22.6.17

Mais um cartum sensacional de João Zero, na linha de "The Walking Dead"

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21.6.17

Retrato de Machado de Assis

Do fundo do baú: O Google avisou hoje é dia do 178º Aniversário de Machado de Assis. Viva o bruxo do Cosme Velho! Taí o retrato dele na técnica de bico de pena.
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Da série "Ficções"


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19.6.17

Mergulho fundo no quase diário de Affonso Romano de Sant'Anna


Texto de Jorge Sanglard
Jornalista e pesquisador. Gerente do Acervo Técnico do Museu Mariano Procópio


Ensaísta, cronista, poeta e jornalista, aos 80 anos, Affonso Romano de Sant’Anna é um dos intelectuais mais influentes no Brasil contemporâneo. Sua geração viveu a utopia e o seu avesso, e o escritor tem declarado que é necessário rever o século XX, com todos os sonhos e equívocos, caso contrário, não entraremos no século XXI. Seu mais novo livro, Quase Diário (1980 - 1999), lançado pela LP&M, é um mergulho em duas décadas de registros de fatos marcantes de sua trajetória e teve como inspiração o dia da morte de Vinicius de Moraes, 9 de julho de 1980. Trata-se, segundo o autor, de um diário em progresso, que se faz enquanto se faz. É vida sem retórica. E, por isso mesmo, é pra ser lido em progressão, curtindo cada momento e estabelecendo conexões. E adverte: já tenho pronto o volume que vai de 2000 a 2010.
Em plena ditadura militar, em 1980, Affonso Romano de Sant'Anna lançou Que País é Este?, uma coletânea de poemas traçando um panorama crítico sobre a sociedade brasileira e que ganhou o Prêmio Jabuti. O poema/título do livro foi publicado com destaque no Jornal do Brasil e conquistou uma imensa repercussão, sendo traduzido para o espanhol, inglês, francês e alemão, transformado em posters até se tornar um ícone, capaz de incomodar e questionar a tudo e a todos. 37 anos depois da publicação, Que País é Este? permanece instigando o escritor e seus leitores e é uma leitura cada vez mais atual para se entender melhor o Brasil de ontem e de hoje. Enfático, Affonso Romano afirma: Eu vi as entranhas do poder. E não gostei. Agora, com esse Quase Diário mais um pouco desse Brasil diverso e controverso pode ser lido e revisto pelo olhar aguçado de quem se mostra antenado com seu tempo.
Affonso Romano de Sant'Anna lutou contra a ditadura militar entre as décadas de 1960 e 1980 e sempre foi uma voz indignada contra a opressão e a favor da liberdade. A função do intelectual, para ele, é interferir na história e no cotidiano. Afinal, argumenta, o mundo tornou-se mais complexo e a cultura da pós-modernidade é o culto do superficial, da cópia, do marketing, da fragmentação, dos falsos valores.
Em meio è violência nos grandes centros urbanos, o poeta vislumbra de sua janela no Rio de Janeiro as contradições da cidade partida e o desencanto com o abismo social no Brasil. Há uma década, na OAB Subseção Juiz de Fora, afirmou durante um debate sobre a violência urbana e a corrupção: "a ética está em ruína no país". Durante os seis anos em que presidiu a Fundação Biblioteca Nacional, entre 1990 e 1996, teve como atribuição maior a valorização da política do livro e da leitura, assegurando ter feito tudo o que se podia para o brasileiro ler mais. Incisivo, afirma: literatura é vida.
Nascido em Belo Horizonte, em 27 de março de 1937, e criado em Juiz de Fora, a partir dos três anos de idade, teve uma infância de menino pobre, trabalhando desde cedo como carregador de marmitas e de trouxas de roupas para lavadeiras, além de vender balas no colégio e no cinema para pagar seus estudos. No Grupo Escolar Fernando Lobo e no tradicional colégio metodista Granbery, iniciou a paixão pelos livros, que encontrava nas bibliotecas do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do restaurante popular do Saps.
Como filho de pais protestantes, foi criado para ser pastor e, aos 17 anos, já pregava o evangelho em várias cidades do interior de Minas Gerais. Mas o jornalismo e a literatura falaram mais alto. No entanto, essa experiência foi decisiva para impregnar de forte conteúdo social sua prosa e sua poesia e, já em seu primeiro livro, “O Desemprego da Poesia”, um ensaio lançado em 1962, apontava o rumo da indignação. Seu primeiro livro de poesias, “Canto e Palavra”, foi editado em 1965. Durante dois anos, lecionou Literatura Brasileira na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e em 1968 voltaria aos Estados Unidos como bolsista do International Writing Program, em Iowa, onde permaneceu por dois anos e vivenciou as transformações de comportamento que marcaram o século XX.
Ao retornar ao Brasil, em 1969, defendeu a tese de doutorado “Carlos Drummond de Andrade, o Poeta ‘Gauche’, no Tempo e Espaço”, na Universidade Federal de Minas Gerais. Editada em 1972, esta tese deu projeção ao escritor, que conquistou importantes prêmios literários brasileiros. Intensificou na década de 1970 sua atuação como professor na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, em 1976, articulou a vinda ao Brasil de renomados conferencistas internacionais, em plena ditadura militar, com destaque para o sociólogo francês Michel Foucault. Ainda nesse ano, voltaria novamente aos Estados Unidos e lecionaria Literatura Brasileira na Universidade do Texas. Dois anos mais tarde, já na Alemanha, lecionou Literatura na Universidade de Colônia, e lançou o livro “A grande fala do índio guarani”.
Na França, como professor visitante, lecionou durante dois anos, na Universidade Aix-en-Provence. E, a partir de 1984, passou a escrever no “Jornal do Brasil” a coluna anteriormente assinada por Carlos Drummond de Andrade. Em 1986, saiu publicado seu primeiro livro de crônicas, “A Mulher Madura”. Entre 1990 e 1996, presidiu a Fundação Biblioteca Nacional, onde iniciou a informatização do acervo, criou o Sistema Nacional de Bibliotecas e o Programa de Promoção da Leitura (Proler), espalhando mais de 30 mil voluntários em cerca de 300 cidades brasileiras, e passou a editar a revista “Poesia Sempre”. De 1993 a 1995, presidiu o Conselho do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc), e assumiu a secretaria geral da Associação das Bibliotecas Nacionais Ibero-Americanas, entre 1995/1996.
A geração de Affonso Romano de Sant'Anna foi educada com a ideia de que o Brasil era o país do futuro. E, segundo o escritor, "o ex-presidente Juscelino Kubitschek não se cansava de falar que o futuro era brasileiro. E a gente acreditava. Mas a história é uma coisa complicada. Todo lugar está cheio de problema, e a gente fica cheio de pasmo".
Desde o final dos anos 1990, o escritor vem doando parte de seu acervo de livros para a Biblioteca Municipal Murilo Mendes, em Juiz de Fora. E Juiz de Fora está aqui e ali nas páginas do livro. Em 12 de outubro de 1995, Affonso Romano de Sant'Anna voltou à cidade para uma conferência na Academia de Comércio. Os padres do Verbo Divino da Academia e os pastores metodistas do Granbery, onde Sant'Anna estudou, implantaram dois colégios de grande envergadura e, segundo o escritor, se tornaram referência de ensino em Minas. Affonso Romano sempre se lembra de Manuel Bandeira naquele poema sobre Juiz de Fora, sobretudo "seus bondes dando voltas vadias". E enfatiza: "Eu com minhas ansiedades, projetos, desejos, entre a igreja e o jornal, entre a literatura e as ruas de fim de bairro, fundando com amigos o Centro de Estudos Cinematográficos, grupos de poetas - o Pentágono 56, primeiros voos literários".
No dia seguinte, conta sua visita ao Museu Mariano Procópio, onde convidado por este jornalista foi entrevistado sobre a época em que vivia na cidade. Olhando aquelas jabuticabeiras, a casa/castelo que hospedava Pedro II, aquelas coleções de objetos imperiais do Museu Mariano Procópio, o escritor confessa: "Eu olhava tudo como se estivesse no Louvre...".

17.6.17

Mais um cartum sensacional de João Zero: "Cuidado homens teclando o celular na pista"

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Ariano Suassuna - faria 90 anos ontem

Nunca é tarde para comemorar os 90 anos de Ariano Suassuna. Outro gênio brasileiro que faz uma falta danada.
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16.6.17

Caricatura de Helmut Kohl

Morreu hoje, Helmut Kohl (1930 - 2017), um dos arquitetos da reunificação alemã.
Essa caricatura, que não me lembro se publiquei, estava lá no fundo do baú- pertence a uma época em que resolvi fazer caricaturas ( para montar um arquivo) de figuras da política mundial.
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Lançamento do site do IMMuB - Instituto Memória Musical Brasileira

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Cartunzinho distópico

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10.6.17

Caricatura deThelonious Monk

Saindo do forno: Caricatura de Thelonious Sphere Monk (1917-1982).
100 anos do nascimento de um monstro sagrado.
Técnica, lápis de cor, ecoline e efeitos de Photoshop
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9.6.17

Caricaturas do Ivan Lessa - 5 anos sem ele

Do fundo do baú: Caricaturas de Ivan Lessa (9/5/1935 - 8/6/2012) Cinco anos sem seu humor. E como faz falta!

5.6.17

Caricatura de Gabriel García Márquez no dia em que se comemora os 50 anos da publicação de "Cem anos de Solidão"

(Republicando a caricatura) do fundo do baú: Hoje é dia dele, de Gabriel García Márquez.
50 anos da publicação de "Cem anos de Solidão" (quer dizer 150 anos de solidão, he he). Viva Macondo!!! Viva Arataca!!! Viva nosso anacronismo!!!
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2.6.17

Caricatura de Pixinguinha

Do raso do baú: Aprendendo a "aquarelar" com o maestro Pixinguinha ou Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897-1973), que comemorou em abril de 2017 os 120 anos do seu nascimento.
Técnica: lápis de cor de aquarela e ecoline.
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31.5.17

Mais um cartum sensacional de João Zero : "Fashion City"

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26.5.17

Lançamento do livro "Por que os homens preferem as mulheres mais velhas?"

O lançamento do novo livro de Mirian Goldenberg POR QUE OS HOMENS PREFEREM AS MULHERES MAIS VELHAS? (Ed. Record) vai rolar no dia 13 de junho (terça-feira), às 19 horas (dia de Santo Antônio - o santo casamenteiro) na LIVRARIA DA TRAVESSA SHOPPING LEBLON (Av. Afrânio de Melo Franco, 290).
Vai rolar também um coquetel e um bate-papo sobre: "Os segredos de um casamento feliz".
Todo mundo lá!



24.5.17

8.5.17

Ilustração: Foi um rio que passou em minha vida

Do fundo do baú: Ilustração - que hoje batizei de "Foi um Rio que passou em minha vida"(apesar de ser mangueirense e ter uma queda por razões familiares pela Mocidade Independente de Padre Miguel).
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6.5.17

O Museu Villa-Lobos promove hoje, dia 6 uma festança de lançamento de um livro infantil.

O Museu Villa-Lobos (Rua Sorocaba, nº 200/ bairro de Botafogo) promove festa de lançamento do livro almanaque infantil “O Corcovado conta histórias: Botafogo”. O livro narra as aventuras e descobertas de Clara e Pedro, em uma viagem no tempo, pelo bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. O texto é de Kaori Kodama e as ilustrações do mestre Guto Lins.
O pátio do Museu vai ser da garotada, que pode brincar e acompanhar a apresentação da Orquestra Tuhu, de jovens do Projeto "Villa-Lobos e as Crianças".
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5.5.17

Ilustração: Tempo do Teatro

Do fundo do baú: Ampulheta do Teatro. Tempo de Tragédia e Tempo de Comédia.
Técnica, traço em nanquim, pastel seco nas máscaras e "ecoline" aplicado sobre papel molhado por spray de fixador (do tipo Crill Over) na madeira da ampulheta.
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4.5.17

Lançamento do livro "Conversas de Botequim"

Dia 6 de maio, lançamento do livro Conversas de Botequim - 20 contos inspirados em canções de Noel Rosa a partir das 14 horas na Livraria Folha Seca - Rua do Ouvidor, 37 / Centro do Rio de Janeiro
Clique na imagem para ampliar e VER melhor)

Ilustração: Colonização ao contrário

Do fundo do baú: Ilustração. O título poderia ser "Nuestra América - que bom seria se fosse assim". Mas gosto de "Brutalidade e Jardim" Viva Torquato Neto!
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1.5.17

BUFFON DÁ O TIRO DE META / Poema de Guilherme Mansur

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28.4.17

Desenho em homenagem a Antonio Adolfo e Wayne Shorter

Saindo da boca do forno: Desenho em homenagem a Antonio Adolfo e Wayne Shorter.
Técnica: lápis de cor e ecoline sobre papel Canson.
Antonio Adolfo, acaba de lançar um álbum - "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter", cuja capa leva uma ilustração minha e conta com auxílio luxuoso do design de Julia Liberati.
Aproveito para informar que o CD está disponível para aquisição no site da gravadora e distribuidora Robdigital. Link:( http://www.robdigital.com.br/pt/site_produtos_detalhes.asp?id_tb_produtos=1798783&id_parent_produtos=3&id_tb_categorias_nivel_1=22&id_tb_categorias_nivel_2=&id_tb_categorias_nivel_3=&id_tb_categorias_nivel_4=&id_parent_categorias=600014)
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25.4.17

Caricatura de Stefan Zweig


Saindo da boca do forno: Caricatura de Stefan Zweig.
Técnica: nanquim e aquarela.
Aproveito para reforçar o convite aos amigos para lançamento duplo dos livros "A unidade Espiritual do Mundo" de Zweig, e "Ensaio em Homenagem a Alberto Dines". Os livros serão lançados na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no dia
27 de abril (quinta-feira) , a partir das 19 horas.
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22.4.17

Ilustração - lugar da fábula

Do fundo do baú: Ilustração de capa do Caderno B de março de 1998.
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15.4.17

ROUBARAM UM DESENHO DESTE BLOG E ADULTERARAM.

Estou indignado!
Uma pessoa, ou um grupo de um blog que ainda não descobri qual foi, roubou um desenho deste Blog, adulterou de forma grosseira a ilustração e postou nas redes sociais.
Só fui perceber quando vi meu desenho adulterado (e com textos ofensivos) na linha de tempo de um amigo meu, no Facebook.
Era um desenho de minha autoria da malhação do Judas, material que ilustrou uma crônica sobre minha infância, como se pode ver na imagem que postei logo abaixo desse texto. (A postagem original foi no dia 3 de abril de 2010).

Não vou compartilhar como ficou o desenho que foi totalmente adulterado, para não dar visibilidade a esse crime que cometeram.

Só vou adiantar que essa pessoa ou grupo a serviço de um blog pretensamente de esquerda, alterou o citado desenho, fazendo uma colagem de uma foto nele e incluindo textos de propaganda política e incitação à violência.

Já reclamei nas páginas do Facebook onde protestei e informei minha indignação a respeito desse roubo, da alteração e do uso indevido de minha obra

Além disso, usando as ferramentas do Facebook, tentei pedir a exclusão dessa postagem. Mas não obtive respostas dos administradores desse site, que costumam ter uma política para eliminação de material denunciado.

Quero aqui, de forma educada tentar fazer uma advertência: Não se pode tolerar práticas desse tipo, por gente que pretende defender o campo democrático.
Se querem fazer política, construam, criem seus instrumentos, suas artes e não usem, de forma abusiva, as artes e criações dos outros.
Imagem que foi adulterada
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14.4.17

Álbum "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter" é recebido com festa pela crítica

O álbum "Hybrido - from Rio to Wayne Shorter", de Antonio Adolfo tem recebido ótimas críticas e de acordo com o site "All About Jazz", está tocando nas rádios desse planetinha azul como um furacão. Quem quiser ouvir suas magníficas faixas, pode acessar o site Spotify.
Aqui vão os links das primeiras apreciações críticas:
https://latinjazznet.com/reviews/cds/antonio-adolfo-hybrido-rio-wayne-shorter/

http://gapplegatemusicreview.blogspot.com.br/2017/03/antonio-adolfo-hybrido-from-rio-to.html



3.4.17

Saindo do forno: "Hybrido" - novo CD de Antonio Adolfo homenageia Wayne Shorter


Saindo do forno: Tive a honra e o prazer de fazer a ilustração da capa e da contracapa do novo CD de Antonio Adolfo - "Hybrido - From Rio to Wayne Shorter".
Contei com o auxílio luxuoso da designer Julia Liberati que elaborou o projeto gráfico.
Nesse álbum, Antonio Adolfo faz uma magnífica interpretação das seguintes músicas de Wayne Shorter: 1) Deluge, 2) Footprints, 3) Beauty and the Beast, 4) Prince of Darkness, 5) Black Nile, 6) Speak no Evil, 7) E.S.P., 8) Ana Maria . E no clima , Antonio Adolfo gravou uma música sua na nona faixa, cujo título é Afosamba.
Wayne Shorter (1933) é uma lenda do Jazz. Esse compositor e saxofonista inspirado por Buda tocou com os monstros Art Blakey e Miles Davis antes de inventar junto com seus companheiros a famosa banda de jazz-fusion "Weather Report".
O time de craques de Antonio Adolfo contou com: Lula Galvão na guitarra elétrica, Jorge Helder nos baixos, Rafael Barata na bateria e percussão, André Siqueira na percussão, Jessé Sadoc no trumpete, Marcelo Martins nos sax e na flauta, Serginho do Trombone no instumento que leva seu apelido, Claudio Spiewak na guitarra. Zé Renato emprestou sua voz na faixa Footprints.
O CD estará a venda a partir do dia 7 no ITunes, CDBaby, Amazon.
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2.4.17

Resultado do Concurso "Quem te viu, quem te vê", homenagem ao compositor e escritor Chico Buarque de Holanda, promovido pelo IMMuB - Instituto Memória Musical Brasileira.

Resultado do Concurso "Quem te viu, quem te vê", homenagem ao compositor e escritor Chico Buarque de Holanda, promovido pelo IMMuB - Instituto Memória Musical Brasileira. (Curadoria de Zé Roberto Graúna)
Por votação do corpo de jurados do concurso (Baptistão, Liberati e Loredano), as três caricaturas finalistas premiadas são:
1º - Quinho Ravelli (Marcos de Souza)
2º - Andre Bethelem
3º - Ulisses Araújo
Menção honrosa: Cau Gomez.
http://www.quemteviuquemteve.net.br/resultados
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27.3.17

Ilustração "Sinuca"

Do fundo do baú: Geometria da malandragem. Grafite sobre sulfite, só pra rimar...
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24.3.17

Caricatura de James Joyce num dia ruim para Mr. Bloom

Do fundo do baú: Ilustração com caricatura de James Joyce. Esta é uma das ilustrações em que fundi desenho com colagem. Gostaria de ter feito mais isso na imprensa.
Mr. Bloom, protagonista de Ulisses, está na cena, acho, com uma gripe das brabas. Técnica: traço em nanquim e cor aplicada com pastel seco + colagem.
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23.3.17

Caricatura do filósofo György Lukács

Do fundo do baú: Caricatura do filósofo György Lukács (1885-1971), um dos maiores intelectuais húngaros, aquele desenvolveu o pensamento de Marx, expandindo esse conhecimento até fundamentar a construção de uma Estética marxista.
Em 1923 começou essa caminhada ao publicar um livro fundamental: "História e Consciência de Classe", que explora e expande o conceito de "alienação"- debatendo a concepção de "ideologia" - "falsa consciência", "reificação" e enfim "consciência de classe". Vou parar por aqui, quem pode falar com propriedade sobre esse assunto é meu amigo, o professor Carlos Eduardo Jordão Machado que lançou recentemente o livro "Um capítulo da história da modernidade estética" – 2ª edição", (Editora Unesp) veja capa do livro abaixo.
Só sei que meu exemplar de "História e Consciência de Classe", acredito ter perdido na bagunça de minha biblioteca , ou talvez emprestei para alguém, que perdeu o bonde da História e não teve nenhuma classe para me devolver o livro.

Mas tenho lá na estante ainda : "Prolegomenos a una estetica marxista (sobre la categoria de la particularidad)" e "Estetica 1 - La peculiaridad de lo estetico - questiones preliminares y de principio" , livros publicados pelas Ediciones Grijalbo de Barcelona /México DF (1966). Estudo de vez em quando também "Realismo Crítico Hoje" (com preciosa introdução de Carlos Nelson Coutinho), publicado pela Coordenada Editora de Brasília Ltda em 1969.

Vou cometer uma heresia e relatar a história curiosa que um colega sociólogo, certa vez, me contou, envolvendo esse magnífico pensador. Disse me ele que conheceu um professor que rumava para uma país do leste europeu (acho que Hungria) a fim de participar um colóquio sobre "Estética" Nessa época ainda existia a URSS, a História era construída pela luta de classes e servia-se uísque nos aviões.
Acontece que o intelectual em questão sentou ao lado de uma bela moça, muito interessante e que por acaso, também estava rumando para um encontro que trataria de questões estéticas. Ele então se entusiasmou todo, nem percebeu que o avião havia decolado e começou a falar das teorias de Lukács etc e tal…Com o passar do tempo notou que a moça foi murchando, olhando para ele de maneira estranha, enquanto todo pimpão, ele se inflamava em raciocínios pra lá de dialéticos…
Resolveu então perguntar se ela estava passando mal, se havia algum incômodo em discutir esses assuntos complexos nas alturas em que o avião voava, ainda mais com os frequentes solavancos de uma turbulência sem fim.
Ela respondeu que não e acrescentou estar acostumada aos percalços das viagens aéreas, pois vivia participando de exposições de produtos de estética, em diversos países. Foi aí que ele percebeu que a moça, na verdade era esteticista - entendia pacas de cosméticos e tratamentos de beleza mas não estava compreendendo patavinas daquele papo cabeça. Estranha coincidência, mas o meu colega afirmou que a história era real. Afinal, o que é o real, nesse mundo pós-tudo? (outro dia conto outra história que também envolve o grande Lukács e um ator brechtiano numa lanchonete paulista dos anos 70).

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18.3.17

"Tudo errado!" é o livro

Tudo Errado! é um livro interessantíssimo. Narra a experiência do documentarista carioca Raphael Erichsen, que rodou um terço da superfície terrestre num carro "detonado"(comprado no Ebay, junto com outros dois amigos), em 2012, num tumultuado "Rally Mongol" (Que vai de Londres a Ulan Bator - capital da Mongólia).
Um aperitivo para ler o livro que conta essa essa aventura você pode acessar no link: http://www.gazetaonline.com.br/_conteudo/2017/03/noticias/cidades/4032949-uma-coisa-que-aprendi-com-a-experiencia-foi-a-parar-de-tentar-assistir-ao-mundo-atraves-da-cnn.html
Ah! O livro foi lançado ontem (dia 17 de março) no Rio, e não consegui noticiar a tempo porque estava viajando, fora do alcance de computadores.
De qualquer forma, fica aqui o registro desse livro extraordinário, que se encontra nas boas livrarias.
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15.3.17

Caricatura de Villa-Lobos

Do raso do baú: Gosto muito desse desenho, que foi feito para ilustrar a camiseta de um bloco do Rio de Janeiro que homenageou o genial maestro Heitor Villa-Lobos num carnaval recente...
Infelizmente o bloco saiu sem ele...Acho que o trenzinho caipira atrasou...
Bola pra frente!
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13.3.17

Velha ilustração

Do fundo do baú: ilustração de crônica do old JB. Técnica ecoline e aquarela com leves traços de lápis de cor.
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11.3.17

Retrato de Cacaso

Do fundo do baú: retrato, num traço rápido, de Cacaso (Antônio Carlos de Brito- 1944 -1987), nosso poeta (letrista e professor) que partiu tão cedo. Soube que ele também brincava na área do desenho: diz a lenda que cometeu algumas caricaturas de políticos que foram estampadas em jornais.
(Em 2002, foi publicada sua obra completa com o título "Lero Lero" contendo seus livros de poesia, suas letras e material inédito). Esse desenho, na verdade, foi feito em dois pedaços, diagramados, cada um de um lado da página do jornal, com o texto passando por dentro. Consegui achar esse pedaço, remexendo no baú. O outro, eu não sei onde foi parar. Minha mapoteca está um caos. Técnica: usei o conta-gotas do vidro de nanquim para fazer o traço.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
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9.3.17

Caricaturas de Putin e Iéltsin

Do fundo do baú: Apesar do Carnaval já ter falecido, aí vão as caricaturas de Vladimir Putin (1952- ) e Boris Iéltsin (1931-2007), numa fantasia de Matrioska.
O primeiro está atualmente sob os holofotes da mídia internacional , como classifica a rede social Facebook, está"em um relacionamento sério" com Donald Trump e o segundo, o irreverente Iéltsin, acho que ninguém lembra mais quem foi.
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