23.7.17

Ilustração - retrato de Lima Barreto

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Antes de existir o baú: Ilustração que fiz para artigo sobre Lima Barreto, publicado na Revista "Escrita"( editada por Waldyr Nader, em meados dos anos 70 do século passado).
Enfim o Brasil, neste ano da graça de 2017, resolveu homenagear o grande Lima Barreto. E com toda pompa e circunstância, numa festa literária internacional ( a FLIP).
Para entender melhor a grandeza desse autor, recomendo a leitura de "Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República" de Nicolau Sevcenko. Estou ansioso para ler as duas biografias que estão na praça: a primeira dos anos 50, de Francisco de Assis Barbosa (A Vida de Lima Barreto) e a mais recente , escrita por Lilia Moritz Schwarcz - cujo título é "Lima Barreto - Triste visionário".
Técnica: Bico de pena e caneta hidrográfica com borrifos de nanquim feitos com escova de dentes para imitar aerógrafo.

21.7.17

Emiliano Castro traz seu "violão de fronteira" para o Rio de Janeiro. Imperdível!

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Meu querido amigo, o grande músico Emiliano Castro vem com tudo e traz seu "Violão de Fronteira" para mostrar no Rio de Janeiro.
O evento vai rolar no Bar Semente, na Lapa, nesse sábado, dia 22 de Julho, a partir das 22 horas.
Emiliano vai apresentar: Flamenco, Choro, Música Latino-americana e Canção Brasileira.
É preciso dizer que esse músico faz com seu 7 cordas um misto entre o violão brasileiro, o violão latino-americano, a guitarra flamenca e os tambores negros para emoldurar suas composições vividas de corpo e alma nestas culturas.
Diz ele : "A viola caipira aparece como consequência destes passeios e a voz cantada… aparece porque não precisa mesmo ser convidada".
Todo mundo lá!

14.7.17

Caricatura de Walter Benjamin

Do fundo do baú: No dia 15 de julho de 1892 nascia Walter Benjamin.
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13.7.17

Tania Malheiros lança seu primeiro CD autoral: "A moça no Espelho"

(A cantora e o maestro Gilson Peranzzetta)

Foi no ano passado, por ocasião da Festa Literária de Madalena , a famosa FLIM, que eu vi e ouvi com esses olhos e ouvidos que a terra há de comer uma praça dançando.
Deixe eu me explicar melhor: vi o povo da praça caindo no samba levado pela voz maravilhosa de Tania Malheiros. Fiquei encantado naquela noite, como acredito boa parte daquele recanto da serra.
Ela que além de cantora é compositora está lançando seu primeiro CD autoral. Tem por título "A Moça no Espelho".

Aqui vão as informações colhidas no material de divulgação de Tânia:

A Moça no Espelho”, primeiro CD autoral da cantora Tania Malheiros, com arranjos primorosos do maestro e pianista Gilson Peranzzetta, já está disponível em várias rádios e plataformas digitais, como Spotify, Apple Music, Deezer, Amazon Music. A distribuição é do selo Cedro Rosa Digital, com a qual a cantora acaba de assinar contrato.

Democratizamos o acesso, de forma ágil, para que todos possam curtir esse trabalho, fruto de muita paixão pela música”, comenta a cantora.



A MOÇA NO ESPELHO


A Moça no Espelho” foi produzido pelo maestro e pianista Gilson Peranzzetta, responsável pelos 14 arranjos do álbum, que também compôs e canta uma música com Tania Malheiros. “A Moça no Espelho”, que dá título ao álbum é parceria de Tania com a compositora e cantora Gisa Nogueira, irmã do saudoso João Nogueira.


O CD conta com duas participações especiais: o mestre dos sopros Mauro Senise enriquece o trabalho com sax e flauta em várias faixas. Já Tantinho interpreta “Sentença”, com Tania, em homenagem a Xangô da Mangueira, um dos incentivadores da cantora no início de sua carreira profissional, há 16 anos.


No álbum, Tania apresenta sambas de várias cadências como “Urgência”, com Lindóia Heringer e Luiz Carlos de Souza; “Um qualquer”, com Pecê Ribeiro; “Joguei na Balança”, com Renato Fialho; e “Fogo de Palha”, com Beto Fininho, além de “Me acovardei”, com Peranzzetta.


As faixas “Legado”, “Sinais de Alerta”, “Não Vim aqui pra chorar”, “Comendo Chocolate”, “Magia do Amor”, “Terra Fértil”, “Vovó Marieta”, além de “Sentença”, têm letra e música da cantora. Em “Não vim aqui pra chorar”, Tania faz uma homenagem a grandes ícones do samba, como Donga, Vó Maria, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Delcio Carvalho, Noca, entre outros. “Vovó Marieta”, a faixa que encerra o CD, é uma saudação de Tania a sua avó paterna.


Peranzzetta dá o toque especial ao trabalho com o seu piano, além do acordeom e dos arranjos primorosos. O pesquisador, jornalista e crítico de música Ricardo Cravo Albin, faz a apresentação do álbum.


Assessoria e contatos: (21) 99601-5849

Maiores informações no site de Tania:

www.taniamalheiros.com.br

7.7.17

Sábado, dia 8 julho, tem Stefan Zweig no Paço Imperial

Nesse Sábado, dia 8, vai rolar uma palestra sobre a conferência A Unidade Espiritual do Mundo, de Stefan Zweig, no espaço da Arlequim ( que fica no Paço Imperial), na Praça XV, nº 48, Loja 1 (Centro do Rio de Janeiro).
O bate-papo sobre essa obra e outras do escritor austríaco, contará com a presença da jornalista e tradutora Kristina Michahelles e do editor e hitoriador Israel Beloch (diretores da Casa Stefan Zweig).
Na oportunidade será exibido o filme "Stefan Zweig" ( da Série de documentários "Canto dos Exilados"), apresentado por Alberto Dines, (biógrafo e presidente da Casa Stefan Zweig).
Todos lá!


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6.7.17

Mais um cartum sensacional de João Zero


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5.7.17

Oficina Musical em São Paulo

A partir de sábado, 8 de julho vai rolar uma Oficina Mensal d'O Passo em São Paulo.
4 horas de duração com os professores do Instituto d'O Passo em São Paulo, Emiliano Castro e Daniel Reginato.
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Mais informações nos seguintes e-mails: emiliano@opasso.com.br

daniel@opasso.com.br


3.7.17

João Saldanha - 100 anos hoje

Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta foi feita para um livro de João Saldanha (que hoje faria 100 anos), que originalmente tinha por título "Subterrâneos do Futebol". Foi publicado pela Editora Revan, no ano de 1996. O desenho foi construído com lápis de cor e pastel seco.
O editor procurou, numa nota introdutória, explicar a mudança do título, pois segundo ele, o nome "Subterrâneos do Futebol" tinha sido uma brincadeira do João com seu companheiro de partido, Jorge Amado - pois, o mestre baiano tinha lançado antes uma grande obra (uma trilogia) cujo título era "Os Subterrâneos da Liberdade". Com o passar de mais de trinta anos, tal brincadeira, de acordo com o editor, tinha perdido o sentido - "se perdeu no tempo"- e além disso, longe da escuridão que o subterrâneo carrega, as histórias narradas no livro, na sua maioria, eram "alegres e engraçadas". De qualquer modo, me senti muito honrado por ter feito a ilustração de um livro de João sem medo.
João Saldanha era um grande cara mesmo - um dia, vendo minha figura de corpo de passeio tragar um Hollywood filtro no corredor da redação (sim naquele tempo fumava-se na redação abertamente), ele me chamou de lado e me explicou os males do fumo, citou o exemplo de que não tinha um pulmão por causa daquilo etc e tal...Perdeu seu precioso tempo com um jovem desenhista que, quem diria, tempos mais tarde iria fazer a capa de um livro dele. Salve João Sem Medo!
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