caricatura de Michel Foucault

Do fundo do baú: Caricatura de Michel Foucault (1926/1984)
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13.2.17

Caricatura de Pete Townshend (quando jovem)

Do fundo do baú: Ele vem aí, Pete Townshend, com o seu The Who. Da original banda de 1964, sobrou ele e Roger Daltrey.
Estão velhinhos, mas acho que ainda aprontam. Na caricatura ele aparece jovem, saltando, como sempre fazia nos shows de uma das maiores bandas de todos os tempos. Gosto da ópera-rock "Tommy", mas curto especialmente "Quadrophenia"- tinha o LP que furou de tanto tocar e recentemente consegui o CD. Existe um filme baseado em "Quadrophenia" realizado em 1979, no qual Sting faz o papel de Ace Face, um rocker briguento (nessa época existia um movimento de jovens, uma gang que se chamava "Mod" que vivia às turras com outros jovens, os Rockers). Descobri na internet , que este filme vai ter uma sequência que começará a ser filmada em 2017. Veja link: http://rollingstone.uol.com.br/noticia/filme-iquadropheniai-ganhara-sequencia-depois-de-37-anos/#imagem0
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12.2.17

Caricatura de George Orwell

Do fundo do baú : caricatura de George Orwell (1903/1950), autor do livro "1984" (que foi escrito em 1948 e lançado em 1949). Existe também uma versão cinematográfica com John Hurt no papel de Winston Smith, um cara que acaba por sacar as malandragens do "Grande Irmão" (Big Brother).
O autor e o livro passaram a fazer um surpreendente sucesso nos EUA com a mudança de governo nos EUA.

Aproveitei e "postei" também capa de uma velha edição de "1984" que tenho aqui em casa. Ela é de 1970 e foi publicada pela Companhia Editora Nacional / São Paulo (com desenho da capa feito por Fajardo & Rezende).
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Nesse romance distópico, seu autor mostra o funcionamento de uma sociedade submetida a um governo de controle midiático total, orquestrado por um tal de "Big-Brother" que aparece numa "Tele/tela, e cuja fala e imagem está em todos os lugares. Figura e exibição que encarna os poderes totalitários.

A princípio se supôs que o tal BB seria uma referência a Stalin, o supremo tirano que ainda governava a URSS, mas aos poucos a crítica e o público começaram a identificá-lo mais como uma figura abstrata, uma criação - talvez um ícone inventado, que concentraria e na verdade encobriria o poder de um grupo, que tinha se assenhoreado do aparelho de Estado. Muitos então passaram a ver não Stalin e a URSS, mas a Inglaterra e o "establishment" inglês - especialmente as tendências totalitárias que engatinhavam naquele tempo. (vistas na propaganda, nos discursos políticos, nos editoriais e textos dos articulistas e cronistas da mídia daquela época ).
Nessa sociedade ficcional, de vigilância e controle total rolava o uso da chamada "Novilíngua", um artifício que podava a linguagem de palavras problemáticas, ou alterava seus sentidos num processo de manipulação constante, que tolhia a possibilidade do pensamento crítico atingir as massas. Uma "pollyanização" da população daquele país "perfeito".

11.2.17

Retrato de Antonio Calado no ano do seu centenário

Do fundo do baú: aproveito e retiro um retrato de Antonio Calado para comemorar seu centenário, que na verdade rolou no dia 26 de janeiro deste ano.
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26.1.17

Retrato antigo de Pelé

Antes de existir o baú: desenho feito em meados dos anos 70, quando não pensava em me tornar desenhista profissional. A vítima é Pelé, o nosso Rei do futebol. Tentei fazer um retrato dele usando a técnica do grafite. (barra da dureza 6B)
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16.1.17

Desenhando mãos - parte 3

Da série "Sobras de trabalho": Mão que escreve e que desenha. O primeiro feito com canetinha de nanquim, na técnica de bico de pena. O segundo uma distorção feita por meio do programa Photoshop imitando pintura feita com óleo sobre tela. E aqui termina essa série.
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