23.7.17

Ilustração - retrato de Lima Barreto

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Antes de existir o baú: Ilustração que fiz para artigo sobre Lima Barreto, publicado na Revista "Escrita"( editada por Waldyr Nader, em meados dos anos 70 do século passado).
Enfim o Brasil, neste ano da graça de 2017, resolveu homenagear o grande Lima Barreto. E com toda pompa e circunstância, numa festa literária internacional ( a FLIP).
Para entender melhor a grandeza desse autor, recomendo a leitura de "Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República" de Nicolau Sevcenko. Estou ansioso para ler as duas biografias que estão na praça: a primeira dos anos 50, de Francisco de Assis Barbosa (A Vida de Lima Barreto) e a mais recente , escrita por Lilia Moritz Schwarcz - cujo título é "Lima Barreto - Triste visionário".
Técnica: Bico de pena e caneta hidrográfica com borrifos de nanquim feitos com escova de dentes para imitar aerógrafo.

21.7.17

Emiliano Castro traz seu "violão de fronteira" para o Rio de Janeiro. Imperdível!

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Meu querido amigo, o grande músico Emiliano Castro vem com tudo e traz seu "Violão de Fronteira" para mostrar no Rio de Janeiro.
O evento vai rolar no Bar Semente, na Lapa, nesse sábado, dia 22 de Julho, a partir das 22 horas.
Emiliano vai apresentar: Flamenco, Choro, Música Latino-americana e Canção Brasileira.
É preciso dizer que esse músico faz com seu 7 cordas um misto entre o violão brasileiro, o violão latino-americano, a guitarra flamenca e os tambores negros para emoldurar suas composições vividas de corpo e alma nestas culturas.
Diz ele : "A viola caipira aparece como consequência destes passeios e a voz cantada… aparece porque não precisa mesmo ser convidada".
Todo mundo lá!

14.7.17

Caricatura de Walter Benjamin

Do fundo do baú: No dia 15 de julho de 1892 nascia Walter Benjamin.
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13.7.17

Tania Malheiros lança seu primeiro CD autoral: "A moça no Espelho"

(A cantora e o maestro Gilson Peranzzetta)

Foi no ano passado, por ocasião da Festa Literária de Madalena , a famosa FLIM, que eu vi e ouvi com esses olhos e ouvidos que a terra há de comer uma praça dançando.
Deixe eu me explicar melhor: vi o povo da praça caindo no samba levado pela voz maravilhosa de Tania Malheiros. Fiquei encantado naquela noite, como acredito boa parte daquele recanto da serra.
Ela que além de cantora é compositora está lançando seu primeiro CD autoral. Tem por título "A Moça no Espelho".

Aqui vão as informações colhidas no material de divulgação de Tânia:

A Moça no Espelho”, primeiro CD autoral da cantora Tania Malheiros, com arranjos primorosos do maestro e pianista Gilson Peranzzetta, já está disponível em várias rádios e plataformas digitais, como Spotify, Apple Music, Deezer, Amazon Music. A distribuição é do selo Cedro Rosa Digital, com a qual a cantora acaba de assinar contrato.

Democratizamos o acesso, de forma ágil, para que todos possam curtir esse trabalho, fruto de muita paixão pela música”, comenta a cantora.



A MOÇA NO ESPELHO


A Moça no Espelho” foi produzido pelo maestro e pianista Gilson Peranzzetta, responsável pelos 14 arranjos do álbum, que também compôs e canta uma música com Tania Malheiros. “A Moça no Espelho”, que dá título ao álbum é parceria de Tania com a compositora e cantora Gisa Nogueira, irmã do saudoso João Nogueira.


O CD conta com duas participações especiais: o mestre dos sopros Mauro Senise enriquece o trabalho com sax e flauta em várias faixas. Já Tantinho interpreta “Sentença”, com Tania, em homenagem a Xangô da Mangueira, um dos incentivadores da cantora no início de sua carreira profissional, há 16 anos.


No álbum, Tania apresenta sambas de várias cadências como “Urgência”, com Lindóia Heringer e Luiz Carlos de Souza; “Um qualquer”, com Pecê Ribeiro; “Joguei na Balança”, com Renato Fialho; e “Fogo de Palha”, com Beto Fininho, além de “Me acovardei”, com Peranzzetta.


As faixas “Legado”, “Sinais de Alerta”, “Não Vim aqui pra chorar”, “Comendo Chocolate”, “Magia do Amor”, “Terra Fértil”, “Vovó Marieta”, além de “Sentença”, têm letra e música da cantora. Em “Não vim aqui pra chorar”, Tania faz uma homenagem a grandes ícones do samba, como Donga, Vó Maria, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Delcio Carvalho, Noca, entre outros. “Vovó Marieta”, a faixa que encerra o CD, é uma saudação de Tania a sua avó paterna.


Peranzzetta dá o toque especial ao trabalho com o seu piano, além do acordeom e dos arranjos primorosos. O pesquisador, jornalista e crítico de música Ricardo Cravo Albin, faz a apresentação do álbum.


Assessoria e contatos: (21) 99601-5849

Maiores informações no site de Tania:

www.taniamalheiros.com.br

7.7.17

Sábado, dia 8 julho, tem Stefan Zweig no Paço Imperial

Nesse Sábado, dia 8, vai rolar uma palestra sobre a conferência A Unidade Espiritual do Mundo, de Stefan Zweig, no espaço da Arlequim ( que fica no Paço Imperial), na Praça XV, nº 48, Loja 1 (Centro do Rio de Janeiro).
O bate-papo sobre essa obra e outras do escritor austríaco, contará com a presença da jornalista e tradutora Kristina Michahelles e do editor e hitoriador Israel Beloch (diretores da Casa Stefan Zweig).
Na oportunidade será exibido o filme "Stefan Zweig" ( da Série de documentários "Canto dos Exilados"), apresentado por Alberto Dines, (biógrafo e presidente da Casa Stefan Zweig).
Todos lá!


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6.7.17

Mais um cartum sensacional de João Zero


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5.7.17

Oficina Musical em São Paulo

A partir de sábado, 8 de julho vai rolar uma Oficina Mensal d'O Passo em São Paulo.
4 horas de duração com os professores do Instituto d'O Passo em São Paulo, Emiliano Castro e Daniel Reginato.
(Clique na imagem para ampliar e visualizar o mapa do curso).
Mais informações nos seguintes e-mails: emiliano@opasso.com.br

daniel@opasso.com.br


3.7.17

João Saldanha - 100 anos hoje

Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta foi feita para um livro de João Saldanha (que hoje faria 100 anos), que originalmente tinha por título "Subterrâneos do Futebol". Foi publicado pela Editora Revan, no ano de 1996. O desenho foi construído com lápis de cor e pastel seco.
O editor procurou, numa nota introdutória, explicar a mudança do título, pois segundo ele, o nome "Subterrâneos do Futebol" tinha sido uma brincadeira do João com seu companheiro de partido, Jorge Amado - pois, o mestre baiano tinha lançado antes uma grande obra (uma trilogia) cujo título era "Os Subterrâneos da Liberdade". Com o passar de mais de trinta anos, tal brincadeira, de acordo com o editor, tinha perdido o sentido - "se perdeu no tempo"- e além disso, longe da escuridão que o subterrâneo carrega, as histórias narradas no livro, na sua maioria, eram "alegres e engraçadas". De qualquer modo, me senti muito honrado por ter feito a ilustração de um livro de João sem medo.
João Saldanha era um grande cara mesmo - um dia, vendo minha figura de corpo de passeio tragar um Hollywood filtro no corredor da redação (sim naquele tempo fumava-se na redação abertamente), ele me chamou de lado e me explicou os males do fumo, citou o exemplo de que não tinha um pulmão por causa daquilo etc e tal...Perdeu seu precioso tempo com um jovem desenhista que, quem diria, tempos mais tarde iria fazer a capa de um livro dele. Salve João Sem Medo!
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27.6.17

Cartaz de mostra de filmes de David Bowie na Caixa Cultural /Rio

A partir do dia 11/07 (até o dia 30 de Julho) vai rolar na Caixa Cultural/RJ uma mostra sensacional de filmes com David Bowie. São aguardadas pérolas e debates incríveis.
O desenho do poster da mostra é da designer Julia Liberati.
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Caricatura de Machado de Assis

Do fundo do baú: fuçando a minha estranha e bagunçada arca de desenhos achei essa carica do Machado de Assis.
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22.6.17

Mais um cartum sensacional de João Zero, na linha de "The Walking Dead"

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21.6.17

Retrato de Machado de Assis

Do fundo do baú: O Google avisou hoje é dia do 178º Aniversário de Machado de Assis. Viva o bruxo do Cosme Velho! Taí o retrato dele na técnica de bico de pena.
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Da série "Ficções"


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19.6.17

Mergulho fundo no quase diário de Affonso Romano de Sant'Anna


Texto de Jorge Sanglard
Jornalista e pesquisador. Gerente do Acervo Técnico do Museu Mariano Procópio


Ensaísta, cronista, poeta e jornalista, aos 80 anos, Affonso Romano de Sant’Anna é um dos intelectuais mais influentes no Brasil contemporâneo. Sua geração viveu a utopia e o seu avesso, e o escritor tem declarado que é necessário rever o século XX, com todos os sonhos e equívocos, caso contrário, não entraremos no século XXI. Seu mais novo livro, Quase Diário (1980 - 1999), lançado pela LP&M, é um mergulho em duas décadas de registros de fatos marcantes de sua trajetória e teve como inspiração o dia da morte de Vinicius de Moraes, 9 de julho de 1980. Trata-se, segundo o autor, de um diário em progresso, que se faz enquanto se faz. É vida sem retórica. E, por isso mesmo, é pra ser lido em progressão, curtindo cada momento e estabelecendo conexões. E adverte: já tenho pronto o volume que vai de 2000 a 2010.
Em plena ditadura militar, em 1980, Affonso Romano de Sant'Anna lançou Que País é Este?, uma coletânea de poemas traçando um panorama crítico sobre a sociedade brasileira e que ganhou o Prêmio Jabuti. O poema/título do livro foi publicado com destaque no Jornal do Brasil e conquistou uma imensa repercussão, sendo traduzido para o espanhol, inglês, francês e alemão, transformado em posters até se tornar um ícone, capaz de incomodar e questionar a tudo e a todos. 37 anos depois da publicação, Que País é Este? permanece instigando o escritor e seus leitores e é uma leitura cada vez mais atual para se entender melhor o Brasil de ontem e de hoje. Enfático, Affonso Romano afirma: Eu vi as entranhas do poder. E não gostei. Agora, com esse Quase Diário mais um pouco desse Brasil diverso e controverso pode ser lido e revisto pelo olhar aguçado de quem se mostra antenado com seu tempo.
Affonso Romano de Sant'Anna lutou contra a ditadura militar entre as décadas de 1960 e 1980 e sempre foi uma voz indignada contra a opressão e a favor da liberdade. A função do intelectual, para ele, é interferir na história e no cotidiano. Afinal, argumenta, o mundo tornou-se mais complexo e a cultura da pós-modernidade é o culto do superficial, da cópia, do marketing, da fragmentação, dos falsos valores.
Em meio è violência nos grandes centros urbanos, o poeta vislumbra de sua janela no Rio de Janeiro as contradições da cidade partida e o desencanto com o abismo social no Brasil. Há uma década, na OAB Subseção Juiz de Fora, afirmou durante um debate sobre a violência urbana e a corrupção: "a ética está em ruína no país". Durante os seis anos em que presidiu a Fundação Biblioteca Nacional, entre 1990 e 1996, teve como atribuição maior a valorização da política do livro e da leitura, assegurando ter feito tudo o que se podia para o brasileiro ler mais. Incisivo, afirma: literatura é vida.
Nascido em Belo Horizonte, em 27 de março de 1937, e criado em Juiz de Fora, a partir dos três anos de idade, teve uma infância de menino pobre, trabalhando desde cedo como carregador de marmitas e de trouxas de roupas para lavadeiras, além de vender balas no colégio e no cinema para pagar seus estudos. No Grupo Escolar Fernando Lobo e no tradicional colégio metodista Granbery, iniciou a paixão pelos livros, que encontrava nas bibliotecas do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do restaurante popular do Saps.
Como filho de pais protestantes, foi criado para ser pastor e, aos 17 anos, já pregava o evangelho em várias cidades do interior de Minas Gerais. Mas o jornalismo e a literatura falaram mais alto. No entanto, essa experiência foi decisiva para impregnar de forte conteúdo social sua prosa e sua poesia e, já em seu primeiro livro, “O Desemprego da Poesia”, um ensaio lançado em 1962, apontava o rumo da indignação. Seu primeiro livro de poesias, “Canto e Palavra”, foi editado em 1965. Durante dois anos, lecionou Literatura Brasileira na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e em 1968 voltaria aos Estados Unidos como bolsista do International Writing Program, em Iowa, onde permaneceu por dois anos e vivenciou as transformações de comportamento que marcaram o século XX.
Ao retornar ao Brasil, em 1969, defendeu a tese de doutorado “Carlos Drummond de Andrade, o Poeta ‘Gauche’, no Tempo e Espaço”, na Universidade Federal de Minas Gerais. Editada em 1972, esta tese deu projeção ao escritor, que conquistou importantes prêmios literários brasileiros. Intensificou na década de 1970 sua atuação como professor na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, em 1976, articulou a vinda ao Brasil de renomados conferencistas internacionais, em plena ditadura militar, com destaque para o sociólogo francês Michel Foucault. Ainda nesse ano, voltaria novamente aos Estados Unidos e lecionaria Literatura Brasileira na Universidade do Texas. Dois anos mais tarde, já na Alemanha, lecionou Literatura na Universidade de Colônia, e lançou o livro “A grande fala do índio guarani”.
Na França, como professor visitante, lecionou durante dois anos, na Universidade Aix-en-Provence. E, a partir de 1984, passou a escrever no “Jornal do Brasil” a coluna anteriormente assinada por Carlos Drummond de Andrade. Em 1986, saiu publicado seu primeiro livro de crônicas, “A Mulher Madura”. Entre 1990 e 1996, presidiu a Fundação Biblioteca Nacional, onde iniciou a informatização do acervo, criou o Sistema Nacional de Bibliotecas e o Programa de Promoção da Leitura (Proler), espalhando mais de 30 mil voluntários em cerca de 300 cidades brasileiras, e passou a editar a revista “Poesia Sempre”. De 1993 a 1995, presidiu o Conselho do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc), e assumiu a secretaria geral da Associação das Bibliotecas Nacionais Ibero-Americanas, entre 1995/1996.
A geração de Affonso Romano de Sant'Anna foi educada com a ideia de que o Brasil era o país do futuro. E, segundo o escritor, "o ex-presidente Juscelino Kubitschek não se cansava de falar que o futuro era brasileiro. E a gente acreditava. Mas a história é uma coisa complicada. Todo lugar está cheio de problema, e a gente fica cheio de pasmo".
Desde o final dos anos 1990, o escritor vem doando parte de seu acervo de livros para a Biblioteca Municipal Murilo Mendes, em Juiz de Fora. E Juiz de Fora está aqui e ali nas páginas do livro. Em 12 de outubro de 1995, Affonso Romano de Sant'Anna voltou à cidade para uma conferência na Academia de Comércio. Os padres do Verbo Divino da Academia e os pastores metodistas do Granbery, onde Sant'Anna estudou, implantaram dois colégios de grande envergadura e, segundo o escritor, se tornaram referência de ensino em Minas. Affonso Romano sempre se lembra de Manuel Bandeira naquele poema sobre Juiz de Fora, sobretudo "seus bondes dando voltas vadias". E enfatiza: "Eu com minhas ansiedades, projetos, desejos, entre a igreja e o jornal, entre a literatura e as ruas de fim de bairro, fundando com amigos o Centro de Estudos Cinematográficos, grupos de poetas - o Pentágono 56, primeiros voos literários".
No dia seguinte, conta sua visita ao Museu Mariano Procópio, onde convidado por este jornalista foi entrevistado sobre a época em que vivia na cidade. Olhando aquelas jabuticabeiras, a casa/castelo que hospedava Pedro II, aquelas coleções de objetos imperiais do Museu Mariano Procópio, o escritor confessa: "Eu olhava tudo como se estivesse no Louvre...".

17.6.17

Mais um cartum sensacional de João Zero: "Cuidado homens teclando o celular na pista"

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Ariano Suassuna - faria 90 anos ontem

Nunca é tarde para comemorar os 90 anos de Ariano Suassuna. Outro gênio brasileiro que faz uma falta danada.
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16.6.17

Caricatura de Helmut Kohl

Morreu hoje, Helmut Kohl (1930 - 2017), um dos arquitetos da reunificação alemã.
Essa caricatura, que não me lembro se publiquei, estava lá no fundo do baú- pertence a uma época em que resolvi fazer caricaturas ( para montar um arquivo) de figuras da política mundial.
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Lançamento do site do IMMuB - Instituto Memória Musical Brasileira

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Cartunzinho distópico

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10.6.17

Caricatura deThelonious Monk

Saindo do forno: Caricatura de Thelonious Sphere Monk (1917-1982).
100 anos do nascimento de um monstro sagrado.
Técnica, lápis de cor, ecoline e efeitos de Photoshop
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9.6.17

Caricaturas do Ivan Lessa - 5 anos sem ele

Do fundo do baú: Caricaturas de Ivan Lessa (9/5/1935 - 8/6/2012) Cinco anos sem seu humor. E como faz falta!

5.6.17

Caricatura de Gabriel García Márquez no dia em que se comemora os 50 anos da publicação de "Cem anos de Solidão"

(Republicando a caricatura) do fundo do baú: Hoje é dia dele, de Gabriel García Márquez.
50 anos da publicação de "Cem anos de Solidão" (quer dizer 150 anos de solidão, he he). Viva Macondo!!! Viva Arataca!!! Viva nosso anacronismo!!!
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2.6.17

Caricatura de Pixinguinha

Do raso do baú: Aprendendo a "aquarelar" com o maestro Pixinguinha ou Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897-1973), que comemorou em abril de 2017 os 120 anos do seu nascimento.
Técnica: lápis de cor de aquarela e ecoline.
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31.5.17

Mais um cartum sensacional de João Zero : "Fashion City"

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26.5.17

Lançamento do livro "Por que os homens preferem as mulheres mais velhas?"

O lançamento do novo livro de Mirian Goldenberg POR QUE OS HOMENS PREFEREM AS MULHERES MAIS VELHAS? (Ed. Record) vai rolar no dia 13 de junho (terça-feira), às 19 horas (dia de Santo Antônio - o santo casamenteiro) na LIVRARIA DA TRAVESSA SHOPPING LEBLON (Av. Afrânio de Melo Franco, 290).
Vai rolar também um coquetel e um bate-papo sobre: "Os segredos de um casamento feliz".
Todo mundo lá!



24.5.17

8.5.17

Ilustração: Foi um rio que passou em minha vida

Do fundo do baú: Ilustração - que hoje batizei de "Foi um Rio que passou em minha vida"(apesar de ser mangueirense e ter uma queda por razões familiares pela Mocidade Independente de Padre Miguel).
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6.5.17

O Museu Villa-Lobos promove hoje, dia 6 uma festança de lançamento de um livro infantil.

O Museu Villa-Lobos (Rua Sorocaba, nº 200/ bairro de Botafogo) promove festa de lançamento do livro almanaque infantil “O Corcovado conta histórias: Botafogo”. O livro narra as aventuras e descobertas de Clara e Pedro, em uma viagem no tempo, pelo bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. O texto é de Kaori Kodama e as ilustrações do mestre Guto Lins.
O pátio do Museu vai ser da garotada, que pode brincar e acompanhar a apresentação da Orquestra Tuhu, de jovens do Projeto "Villa-Lobos e as Crianças".
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5.5.17

Ilustração: Tempo do Teatro

Do fundo do baú: Ampulheta do Teatro. Tempo de Tragédia e Tempo de Comédia.
Técnica, traço em nanquim, pastel seco nas máscaras e "ecoline" aplicado sobre papel molhado por spray de fixador (do tipo Crill Over) na madeira da ampulheta.
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4.5.17

Lançamento do livro "Conversas de Botequim"

Dia 6 de maio, lançamento do livro Conversas de Botequim - 20 contos inspirados em canções de Noel Rosa a partir das 14 horas na Livraria Folha Seca - Rua do Ouvidor, 37 / Centro do Rio de Janeiro
Clique na imagem para ampliar e VER melhor)

Ilustração: Colonização ao contrário

Do fundo do baú: Ilustração. O título poderia ser "Nuestra América - que bom seria se fosse assim". Mas gosto de "Brutalidade e Jardim" Viva Torquato Neto!
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1.5.17

BUFFON DÁ O TIRO DE META / Poema de Guilherme Mansur

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28.4.17

Desenho em homenagem a Antonio Adolfo e Wayne Shorter

Saindo da boca do forno: Desenho em homenagem a Antonio Adolfo e Wayne Shorter.
Técnica: lápis de cor e ecoline sobre papel Canson.
Antonio Adolfo, acaba de lançar um álbum - "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter", cuja capa leva uma ilustração minha e conta com auxílio luxuoso do design de Julia Liberati.
Aproveito para informar que o CD está disponível para aquisição no site da gravadora e distribuidora Robdigital. Link:( http://www.robdigital.com.br/pt/site_produtos_detalhes.asp?id_tb_produtos=1798783&id_parent_produtos=3&id_tb_categorias_nivel_1=22&id_tb_categorias_nivel_2=&id_tb_categorias_nivel_3=&id_tb_categorias_nivel_4=&id_parent_categorias=600014)
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25.4.17

Caricatura de Stefan Zweig


Saindo da boca do forno: Caricatura de Stefan Zweig.
Técnica: nanquim e aquarela.
Aproveito para reforçar o convite aos amigos para lançamento duplo dos livros "A unidade Espiritual do Mundo" de Zweig, e "Ensaio em Homenagem a Alberto Dines". Os livros serão lançados na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no dia
27 de abril (quinta-feira) , a partir das 19 horas.
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22.4.17

Ilustração - lugar da fábula

Do fundo do baú: Ilustração de capa do Caderno B de março de 1998.
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15.4.17

ROUBARAM UM DESENHO DESTE BLOG E ADULTERARAM.

Estou indignado!
Uma pessoa, ou um grupo de um blog que ainda não descobri qual foi, roubou um desenho deste Blog, adulterou de forma grosseira a ilustração e postou nas redes sociais.
Só fui perceber quando vi meu desenho adulterado (e com textos ofensivos) na linha de tempo de um amigo meu, no Facebook.
Era um desenho de minha autoria da malhação do Judas, material que ilustrou uma crônica sobre minha infância, como se pode ver na imagem que postei logo abaixo desse texto. (A postagem original foi no dia 3 de abril de 2010).

Não vou compartilhar como ficou o desenho que foi totalmente adulterado, para não dar visibilidade a esse crime que cometeram.

Só vou adiantar que essa pessoa ou grupo a serviço de um blog pretensamente de esquerda, alterou o citado desenho, fazendo uma colagem de uma foto nele e incluindo textos de propaganda política e incitação à violência.

Já reclamei nas páginas do Facebook onde protestei e informei minha indignação a respeito desse roubo, da alteração e do uso indevido de minha obra

Além disso, usando as ferramentas do Facebook, tentei pedir a exclusão dessa postagem. Mas não obtive respostas dos administradores desse site, que costumam ter uma política para eliminação de material denunciado.

Quero aqui, de forma educada tentar fazer uma advertência: Não se pode tolerar práticas desse tipo, por gente que pretende defender o campo democrático.
Se querem fazer política, construam, criem seus instrumentos, suas artes e não usem, de forma abusiva, as artes e criações dos outros.
Imagem que foi adulterada
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14.4.17

Álbum "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter" é recebido com festa pela crítica

O álbum "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter", de Antonio Adolfo tem recebido ótimas críticas e de acordo com o site "All About Jazz", está tocando nas rádios desse planetinha azul como um furacão. Quem quiser ouvir suas magníficas faixas, pode acessar o site Spotify.
Aqui vão os links das primeiras apreciações críticas:
https://latinjazznet.com/reviews/cds/antonio-adolfo-hybrido-rio-wayne-shorter/

http://gapplegatemusicreview.blogspot.com.br/2017/03/antonio-adolfo-hybrido-from-rio-to.html